Arquivo do mês: janeiro 2013

Trilha sonora: BRUNA VIOLA [ FLOR MATOGROSSENSE ]

O arquiteto Jean Louis Van de Stock, belga de Poxoréu, ganhou a disputa entre funcionários da prefeitura e voluntários, como eu. È sua a frase lapidar. Um slogan para a pobre-cidade-rica. Lapidando Poxoréu é o que estamos começando a fazer sob o comando da persistente e corajosa prefeita Jane.

 

Há muito a fazer.

Há muito que mudar. Há muito que melhorar. A primeira grande batalha é com a inadimplência. Dívidas com o INSS paralisam o município. Dívidas sobre dividas federais estrangulam qualquer tentativa de alavancar, já, alternativas de desenvolvimento, sem destruição ambiental.

Todos sonham com grandes obras.

Saneamento básico. Proteção das águas de Poxoréu, principalmente dos rios Areia e Bóroro que fazem parte do in e out da cidade. Estradas vicinais asfaltadas. Pontes. Frentes de trabalho. Agricultura familiar. Saúde. Educação. Cultura. Esporte. Lazer…

“Por ser de minha terra é que sou rico. Por ser de minha gente é que sou nobre”.

                                 

                                    

Nasci e vivi ate os cinco anos de idade numa casa semelhante a da foto. Aos seis/sete anos, num casarão de palha. Bar/Bordel, com uma radiola das grandes. Mesa de bilhar. E no quintal, os quartinhos e as camas de palha das “mulheres da vida” esperando a sexta feira gorda com a venda dos diamantes. Elas aceitavam pagamento em chibius. E, eu indo, vindo, levando agua para a bacia do antes e depois. Nas manhãs de sábado e domingo quase sempre um corpo estendido no chão iluminado com velas benditas. Antes de Durango Kid, Robin Hood, Cavaleiro Negro, o Zorro, Charles Starret, conheci João Galo, Canguçu, Dino, Laurita, Antonhão, pistoleiros e justiceiros dos garimpos da região.

Quem sou eu para interpretar e traduzir à altura merecida o grande poeta Olavo Bilac. Mas é exatamente isso que sinto ao rever a cidade de minha infância. Filho de garimpeiro. Vivi no garimpo do Alto Coité ate os sete anos. E ate aos 15 anos viajava na carroceria de caminhão de Cuiabá a Poxoréu para as melhores férias escolares de toda a minha vida.

Vejo, enxergo, em cada rosto, a nobreza de minha gente. Receber Bom Dia de quem não se conhece já surpreende. Faz qualquer um se sentir bem. Sobretudo para quem viveu em “selvas de pedra”. A Rainha do Diamante chegou a ter 40 mil habitantes em suas Ruas de pedra cristal com nome dos estados da gente que a desbravou e a tornou uma das maiores produtoras de diamantes do Brasil, juntamente com a Chapada Diamantina, na Bahia. Completo agora o contorno da ferradura. Daqui sai. Para cá, volto. Sem, entretanto, fechar a ferradura.

Vim para a posse de Jane.

E ao descobrir encantos que não se cristalizaram na minha mocidade em virtude das andanças para muito, muito longe, já estou ate o pescoço de ideias e projetos. Como ficar apático? Indiferente? Insensível a tantos desafios? Não me coloco como filho pródigo. Sou voluntário de minhas raízes.

Eu não sei viver sem desafios. Foi assim em Moscou. Foi assim em Nova York. Em Xangai. Em Cuiabá. No governo do estado de MT. Para a minha terra natal estarei sempre disponível para as pequenas-grandes intervenções urbanas. Aquelas pequenas-grandes coisas que melhoram cidades. Que as tornam humanizadas. Atraentes. Convidativas. Cidades boas para se viver.

A prefeita Jane foi eleita presidente do Consórcio de Saúde da região sul de MT. Mais um desafio. E dos grandes. Já que saúde pública tem sido muito mal tratada pelos governantes. Para enfrentar novos desafios Jane propôs o I Encontro das Prefeitas de MT a ser realizado em breve.

O Carnaval da Limpeza

Povo de longa tradição festeira oriunda do bamburro. Encontrar um diamante grande. Pagar promessa. Oferecer festança para os amigos da catra e do manchão. Quem bamburrava e não festejava caia no ostracismo.

Na criação da Agenda de Eventos sugeri iniciarmos 2013 com o Carnaval da Limpeza.

Não gostei do que vi.

Ruas sujas. Descuido visível. Muito lixo. E o mais grave, lixo jogado nos rios Areia e Bóroro. Águas de Poxoréu. Leitos da história da cidade. O mutirão da limpeza não deslancha como era/é o meu desejo. Com várias máquinas. Dezenas de homens capinando meio fio. Roçando e limpando terreno baldio. Caminhões-caçamba recolhendo entulho e lixo doméstico. Enxada e foice com samba no pé.

Na prefeitura explicam que: a herança é maldita. Máquinas quebradas. Sem peças. Sucata e dívidas por todo lado. Salário atrasado. Mesmo assim Buda está com o “bloco da limpeza na Rua”. E o mais importante: a população ouviu, aplaudiu. Está limpando quintais e terrenos. Há montes de entulho e lixo a ser retirado. Com seis caminhões, equipamentos, e uns cinquenta homens, teríamos a Escola de Samba da Limpeza Geral. Mas a limpeza continua. E a cidade já está mostrando o seu lado bom e bonito.

Pontos de embelezamento

Olga Romanoff, amiga na requintada Velha Rússia, loja de belos, históricos, e caros presentes russos, na Quinta Avenida, ao lado do Pierre Hotel, em Nova York, é a responsável por meu entusiasmo com os pontos de embelezamento de cidades destruídas por terremotos, enchentes, ciclones, guerras. Em dezembro, Poxoréu me pareceu uma cidade em adiantado processo de decadência urbana. Vitima de tsunâme político. Abandonada pelo gestor público. Triste. Melancólica. Desacorçoada. O mesmo acontece com milhares de cidades brasileiras. E o mais trágico: o silêncio da população que se deixa levar pela passividade. Pelo não reagir contra a destruição lenta e gradual da paisagem que dá alma à cidade.

       

Florir Poxoréu

Saí buscando pontos de beleza natural. Da simplicidade criativa das pessoas. E fui encontrando esquinas, quintais, calçadas, janelas, alpendres, floridos. E fui me entusiasmando com a ideia de Florir Poxoréu. Os becos serão chamados de Alamedas com arcos de flores e folhagens. Banquinhos. Estantes de livros. Mesas de dama e xadrês. Cantinho para um orgão elétrico light ou violão. Queremos dedicar cada Alameda a filhos da terra e a pessoas que foram muito importantes para Poxoréu. Exemplo: 

Alameda Rachid Mamede, prefeito da cidade, deputado estadual, padrinho de milhares de crianças. Dele, com quatro anos, recebi uma nota amarela de 1.000 reais. Na época. chamada de abobrinha. Alameda Grunwald, o maior comprador de diamantes de Poxoréu. Percorria imensa região numa mula cinza, garbosa. Em Cuiabá fui seu vizinho na Rua 7 de Setembro com Pedro Celestino. Sua casa tinha pedras do garimpo nas paredes. Alameda Tom Spinelli, várias vezes deputado estadual. Presidente da Assembléia Legislativa. Deputado federal. Presidente do Tribunal de Contas. Alameda Gerulino de Aquino. Alameda Alfredo da Mota MenezesAlameda Desembargador Juvenal Pereira da Silva atual presidente do Tribunal Regional Eleitoral. Alameda Dr. Luiz Sabóia Ribeiro. São tantos os ilustres filhos da terra a ser contatados e convidados a dizer Alô, Poxoréu, Conte Comigo.

Já temos 52 pontos de embelezamento. E o mais importante: com voluntárias.

Donas de casa com seus pequenos viveiros alimentarão a cidade de flores silvestres. Uma baiana com marcas do garimpo nas mãos e no rosto se emocionou: “Feliz estou do Senhor ver as minhas plantas nessa esquina estreita. Ninguém nunca veio aqui me convidar pra plantar mais flores. Se a prefeitura criar um horto florestal eu vou lá plantar canteiros de flores”. 

Olga Romanoff ensina: “Atualmente, as cidades da Bósnia, destruídas pela guerra, estão floridas. Há centenas de pontos de embelezamento. A autoestima, o bem estar coletivo,  beleza e cordialidade, impulsionam o turismo”. Criam emprego e renda. Desenvolvem o comércio.

O velho Bronx

                        

Conheci o lado ruim do Bronx, em Nova York. Sujo. Prédios queimados. Gangues pelas Ruas se matando. Vendendo e se injetando heroína, o crak dos anos 60/70. Num esforço gigantesco e persistente foram criados Pontos de Embelezamento. Com arcadas floridas, gramados bem cuidados, meio fio pintado. Praças e parques com muitas flores mudaram, para sempre, áreas degradadas do Bronx, Brooklyn, Harlem. O velho Joe Bogart, tio de Evelyn, uma amada-amante, me dizia “a mim não interessa se esses idiotas fumam maconha ou se picam, mas se um f.d.p. pisar ou arrancar as flores que ajudei a plantar, nós vamos cair de pau em cima deles”. Só imbecis pisoteam flores.

Quem não gosta de entrar em uma cidade limpa, com cercas-viva, com fileiras de ipês amarelos, roxos, brancos, quaresmeiras, flamboyants? Cidade perfumada por damas-da-noite, jasmins, flores de laranjeira… Temos que pensar e agir para grandes obras, grandes projetos.

Mas, enquanto o dinheiro não vem, e pode demorar mais ainda, em tempos de Copa do Mundo, para a qual dinheiro não faltará, vamos plantando a flor nossa de cada dia. Mantendo a cidade limpa. Despertando a população, e principalmente, a juventude para pequeno-grande projeto esportivo. E para o Sábado Cultural que lançaremos depois do Carnaval da Limpeza. Espaços e talentos Poxoréu tem. È ir atrás. Motivá-los. Premiá-los.

Mata bonita

Poxoréu, como toda cidade que já viveu seu auge, tem que voltar para si mesma. Seus melhores diamantes estão entre o próprio povo da terra. Usar seus recursos humanos para saltos de qualidade. E sonhar com boas e duradouras conquistas sociais como os nossos pais e avós sonhavam com “pedras” de grande quilate.

Hoje, nessa penúria de gestores públicos. De políticos com P minúsculo. Nesse miserê institucional, moral e ético, cada povo tem que escrever a sua própria História. Cercada de asfalto, e até de pedágio, Poxoréu irá, sim, transformar-se num maravilhoso destino turístico nacional e internacional. Aí vem o trem. Aí vem o aeroporto internacional de Rondonópolis. Bem pertinho.

Suas estradas, vales, seus rios, seus morros, sua mata bonita, forte. “Do verde que te quero verde“. Devem ser defendidos, pelo bem de todos que a cercam, principalmente, pelos barões do agronegócio que vivem em cidades vizinhas, ricas, porém, tristes. Cidades sem sombra, sem pássaros, e com pouca água.

 

As águas de Poxoréu

Cercada de rios e córregos por todos os lados. Quem quiser defender o Pantanal, Patrimônio da Humanidade, tem que defender as águas de Poxoréu. Rios. Muitos rios. Córregos. Muitos córregos. Àguas quentes. Nascentes por toda parte. A exuberância ainda primitiva das águas é simplesmente impressionante.

È um pedaço virgem do centro da Terra. O governo federal. As ONGS que trabalham com recursos hídricos sustentáveis devem investir na preservação das ainda boas águas de Poxoréu.

Para que todos desfrutem desse tesouro nacional. È super inteligente investir na conservação das fontes e mananciais de Poxoréu. Jarudore, por exemplo, é um pedaço do paraíso no centro oeste brasileiro. Nas Américas.

 

Aposentadoria em Poxoréu.

Parece propaganda, mas não é. Para estimular o comércio, a venda de imóveis, praticamente estagnada. Criar empregos. Alternativas de cultura e lazer, penso em motivar, convidar, aposentados, bem remunerados, a construir, a morar, e a desfrutar da tranquilidade e da beleza da única cidade de Mato Grosso dentro de uma mata bonita.

Cidade da cordialidade.

Da hospitalidade, da cordialidade, da não violencia. Do silêncio que restaura. Do gemer e bater das águas. Da batucada de pássaros diurnos. Daquele galo que canta lindo, impreterivelmente, as 2 e 40 da madrugada, lançando seu despertar musicado, forte, inigualável, “para além, muito além daquela serra que ainda azula no horizonte” que é o Morro da Mesa. O nosso “Pão de Açucar”. Sem nenhum tipo de poluição.

Há que ter a riqueza de quilômetros e quilômetros de soja plantada em terras que pertenciam à mãe-Poxoréu. Mas há que ter a beleza desses montes preservada. Desse verde forte de chuva constante. De clima ameno. Aposentar-se e viver bem em Poxoréu é a melhor e mais barata opção do momento. Uma decisão inteligente e saudável. Aguardem. Logo, logo, será in morar em Poxoréu. The City protegida pela mata bonita.

As pedras de Poxoréu   

   

O cascalho. O diamante bruto. E as pedras polidas que serão joias.

Como o diamante está lá no fundo, na centrifuga da terra, é preciso tirar terra e cascalho, muito cascalho. Daí montes e montes de pedras de garimpo às margens de rios e córregos. Atualmente, usadas como alicerçe e na concretagem de construções. Dragas. Máquinas pesadas continuam escavando, retirando areia e pedras, sem benefício para o município. Muito pelo contrário, deixando erosão e destruição. Os rios Bóroro, São João e Areia são os mais “atacados” e assoreados. Sem fiscalização, carretas e mais carretas saem de Poxoréu sem pagar o dizimo social, ambiental. Levando riquezas naturais, na Moral Bial. Isso num município com baixissíma arrecadação de impostos.

O pó das pedras do garimpo será de grande valia comercial para produtos farmaceuticos. Beleza. Estética. Decoração. Máquinas. Embalagens. Chineses e canadenses mostram-se interessados em investir na produção do pó mineral das pedras do garimpo de Poxoréu.

Poxoréu tem talentos.

 

Pedras do garimpo lapidadas e transformadas em anéis, pingentes, brincos, pulseiras, colares, com a beleza naturalíssíma das pedras.

“Por enquanto essas joias em ouro branco e ouro de 14 e 18k estão sendo finalizadas em outros estados”, informa a vice prefeita Lena Guedes, uma entusiasta do uso comercial não poluente das pedras do garimpo. “Mas em breve elas serão fabricadas com mão de obra local. Seremos um centro mundial de belas e inigualáveis joias”. Lena Guedes é presidente do Diamante Clube onde haverá 3 dias de folia e de alegria: sabado, domingo e terça de carnaval. Na segunda feira acontecerá o desfile de blocos. Ela organiza, anualmente, a Festa do Pequi.

     

Para amigas de ontem, de hoje, e outras a conquistar, comprei algumas joias, principalmente, anéis. O preço é bom. A qualidade excelente. E você recebe a magia, a vibração e a proteção dos cristais do centro da terra. De graça. Uma dádiva dos Pajés e Mestres dos Anéis que há séculos povoaram esse pedaço de paraíso.

Aqui continuo falando sózinho.

Em Moscou, Estocolmo, Nova York, São Paulo, em Cuiabá, graças a Deus, eu não ouvia respostas de mim mesmo. Ainda bem. Mas, em Poxoréu, falo, assovio, canto, e recebo a cada minuto, a cada olhada, uma resposta da natureza. È o trovão que adoro. ( Sou de Àries, signo do fogo e do trovão, Zeus e Xangô). Sinto-me criança, outra vez, deixando-me molhar pelo borrifo de chuvas prolongadas. A natureza mostra e me responde com suas formigas carregando folhas para o Castelo de Areia vermelha. Pelas araras. Tucanos. Papagaios. Pergunto e os pássaros respondem. Rãs. Sapos. Minhocas. Na estação das chuvas, a bicharada está em festa. 

A nossa Route 66

 

Na Route 66/USA abasteci um Mustang 72 no posto de gasolina de pedras semelhantes as do garimpo de Poxoréu. A tercceira imagem é semelhante à Rota para Jarudore a ser asfaltada na gestão Jane. Terra dos rituais dos criativos bóroros. A ideia é promovermos a Rota do Garimpo. A Rota do Pequi. A Rota do Diamante Azul, que nunca foi encontrado, mas existe. A Rota da Lama do Garimpo que Rejuvenece.

A mundialmente famosa Route 66 continua levando gente para os Estados Unidos. Poxoréu será o destino ideal para a nossa Route 66. Motoqueiros com ou sem Halley Davidson. Pedais de todos os pneus. Land Rover. Jeeps. Tração nas rodas para as subidas mais ingremes e mais interessantes. Para a rapaziada do camping. Para esotéricos e alquimistas. Para empreendedores a nossa Route 66 oferece excelentes oportunidades no ramo da hotelaria light, de construção horizontal, os conhecidos dormitórios Cama e Mesa. House para jovens e idosos.

Poxoréu é ideal para Spas.

Para centros de estética e beleza. Resorts. Clínicas especializadas. Já se fala aqui em campos de golfe. É só olhar no mapa. Pesquisar os vários caminhos do Rio, de São Paulo, de Brasília. E chegar. O cuiabano precisa descobrir Poxoréu. Dirigindo tranquilamente sairá de casa as 9 da manhã de sábado ou feriado e ao meio dia alomoçará em Poxoréu ou em Alto Coité. Sem estresse. As crianças vão adorar. A esposa-amante também. Não há motel. Mas há trilhas do amor. Chamadas de matel. Uma rapidinha ou prolongada, ao ar livre, com o cantar erótico do Galo de Poxoréu salva e apimenta qualquer relação.

E peixe, muito peixe.

Aqui se vê males que vem para o bem. Milhares de crateras, buracos imensos, herança do garimpo, que exige ir fundo, muito fundo, para o momento de êxtase do orgasmo mineral com a pedra desejada.  Mas o que fazer desses buracos? “Viveiros de peixes” diz vibrando com a ideia o ex-prefeito Lindbergh Nunes Rocha, filho do patriarca e cofundador da cidade, o sempre lembrado prefeito, deputado estadual e federal, Joaquim Nunes Rochaa, o Rochinha. De fato, com tantos rios, come-se pouco peixe em Poxoréu. Mais em breve poderá haver abundância de peixe para melhorar a qualidade nutritiva da alimentação local, que pela tradição garimpeira é de arroz-feijão-carne.

Poxoréu poderá sim abastecer as cidades vizinhas de peixe. Para Rondonópolis, por exemplo, que deixou poluir o seu belo Red River. O Rio Vermelho já foi um dos mais piscosos do centro oeste brasileiro. O dourado do Red River era famoso, internacionalmente. O peixe de Poxoréu nascerá em aguas de qualidade superior. E isso faz a diferença no peso e no sabor do peixe de viveiro.

Pode acreditar. Se as nossas sugestões vingarem. Se passos forem dados em direção ao novo. Se tiverem coragem de penetrar no “desconhecido” já que inovar é fazer aquilo que ainda não foi feito, Poxoréu exportará peixes de excelente qualidade. E outros “peixes” como frutas, legumes,  hortaliças, artesanato, joias…Já contatamos grife internacional. Roupas serão cortadas, trabalhadas, costuradas, com um  Poxoréu style.

Quem foi Rainha nunca perde a majestade

O Diamante Clube construido por garimpeiros. Vem ai  o Sétimo Festival do Pequi 2013. Igreja de pedras do garimpo no Monchão Dourado. Casas construidas com as pedras do garimpo são mais refrescantes. Mais sólidas. Higiênicas. Depuram o ambiente. 

Há mais, muito mais, no meu Brain Bank. Faço um break dizendo que quem foi Rainha do Diamante nunca perde a majestade. O garimpo deixou sequelas. Mas, deixou também altivez e garra para sairmos do buraco e chegar à superficie de imensas alternativas e possibilidades. Sem contudo degradar a beleza reinante. Assim como a natureza com o diamante lhe deu dias de glória e riqueza é exatamente a sua natureza, o seu entorno, seus rios, pedras e montes, que farão de Poxoréu a melhor cidade de Mato Grosso para se viver.  

Poxoréu tem duas riquezas: sua gente e sua natureza.

Esses são seus grandes trunfos. Seus principais  “produtos”. È com eles e por eles que cativaremos que faremos parcerias com empreendedores do bem e da modernidade. Portanto, não podemos repetir erros do passado. Nem descobrir a pólvora do desenvolvimento a todo custo. Poxoréu não deve acolher empresários trogloditas. Canibais do progresso sem nenhum compromisso e respeito pela historia e estórias da terra, que estupidamente, chegam, se escondem nas ilegalidades e vão patrolando e destruindo.

Venha ajudar Lapidar Poxoréu

Pronto, acabou o comercial. Não ocupo cargo na administração municipal. Sou voluntário de minha história, de minhas raízes. Mas, como disse, vim, vi, e gostei dos desafios. Ajudar a Lapidar Poxoréu é um das coisas mais gratificantes neste momento de minha vida. O meu Brazilian Day agora é aqui. Poxoréu é a minha Nova York. E se você nasceu em Poxoréu, venha banhar-se nas águas de sua infância. Se você tem parente e amigo em Poxoréu, venha. Se você está com estresse, depressão, melancolia, saudade, decepção política, amorosa, venha curar-se com o vento frio e quente canalizado pela mata bonita. 

Mande suas sugestões, ideias, críticas, para a prefeita Jane, a guerreira, a Amazoniada, desse pedaço de chão brasileiro. E se você nunca ouviu falar ou nunca esteve em Poxoréu, venha. Aqui você será Most Welcome. E se tiver um dinheirão ou um dinheirinho para investir em negócios do bem, do bom e do bonito, melhor ainda. Venha ajudar-nos a Lapidar Poxoréu!

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Meus agradecimentos a Rony Rocha, o Resolvedor, pela companhia sempre agradável e boas dicas da cidade.

E a Jailton Xavier por fotos aqui publicada;

Para o Carnaval no Diamante Clube Edilson 66.9631 4330: Liza 66.9979 7401

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Escreve que eu publico: www.oreporternahistoria@gmail.com

 

 

 

Trilha SonoraGames That Lovers Play James Last

DEZ ANOS.

E lá se foram dez anos sem alternativas de desenvolvimento e progresso. Dez anos anestesiando o impulso criador da cidadania. Inchando e sangrando o país. Embrutecendo a nação. Mesmo com  propaganda e otimismo presidencial raros são os setores nacionais com números positivos. Reais.

As duas maiores capitais sitiadas.

Cidadão-tiro ao alvo. Em tempo de guerra. Terrorismo civil facilitado pela desordem política. Má gestão pública. E a desmoralização de instituições. A maior delas: a do poder Legislativo federal, estadual, municipal. Na gestão Executiva não há um só município onde não haja corrupção. Roubo puro e simples de dinheiro público. O desvio de recursos federais continua.  Mais sofisticado. Com aval de gente graúda em posições estratégicas da máquina administrativa. A partilha prossegue.

13

Se o número 13 nos trouxer sorte, quem sabe, um dia, o Judiciário deixará de ser a mais lucrativa indústria “legal” do mundo. Com os intermináveis Recursos cabíveis. Embargos declaratórios. Embargos infringentes. “Penas excessivas”. “Penas pecuniárias”. Recursos aceitos. Infindáveis. Lucrativos.

Três jogos por 4/10/15 bilhões de reais.

Em Cuiabá, com menos de um milhão de habitantes, devemos fechar 2012 com uns 400 assassinatos. Com mortes no trânsito e por balas o Brasil lidera com  aproximadamente 100 mil mortos, anualmente. Mais que as mortes no Vietnam, Iraque, Afeganistão.

Mas, com a bola nos pés. Na Copa mais cara do mundo. Três jogos por 4/10/15 bilhões de reais. So far. Temos que tirar o 20 e ficarmos com o 13 na esperança que este seja um número de sorte e não de azar.

Em busca do tempo perdido.

 

Recém empossada a presidente Dilma disse que entre os seus livros preferidos está À La recherche du temps perdu. O título Em busca do tempo perdido, além de romântico, caiu bem ao paladar brasileiro sempre cheio de saudade. Mas, o livro de Marcel Proust não fala disso.

E Dilma não pode ficar em busca do tempo perdido pelo país por causa de Lula e a turma dele. Nem tampouco folheando as loucuras de Fernando Collor, sujeito pendente no Supremo Tribunal Federal. Responsável pela política externa do país no Congresso Nacional.

Não consegui terminar de ler.

Digo a verdade. Não consegui terminar de ler. São 3.500 páginas em sete volumes. Andei pelos volumes Tempo reencontrado e Sodoma e Gomorra. O autor resume o seu legado literário em “o pensamento é que deve recriar as coisas”. Para um enclausurado a teoria é mais forte que a pratica.

Marcel foi um menino asmático. Frágil. Não brincava como os outros meninos. Vivia cercado pelo mimo das tias. Com a morte da mãe isolou-se mais ainda.  Foi recusado pelo serviço militar. Não ir à guerra defender seu país era devastador para a imagem e o caráter de um jovem europeu.

A obra é reportagem de época. Paris das Luzes. A Europa da primeira guerra mundial. Proust foi um precursor da psicanálise na literatura. Um Freud dos livros.  Leitor de tudo. Com boa cultura livresca. Praticamente enclausurado foi fundo nas minúcias da vida, do cotidiano. Descobridor de detalhes. Ele buscava nas letras o tempo perdido de sua juventude.

Sem o Rádio e a TV o livro dava arte, música, cultura, religião, memórias. Proust ta mais para um enciclopedista. Livro da moda. Um clássico da literatura quando os livros eram a maior forma de educação e cultura da humanidade. As pessoas, de fato, começavam e terminavam calhamaços como D.Quijote, Guerra e Paz, Enciclopédias, Dicionários, Almanaques. Dos contemporâneos de Marcel Proust eu prefiro Romain Rolland. Um detalhista de caráter, cores, situações, amores.

Cada época, seu livro.

Com o advento do pocket book grandes obras ficaram disponíveis a preços populares. Era in entrar no metrô de Nova York e de Paris, ou sentar-se numa praça, parque, calçada de museu, cinema, lendo Virginia Wolff, Aldous Huxley, Jean Paul Sartre, Simone, Joseph Conrad, Albert Camus. Arthur Miller, Capote.

E a garotada politizada mostrava orgulhosos os livros de Nietsche, Marcuse, Castaneda, Galeano, Regis Debray, Gabriel Garcia Marques, Che Guevara. O livro na mão servia de senha para status, sinal de inteligência, encontros e namoros.

Dilma jogou luz na escuridão da ignorância.

Ao dizer que lê a presidente Dilma jogou luz na escuridão da ignorância. Da mediocridade. Incompetência. Burrice. Colocou borrifos de esperança na desesperança causada pelos maus exemplos da instituição presidência da República. Ilumina caminho para o tempo perdido em dez desastrosos anos em Educação, Cultura, Política Externa.

A diplomacia presidencial de baixa qualidade distanciou o Brasil dos centros de Tecnologia, do Saber, do Conhecimento, da Ciência, da Modernidade. Sugiro que a presidente leia:

As memórias de Henry Kissinger, Winston Churchill, Margareth Thatcher, Golda Meyer, de Bill Clinton, Ghandi, Willy Brandt. Tudo que puder de Bismarck. Rio Branco. Oswaldo Aranha. Silveirinha. Roberto Campos. Delfim. Nóbrega. Biografia é um excelente gênero para quem lida com personalidades, com líderes mundiais.

Dilma não precisa e não terá tempo para ler catataus. Ponha gente capacitada do Itamaraty para lhe dar briefing históricos, diplomáticos. Inside info de perfis de mandatários e personalidades com os quais ela pode se encontrar, conversar.

Cercar-se de pensadores do novo. De escritores. Cientistas. Poetas.

Logo após a posse de Dilma sugeri neste espaço que ela não entulhasse a sua agenda com figuras carimbadas do mesmismo político-eleitoral. Que se livrasse de espertalhões e bajuladores. De dinossauros que usam a nostalgia “ideológica” em proveito pessoal e de grupinhos.

O Brasil cordial foi para o espaço. 

Chacinas, torturas, incineração de corpos. Não se deve blindar ou esconder  a banda podre do país. Podemos ser campeões em perversidade. “Ela coube inteira no forno. Só a coloquei lá dentro, fechei e fui embora” relatou o jovem cuiabano que assassinou e incinerou  uma moça no forno de sua pizzaria. Uma criança de 4 anos foi arremessada num rio a 25 metros de altura. Crianças atacam professoras. Jovens esbofeteiam idosos. Culpar a droga e a falta de religião é uma tangente fácil, cínica. A canalhice de governantes contamina pessoas. Embrutece o país. Estamos assombrados, céticos, cínicos no salve-se quem puder. E o país que se phoda.

A mulher pode ajudar a desbrutalizar o país insistindo em valores morais.

Insistir na aprovação do novo Codigo Penal. Viabilizar recursos para a construção de prisões. Muitas prisões, sem lixo humano. Penitenciárias para graduados e colarinhos branco. Usar a caneta e a determinação de governo não patrocinando lixo, grosseria, vulgaridade, na TV. A principal educadora do país. A crueldade e a impunidade no trato com recursos públicos incentivam a crueldade com a pessoa fisica.

O Brasil Carinhoso, boa idéia mal trabalhada.

O Brasil Carinhoso perde força no meio da grosseria. Do escracho. Baixaria, baboseiras, superficialidades, irresponsabilidades. Em horário nobre, e outros, da grade televisiva brasileira. GTB que não discute. Não reflete. Não participa dos anseios nacionais por melhorias éticas. Noticia, mas, não informa. Quando informa, não educa. Critica, quando interessa, para mais vantagens.  Pouco opina. Praticamente zero em comentário e  análise de polític externa. Coloca legenda de voz em imagens vistas em todos os canais. Consolida-se no país a cultura do Tudo por Dinheiro. “Genialidade” vidiotizante de TV-concessão-pública.

Dilma não é Cristina “Evita” Kirchner.

TV é concessão pública. Mas, há muito deixou o interesse público pelo objetivo único de ganhar audiência. Mais IBOPE. Mais publicidade. Mais faturamento. Mais poder político. Manipular a imagem e a carreira de políticos espertalhões. E faturar nos dois lados da moeda de troca. Vejo a TV brasileira como um ente fora do contexto. Um ET que não tem nada a ver com a nação. Só com seus interesses. Mas, Dilma não é Cristina “Evita” Kirchner. Nada de censura. Nada de perseguição.

Descartar lixo televisivo.

Ordenar o BNDES, Caixa Econômica, Banco do Brasil, Petrobrás, para ficarem longe de idiotioces televisivas. Ou participa e colabora do esforço nacional de desbrutalizar o país ou está fora da polpuda verba publicitária do governo. Mas, para ver e enxergar. Captar e traduzir o lixo da televisão é preciso cercar-se nos próximos dois anos de pensadores modernos. Gente criativa de boa formação acadêmica. De cientistas. Escritores. Poetas. Publicitários da modernidade. De alquimistas de sonhos.

Acabar com a concessão pública de Rádio e TV.

A presidente Dilma deve terminar o seu mandato acabando com a concessão pública de Rádio e TV. Essa decisão extraordinária mudará o Brasil, para bem melhor. TV no Brasil é um family bussiness. Cada familia que se vire. È preciso ensinar o povo a exercer o poder de sua audiência. È o consumidor que deve “censurar”. Que deve mostrar seu senso cultural, seus principios morais. Pressionar patrocinador a não bancar programa que não lhe interessa. Programas e principalmente novelas que não ajudam a nação a sair do atoleiro moral e cultural.

Há décadas estamos nessa “linha” cultural

Numa tietagem improdutiva. Babaca. E qual tem sido o resultado? Mais crime. Mais brutalidade. Mais ingnorância. Mais baixa consciência politica. Mais egoismo nacional. Mais impunidade. Por ser classe C esta só merece o grotesco, o feio, o absurdo, a picaretagem, o escracho, o vulgar, a malandragem, o jeitinho, com uma geladeira e um ventilador? A vanguarda operária esfarelou-se. Classe média sem consciência politica é um barril de pólvora. Mais brutalizada a classe média danificará o que resta dos alicerces da nacionalidade. Viveremos sob os horrores do grotesco e da grosseria coletiva.

Chega de isenção fiscal para TV. Do toma lá, da cá.

Chega de isensão fiscal. De cano no INSS. De quem fatura milhões à custa de concessão pública. O governo  tem que parar de patrocinar porcaria, lixo televisivo, merreca cultural. Gente da “vanguarda proletária” que fala, da boca para fora, em enquadrar a mídia não vai gostar da ideia de acabar com a concessão pública. Controlar de cima para baixo é sempre bom. Ditar o que quer. Manipular na safadeza autoritária, e com verbas estatais, é ótimo. È o eterno toma lá, dá cá. Mais verba, mais apoio eleitoral.

Usar o café da manhã para amenidades produtivas.

Usar as reservas da nação. È só convidar.

Conversa inovadora. Papo de conhecimento. De alternativas. Um café-bolo de queijo com Adélia Prado. Um almoço com a mineira Maria Elvira Salles Ferreira. Uma “conversa mole” com Caetano Veloso. Uma dica de Delfim. Ouvir militar graduado da reserva, que sabe das coisas, não fere a hierarquia militar. O mesmo com embaixador aposentado. Reitores de universidades. Gente com 30/40/50 anos dedicados ao Brasil.

Para melhorar o seu desempenho de gestão Dilma tem que deixar idéias novas entrar na presidência. Driblar a patrulha “ideológica de antanho”. Fazer atalhos. Cercar-se de pensadores do novo e não do velho. A turma dos oito anos foi eleitoralmente boa. Mas de baixa consciência política renovadora. Repetidora de mantras e dogmas. Manipulada pela “vanguarda” esperta enveredou-se pelas práticas e erros conhecidos pela história do autoritarismo. Do voluntarismo. Do culto à personalidade.

Diplomacia presidencial charmosa, cativante.

Dilma não deve deixar-se engessar por manobras de assessores da bajulação de olho em promoção pessoal. Nem por caolhos ideológicos. Por exemplo, em Londres, visitar Margareth Thatcher. Telefonar para Hillary Clinton desejando-lhe melhora. Pegar o celular vermelho e levar um papo com a brasileira Sílvia, Rainha da Suécia. Conversar com Ângela Merkel. Praticar uma diplomacia presidencial elegante. Cativante no trato. Ministro não substitui o charme de uma presidente.

  

“Terceiro mundo”. Hugo Chávez. Moreno. Noriega. Raul Castro. Cristina Kirchner. Evo Morales. Ditadores. E sanguinários. Delegar para Patriota, Celso Amorim, Marco Aurélio Garcia, Samuel Pinheiro, e outros “gênios” da estratégia de “pancadas de baixa intensidade nos Estados Unidos” para a dobradinha com Chávez, Gadafi e o baixinho do Irã. Amigos e irmãos do “tempo perdido”.

Abrir as janelas da presidência à Modernidade.

Limpar mofo. Acabar com os “cupins”. Dilma está correndo atrás do prejuízo. Dois anos de seu governo apagando incêndio. Acomodando para não explodir. O tempo perdido com a inutilidade das muitas viagens da “diplomacia” pessoal-presidencial não se recupera. O Bebê de Rosemary é filme com Mia Farrow. Com Dilma, nesses dois anos que lhe restam, tem que ser bola pra frente.

Interlocutores e alvos da diplomacia presidencial brasileira foram expulsos do trono. Alguns presos. Exilados. Esmagados pelo seu próprio povo. O tempo de presidente não lhe pertence. È da nação. E foram tempo e recursos perdidos. Ruins para o Brasil nos centros decisórios. Imagem e percepção da diplomacia brasileira foram chamuscadas.

A diplomacia pessoal desviou o foco de prioridades nacionais.

Foi usada para dobradinhas de negócios petrolíferos. Para nos meter na “fria” do Haiti transformando o Exército brasileiro de força de Paz e União em policia para combater gangues, traficantes, bandidos. Mais de um bilhão de reais na avidez de assento permanente no Conselho de Segurança Nacional da ONU. E delírio maior: lançar o nome de Lula para Secretário Geral das Nações Unidas. Uma jogada de marketing de Hugo Chávez praticada por Evo Morales ao descobrirem a “viagem” pessoal do presidente do Brasil. Alimentada por assessores “plantados”.

 

300 milhões de dólares do povo egípcio no nome de Alaa e Gamal filhos do deposto e preso ditador Mubarack estão retidos no Banco Credit Suisse. 36  milhões na Espanha. Milhões do povo líbio perdidos no mundo da especulação e da lavagem. Grande parte da década perdida pelo Brasil deve-se à baixa qualidade da diplomacia pessoal com gente dessa laia. Com “o amigo, líder, e irmão Gadafi”.

Ligação e apoio pessoal a ditadores. A governante com brutal desrespeito aos direitos humanos. Obras no exterior com aval, empréstimos, financiamentos, para empreiteiras patrocinadoras de eleições e “presentes”. Assim sendo a tarefa nos próximos dois anos não é revirar o lixão da herança. Ficamos uma década na agenda externa de Hugo Chávez. Há que criar uma agenda Dilma de política externa.

Recuperar a boa imagem da diplomacia brasileira.

Com os escândalos de corrupção nas principais manchetes e horário nobre do planeta. Com o jeito anárquico de tratar assuntos de Estado. O mau uso da diplomacia presidencial fez da política externa brasileira um ente not reliable. Nada pior para a diplomacia de um país do que ser tachada de não confiável. È aquela desgraça de frase atribuída a Charles de Gaulle, verdadeira ou não: o Brasil não é um país sério. Apelidos pegam. Escapulidas na noite com “assessoras” se descobre. Imagens, como cicatrizes, ficam.

Dez anos na vida de um país é muito.

Dez anos na vida de um jovem, de pessoa sadia e atuante, não é muito. Mas, dez anos na vida de um país, representa muito. Aeroportos construídos.  Ferrovias. Estradas. Portos. Hospitais. Escolas. Descobertas científicas. Duas gerações de formandos. Tivemos uma década perdida. Irrecuperável.

Continue lendo presidente Dilma.

Não se pode ficar em busca do tempo perdido. A que construir tempo novo. E não se consegue isso sem descartar lixo. Triturar entulho. Exonerar. Demitir. Pedir para se afastar. Sugerir que vá descansar e ditar memórias. È do velho que se constrói o novo. Que assim seja em 2013. Continue lendo presidente Dilma. È um bom exemplo. E a nação precisa de bons exemplos da presidência da República.

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