Arquivo do mês: maio 2013

Trilha sonora: 12 Stenka Razine

Entrei. Sentei. Levei um susto. O cinto me envolveu. O General* ficou rindo. Em uma de minhas viagens a Nova York saímos eu e Carlos Wattimo para dar uma volta em seu carro novinho. Daqueles que já vinham com o cinto de segurança automático. Teimoso, descuidado, irresponsável, queira ou não, o cinto te prende no assento. Coisa da tecnologia USA. Berço do automóvel.

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No Brasil, a implantação do cinto de segurança foi/é um parto. Milhares de mortes no trânsito. Milhares de paraplégicos. Milhares de órfãos, viúvos, viúvas. Aposentados precoces sangrando mais ainda os cofres da nação. A cultura do atraso é abrangente.

Voltados para o fiofó do mundo. Embalados por delírio Terceiro mundista quando não há mais Segundo Mundo. Vivemos na rabeira das descobertas, inovações, alternativas. O que não é mais novidade nos países desenvolvidos chega aqui. E faz sucesso. Somos o maior e mais rentável palco do mundo para astros dinossáuricos da música pop. Praças e Ruas do país intransitáveis por ambulantes vendendo bugiganga há muito descartado. Porcarias made in China viram souvenir de luxo.

Um quarto de século depois o cinto de segurança faz parte da vida de quem dirige. De quem não dirige.

Era in fumar.

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Bogart e Rita-Gilda. Era bonito fumar. 

Nunca fui daqueles inveterado. Iniciei como os moleques de minha geração com Elmo, Continental, Astoria, Mistura Fina, sem filtro. Raquítico, com um histórico de vermes. Criança, eu comia terra de formigueiro lá no Coité, distrito garimpeiro de Poxoréu/MT. Era só tragar, ficava meio tonto. Fumavam ao meu redor. Eu também tinha que fumar. E por que não? Se os meus astros e estrelas  do cinema fumavam! Era bonito fumar. Humphrey Bogart, Rita Hayworth, John Wayne, Lana Turner, davam o exemplo de elegância. Conquista. Coragem. Imagina entrar num bordel sem cigarro na mão! Na escola. No futebol. Na Rádio. No Jornal. Era in fumar. Assim que magérrimo, mal alimentado, “estudante profissional” da agitação política, cheguei a Moscou com o bacilo da tuberculose.

O papiroska russo

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O Kremlin. O rio Moscou. Carteira de cigarros Pavlova. No hospital com tuberculose linfática. No centro, Vassili. Ele passou cinco anos preso na Sibéria onde contraiu tuberculose galopante. O hospital com huligani, ladrões, prostitutas, alcóolatras, foi a minha outra universidade. Com parasitas sociais conheci a outra Rússia. As narrativas de Vassili eram fantásticas.

Em Moscou, passei um ano fora da universidade em tratamento de tuberculose linfática com doses cavalares de antibiótico. E o cigarro, num rapaz que padecia de fome crônica, claro que fez mal. Daí a miopia e a calvície. Em contrapartida graças à saúde pública soviética, curado para sempre. No hospital e no sanatório não se fumava. Mas, ainda dei umas tragadas às escondidas. O cigarro russo horrível. Pabeda,  Pavlova, Sputnik, sem filtro. Cigarro comprido, mas só metade de fumo.  Ficava-se mastigando a outra metade do papiroska. Vendia-se mais carteira que maço a 30 kopeike.

Marlboro, a maravilha norte-americana.

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Tatiana, enfermeira, padruga. Depois do hospital, o sanatório às margens do rio Volga. O cowboy mata.

Foi em Helsinki, lavando pratos em restaurante, onde  descobri o maço vermelho e branco do cowboy. Cigarros Marlboro. Uma maravilha capitalista. Nas férias de verão, junho a agosto, eu ia ganhar alguns dólares na Finlândia, Suécia, Dinamarca. Catei batatas nos arredores de Londres. Passei momentos afrodisíacos com noviças de um monastério na Bavária. Como um camelô agente do imperialismo eu voltava do Ocidente com a mala cheia de cigarros, LP de Andy Willians, Frank Sinatra, calcinhas, batom, esmalte, e “perigosamente” exemplares do livro Doutor Jivago. O filme proibido na União Soviética eu assisti em Estocolmo. Entre a turma fazia o maior sucesso fumar Marlboro. Adorava colocar e tirar calcinhas de nylon nas minhas dievuski.

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Geraldine Chaplin com um gorro de inverno parecido com o de Julie Christie na Rua 46. O filme proibido na URSS. E Lara maiá daragaia forever.

Já contei neste espaço como anos depois na esquina da Quinta Avenida com a Rua 46 fiquei frente a frente com a inesquecível Lara. Era inverno. Julie Christie caminhava em direção aos teatros da Broadway com um gorro branco, lindo, e uma capa preta de corte londrino. Não resisti e fiz o que nunca faço: abordar uma mulher na Rua. Mandei em russo: dobri dien Lara. Surpresa, ela desajeitada, virou-se e riu. Dançou. Puxei conversa.  O território era meu.  A Rua brasileira de Nova York.  As voltas que o mundo dá.  Quem diria, em Moscou, que um dia eu convidaria para um cafezinho brasileiro a russa que levou Doutor Jivago (Omar Shariff)  à loucura. A bela e mortal loucura do amor.

O cigarro em Nova York

Voltei a fumar em Nova York. O cigarro ainda fazia parte do glamour da Big Apple. No boom das discotecas todo mundo fumava cigarro e outras coisas mais. Deixei o Marlboro. Passei para o Winston. Kent. Vice Roy. De volta ao Brasil desandei a fumar e a consumir doses industriais de destilado.img071

Revendo a foto reafirmo que eu era estúpido e não sabia. No palco, cercado de inflamáveis por todos os lados, de frente para o público, com cigarro na boca.

Sempre quis parar. Mas, a combinação cafezinho-cigarro-whisky- fazia parte do ambiente doméstico e político que eu vivia no governo de Mato Grosso. Em Cuiabá, sempre faltando energia elétrica, o comércio fechava mais cedo. Nos embalos noturnos na minha casa a Rua Alemanha sempre faltava cigarro. Por mais viciados poucos compram pacotes de cigarros. Sempre naquela “um dia vou parar, por isso compro só um maço por vez”.

As três, quatro, da madrugada, às vezes, comprava-se cigarro na Rodoviária. Ainda não havia as Conveniências nos postos de gasolina. Mas, havia a boate Bataclan para onde o motorista, ou taxista, iam com a missão de não voltar sem cigarro.  Putaria, álcool, outras cositas mais, sem cigarro não funcionava. Revirava-se tudo a procura do ultimo cigarro. E a luta continua. Com notícias positivas para o bem estar da saúde pública do Brasil.

Parei em 1990

Adolescente, fumei. Estudante universitário em Moscou, fumei pouco. E parei. Em Nova York, fumei. Em Mato Grosso fumei muito. Estando em Belo Horizonte fui levado por uma amiga a uma acunputurista canadense que prometia a cura do vicio. Um dia após as agulhadas desembarquei em Nova York. O antitabagismo gerava discussões. Os aviões deixaram duas filas de poltronas, no fundo, para o fumacê.  Na sequencia, em Nova York cortaram para sempre o cigarro nos aviões, trem, ônibus, táxi.

Mais e mais restaurantes reservavam pequenas áreas para fumantes. Eu vivia com uma fumante. Milhares desciam dos arranha céus para fumar nas amplas calçadas da Park e Sexta Avenidas. O cigarro deixou de aparecer na TV. Filmes com histórias de câncer por causa do cigarro se repetiam. Os fabricantes mudaram o marketing. O cigarro ainda dá muito lucro. O cigarro continua matando.

José Serra e o cigarro

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Número de fumantes diminui pela metade no Brasil

“O número de brasileiros que fuma regularmente está em queda. De acordo com uma pesquisa recente realizada pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca) em parceria com a Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos, a taxa de tabagismo no país foi reduzida em quase 50% nos últimos 25 anos. Segundo o levantamento, se o Brasil não tivesse implementado nenhuma ação de controle do tabaco, a prevalência (percentual de fumantes) em 2010 seria de 31%”.

Em menos de 25 anos, população tabagista passou de 31% para apenas 16,8%.

“Isso significa que aproximadamente uma em cada três pessoas, com 18 anos ou mais, seria fumante. Em 2010, a proporção de tabagistas no país foi estimada em 16,8%. Com base nesses números, calcula-se que pelo menos 420 mil mortes foi evitado nesse período. O sucesso na redução do consumo do tabaco se deve principalmente a algumas leis, que restringiram a propaganda e proibiram o fumo em locais fechados”.

De São Paulo para o mundo.

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“Estima-se que a lei Antifumo (nº 13.541/09) contribuiu para reduzir em 9% o número de fumantes”. O país já alcançou muitos avanços na luta contra o tabagismo, mas o número de casos novos relacionados ao fumo é preocupante. É preciso regulamentar definitivamente a lei dos ambientes 100% livres do tabaco e dar mais um grande passo em prol da saúde dos brasileiros”, diz o diretor-geral do INCA, Luiz Antonio Santini”.  (Do Mídia News /MT).

No Dia Mundial da Luta contra o Tabaco: Parabéns José Serra.

Serra 2No Brasil do esquecimento. Politicagem em tudo. Desinformação. Idiotice. Atraso. Malandragem eleitoral.  Esperteza “doutrinária”. Na década perdida, citar, elogiar, José Serra, significa despertar a ira das patrulhas que blindam todos os vícios imagináveis. Não sou do PSDB. Não sou do PT. Sou do Brasil.

Como o país precisa de mais suor dos que fazem e menos saliva dos que vivem engabelando a população parabenizo José Serra, no Dia Mundial da Luta Contra o Tabaco. Por sua luta tenaz, “antipática”, e vitoriosa contra o cigarro. Como ministro da Saúde do governo FHC. Como governador do estado e prefeito da cidade de São Paulo a sua obra alcançou o mundo.

No Brasil, obras e “coisas” úteis demoram a ser construídas. A obrigatoriedade do cinto de segurança foi/é uma luta constante. Não fumar em recintos fechados. Ver médicos e enfermeiras fumando. Não fumar em geral é/será uma luta constante. E a vitória dessa luta depende de mulheres independentes. E de homens públicos como José Serra.

 

untitled.pngIpanema disco*General é o apelido carinhoso que Benito Romero, líder da comunidade brasileira em Nova York, presidente da Casa do Brasil, deu a Carlos Wattimo.

O gaúcho servia ao Exército dos Estados Unidos. Nos dias de folga chegava na Rua 46 fardado, medalhas no peito, condecorado, boina. Era orgulho para todos nós. Benito avisava: “hoje tem baile lá no meu Apê” ( Rua 47, das pedras preciosas).

“Nosso General chegou. Não é qualquer comunidade aqui  em Nova York que tem um General”.

Carlos Wattimo ficou famoso também por abrir a discoteca Ipanema no coração da Broadway e com imenso sucesso a New York City disco em Ipanema. Rio.

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Trilha sonora: 01 The Lonely Bull (El Solo Toro) Herp Albert

 

Escola de música? Orquestra? Fanfarra? Sopro?

 

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Interessante a sua preocupação em Samba Book do Martinho da Vila. Dos mais de cinco mil municípios em quantos há orquestra estadual, fanfarra municipal? Escola de música? Quantos brasileiros estudam com afinco para sustentar a variedade de bons ritmos que temos? Por que se preocupar com a qualidade musical do Brasil que já foi grande exportador de música clássica e popular? Para que se preocupar se temos o Mestre de todos os instrumentos. Nunca antes na história deste país houve ou haverá um fotógrafo como ele. O jogador de todas as posições: Presidente, Vice-presidente, Articulador, Pensador, Lobista. Compara-se a Jesus, Lincoln, Mandela, Hugo Chávez, Getúlio Vargas, Deus. Doze anos perdidos em Tecnologia. Ciência. Pesquisa. Modernidade. Em baixa qualidade musical. Tal maestro, tal músicos. Importamos médicos. Engenheiros. Matemáticos. Por que não importar saxofonista. Bom em violino, trombone, flauta, clarinete? Paulo do Sax. Poços de Caldas/Miami.

Companhia Nacional de Danças e Ritmos.

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Lembrou bem. Uma vergonha o governo não manter um Balé Nacional de Danças e Ritmos. Temos maravilhas de norte a sul. Só no Nordeste a gente conta uns dez ritmos excelentes para exportação. Levanta qualquer um da cadeira. A Bossa Nova mexeu com o universo musical. Vê se a Poderosa Platinada valoriza. Mete a música nacional em seu pior horário da madrugada. Um lixo de programa na “privada” da grade. O velho jabá salgando programas de massa. Se não pagar não é conhecido. Também com esses presidentes e ministros de Cultura o melhor da produção musical, artística, literária, vai para o luléléu. Afinal, o que presta no Brasil? Saúde e Segurança, pública? Estradas? Escolas? Trânsito? Aeroportos? Portos? Simão, BH.

 

 

A culpa é do útero materno e da mortadela.

Pelo Estatuto da Criança e do Adolescente o tempo máximo de “prisão” é de três anos. Com menor praticando mais e mais crime  hediondo, torpe, o desembargador Antônio Carlos Malheiros, Coordenador da Infância e Juventude do TJSP ensina: “a redução da maioridade traz castigo duplo para juventude, que já foi castigada pela ausência do Estado desde o útero materno”. Estou careca de saber que falta investimento em educação, cultura. Que há desagregação do núcleo familiar e escolar. Que as prisões são horrendas. Então por isso o governo deixa menores assassinos sem a devida punição? Que se construam prisões. Ou se transforme esses estádios bilionários vazios depois da Copa em penitenciárias.

Lula se vangloria ao contar que o irmão roubava mortadela. É a cultura do “pobrezinho, coitadinho, ladrãozinho”, desde pequeno. A culpa não é  do menor que ateia fogo, enforca, mata friamente. “Ele foi jogado ao crime hediondo, pela burguesia, pela sociedade, pelo Estado capitalista”. “Primeiro, é preciso derrotar as classes dominantes. Construir um novo Estado e quando isso acontecer não haverá menor criminoso”. Enquanto essa vitória não chega, toma mais crime. Mais vítimas. E a sociedade amedrontada e sangrando. Ninguém quer menor na prisão. Mas tem que mudar a lei que não é pétrea coisa nenhuma. Sabendo que vai para a cadeia desde os 15/16/17 anos o moleque não ateará fogo em pessoa de bem. Ricardo Salles. Jales, SP.

Depois do fogo, enforcamento, decapitação.

imagesCALWV1FIimagesCAZ93250.jpgforcado untitled.pngcabeça

Estava lendo seu blog no qual descrevia a Via Apia como sítio para exibir os enforcados do regime romano quando vi a Ilze Scamparini em reportagem falando do mesmo caminho histórico. Quatro coitadinhos do Lula/Cardozo/Carvalho amarraram, torturaram, queimaram um casal de idosos na zona rural de Sorocaba. Os bandidos passaram corda no pescoço e iam para o enforcamento. Na procura de árvore ou tronco resolveram queimar o homem com soda cáustica e álcool. Crime de menor está altíssimo no Rio/SP/. O Brasil Carinhoso tá infestado de bandidos cruéis. Tomara que apareça enforcados nos postes da Esplanada dos Ministérios e que as Herodias do poder recebam cabeças em bandejas. Talvez nesse dia o governo “carinhoso” faça um mutirão e ponha freio nessa carnificina “protegida”. Lula/Dilma são responsáveis sim por cada crime hediondo no país. Quem cala, consente. È cúmplice. Professora Izabel Maia, avó de vitima da crueldade. Taguatinga, DF.

Menor de 15 anos tatuava caveira para cada assassinato praticado. Ele foi preso em João Pessoa suspeito de seis homicídios. Na turma ele liderava pelo número de caveiras. Pistoleiros marcavam no cabo do revolver o número de mortos. Assassinos mirins se orgulham de caveiras, sinais no corpo. Isso está generalizado no país. Mas, as Donas lá do governo não querem enxergar. Severino, Brasília.

Mais um dentista queimado

1314853.jpgdentista queimadoO  jovem dentista Alexandre Peçanha Gaddy teve cerca de 75% do corpo queimado. Christianne Peçanha Gaddy, irmã do dentista, disse à Folha de São Paulo que o estado de saúde dele é gravíssimo. “Ele foi submetido a uma cirurgia logo após dar entrada no hospital. Agora ele está na UTI”.

O  crime aconteceu no último dia 27 em São José dos Campos/SP. Duas pessoas invadiram, reviraram o consultório a procura de dinheiro. Não encontrando fizeram o mesmo que o menor fez com a dentista Magaly na capital. Atearam fogo. O alarme disparou. O Corpo de Bombeiros salvou o jovem dentista  que está entre a vida e a morte. Maria/SP.

37 estupros por dia nas contas “do Rosário”

“As estatísticas da Segurança Pública mostram que desde 2010 vem aumentando a média diária de estupros. Naquele ano, eram registrados 27 casos por dia. Em 2011, foram 28, e, no ano passado, 35. Até agosto de 2009, a lei que tratava de crimes sexuais diferenciava estupro de atentado violento ao pudor. Desde então, os dois crimes passaram a ser considerado estupro. Num primeiro momento, a mudança provocou uma alta nas estatísticas que está atingindo patamares ainda maiores”.

Comento que o governo de São Paulo está travando essa batalha sem a devida ajuda do governo federal. Foi criado o Conselho Governo & Sociedade com 32 conselheiras que acompanharão os estudos e casos. O governo federal gasta ou “aplica” dinheiro eleitoral em comerciais de TV. Patrocina passeatas com “Coração, gente de branco, flores, cartazes pedindo para não estuprarem. Diga não à violência”. Coisa de mobilização passiva, “caridosa”. O slogan de Maria do Rosário Secretária/Ministra de Direitos Humanos deve ser: “não toquem nos meus bandidinhos”. Ela a sua turma tem sim poder para virar o jogo real a favor das mulheres. Por que não o fazem? Porque estão intoxicadas de baboseiras ideológicas dos sec. 19/20.

Idiotice do Brasil Carinhoso. Cresce o número de estupros por todo o país. As Dondocas do governo federal acreditam que bandido estuprador será ressocializado. Que menor não deve ser preso e condenado por muitos anos, pois, as prisões são chiqueiros e universidades do crime pior. Enquanto o governo constrói estádios de futebol e elas lá da Cópula se masturbam com a ideologia dos fracassados mulheres são barbaramente queimadas, espancadas, estupradas. O silêncio da Coroa é ultrajante. Ela como o Cara faz tudo pela reeleição. ” Não é por ai” diz  quanto à maioridade penal. Ruth Souza Lima. Brasília.

Lola Benvenutti: “Já passei de mil há muito tempo”.

Gabriela-Natalia-da-Silva“Faz a conta: dez por dia, em um ano, já são mais de três mil”.

Gostei da salsa Ave Maria Lola em seu tributo a Lola/Lolita. Pelas contas Lola Todos Bem vindos já trepou com mais de três mil. “Desde que a minha história explodiu, aumentou muito a demanda e precisei subir o preço para dar conta. Hoje, cobro R$ 350 por hora. Poderia até cobrar mais, mas acho esse um valor legal, que permite aos clientes voltar sem pesar tanto no bolso. Nunca usei drogas. Nunca nem experimentei. Não faz parte do meu universo. Para dar conta da rotina tão intensa de trabalho, o único segredo, diz ela, é “gostar do que faz”. Sempre digo que só aguento porque gosto. Seria muito difícil se não tivesse prazer. Se você já vai com cara amarrada cada vez que chega ao quarto, fica complicado”. Junior/Jaciara/ MT.

Crédito a Xuxa

“E ouvir contar que as jovens estão “ficando” com vários garotos nas festas, se gabam de ter beijado cinco, dez ou 15, nem sei. Outra leiloa sua virgindade, todas se vestem de maneira provocante-e vamos dar esse crédito a Xuxa: foi a partir de seus programas na televisão que a infância começou a ser sexualizada e que as crianças se vulgarizaram, passando a ter, como sonho de consumo, sapatos de saltinho, unhas pintadas, boca vermelha de batom, como verdadeiras chacretes em miniatura. È claro que o ideal é que as meninas sejam respeitadas, mas, para isso, é preciso também que elas ajudem”.

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“As famílias devem orientar os filhos a serem seres civilizados, claro, e ao mesmo tempo ensinar às filhas a não usarem shortinhos, minissaias de um palmo, jeans que mal cobrem a virilha, tops mínimos, camisetas em cima da pele e por aí vai. Se aos 13,14 anos, a sexualidade dos meninos está exacerbada, não deve ser só deles; a delas também. Desde que o mundo é mundo as mulheres gostam de provocar, de se exibir, de se sentir desejadas. Faz parte do jogo. Mas a sexualidade masculina é mais violenta e é ai que mora o perigo”. Danuza Leão na Folha de São Paulo.

Acrescento que os produtores, diretores, donos de TV, que usaram a Xuxa também são culpados pela banalização da criança brasileira. E o processo segue com novelas, BBB, nus, danças, posições pornográficas. A nossa TV vulgariza a criança e a mulher brasileira. Estimula a prostituição e a delinquência. E o governo via Petrobrás, Caixa, Banco do Brasil, etc., etc., patrocina o lixo cultural/televisivo. É só pesquisar  e ver como estamos com a geração educada por Xuxa, dança da garrafa, sexo aberto em bailes punks, novelas e +porcarias. Regina. Miami.

Médico do atalho.

Mais um atalho na saúde pública. O Dr. Luis Ignácio não fez merda nenhuma pela infraestrutura do Brasil. Não fez nenhuma reforma de base. Com os escândalos de corrupção e precisando de “aliados” deixou a reforma política para o “futuro”. Não fez a prometida reforma Tributária, Fiscal. Não uniu as Policias Civil e Militar. A Segurança Pública é uma bosta, cada vez mais fedorenta. Pior ainda a Saúde Pública. Em pesquisa imparcial mais de 70% de brasileiros não aprovam a política de saúde pública do governo Lula/Dilma.

Ai como sempre fazem: vem o atalho canalhice eleitoral. Importar médicos. Criminosamente jogam para o eleitor. O povo pobre precisa de médico. E médico brasileiro não quer atender pobre. Ou seja, médico brasileiro é um f.d.p. desumano. O mesmo discurso safado das “elites”. De jogar brasileiro contra brasileiro. O que o maior lobista das elites empresariais do Brasil e maior exemplo de fidelidade à esposa e a família fez pela medicina do seu país? Injetou as universidades de “ideologia ultrapassada”, de politicagem. Cada universidade federal uma Seção Eleitoral. Reduziu o Conhecimento, o Saber, a Ciência, em plataforma de campanha política. Tenho filho médico honrado, humanista por DNA. Esses malandros políticos acham que médico cubano, português, espanhol, africano, ao conversarem ou tocarem no paciente vai curá-lo?

E as filas para exame médico, laboratório, medicação, leito, hospital, cirurgia? È muita canalhice achar que médico é Deus como a sexóloga Marta Suplicy em mais “um casa-mente” faz ao proclamar que Lula é Deus. Na realidade quem paga e administra a medicina popular no município é o Prefeito. E tem muito prefeito de merda que dá calote em médico, não tá nem aí para o atendimento hospitalar. Lula e Dilma estão retalhando o Brasil de atalhos em todas as esferas da administração. Ir fundo nos problemas e soluções? Não fazem. Epaminondas, Santos/SP.

“Não faltam médicos, faltam condições de trabalho e carreira digna”.

Pelo menos 300 médicos participaram do ato público “Revalida, Sim!”, pelas ruas da área central de Cuiabá. O protesto foi organizado por cinco entidades da área de saúde. Os profissionais gritavam palavras de ordem, como “Médicos na rua, Dilma, a culpa é sua!” ou “Revalida, Sim!”, como parte de um movimento nacional contrário à ‘importação’ de médicos estrangeiros para o Brasil, principalmente de Cuba e Portugal, proposta pelo governo federal.

Medicos-na-AVenidaPelo diretor do Sindicato dos Médicos de Mato Grosso (Sindimed), Werley Peres, o movimento não é de cunho xenofóbico. Ele explica que a reivindicação das entidades médicas é para a manutenção da obrigatoriedade do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições Estrangeiras (Revalida), realizado pelas universidades “Em todos os países existe um sistema de avaliação de profissionais estrangeiros, para ver se eles estão aptos a tratar das doenças típicas do país e se a língua falada é compatível”, argumenta o diretor. Segundo o Sindimed, no último Revalida realizado em 2012, dos 884 candidatos estrangeiros, apenas 77 foram aprovados, ou seja, o índice de reprovação chega a 92%.

Atualmente estão em plena atividade no Brasil 4.534 médicos estrangeiros, que passaram pela revalidação nos últimos 12 anos. Durante o protesto, os manifestantes seguravam diversas faixas em que se lia: “Não faltam médicos, faltam condições de trabalho e carreira digna”; “Para atender brasileiros, só revalidando diploma” e “Presidente Dilma, o Brasil não precisa de mais médicos, precisa de um Ministério da Saúde competente”, entre outras. Publicado no Olhar Direto e reproduzido por Maria Arruda. Cuiabá/MT.

Seis mil médicos cubanos?

Repasso para averiguação. O governo andou anunciando seis mil médicos cubanos. Corre pela web comentários sobre o total de formandos em Cuba: Há duas Universidades de Medicina em Cuba ‘La Habana’: forma em média 200 médicos por ano e a ‘Elam – Escuela Latino Americana de Medicina que forma em média 100 médicos por ano. Que somados totalizariam uns 300 profissionais/ano.  Para 6 mil médicos, seriam necessários todos os médicos formados nos últimos 20 anos, que teriam de estar disponíveis para vir trabalhar no Brasil!!!. Tem coisa nisso. João Salles. Goiânia. GO.

É ingenuidade, burrice, ou irresponsabilidade achar que jovens médicos portugueses, espanhóis, poloneses, sairão de seus espaços culturais, esportivos, para enfrentar mosquito, sujeira. Sem cinema, sem bons restaurantes, sem moradia de qualidade e a conhecida insegurança. Acabou mobilização por motivações ideológicas. Qual o discurso de Lula e Dilma para os médicos brasileiros? Nenhum. Por que não organizou um MOBRAL da medicina bem no começo do primeiro mandato com motivação e condições de trabalho.  Eu entraria. Francisco, Acre.

E lá vamos nóis com a Bolsa Perdão de Dívidas.

tuk5565.jpgdilma na africaNos 50 anos da União Africana, a presidente Dilma Rousseff anunciou um presentaço com mais uma Bolsa criada pela dupla LD: a do perdão de dívidas. O governo brasileiro vai perdoar a dívida de US$ 897,7 milhões de 12 países africanos. Segue lista dos “Estados brasileiros” beneficiados pelo governo federal: Costa do Marfim (US$ 9,4 milhões), Gabão (US$ 27 milhões), República da Guiné (US$ 11,7 milhões), Guiné Bissau (US$ 38 milhões), Mauritânia (US$ 49,5 milhões), República Democrática do Congo (US$ 5,8 milhões), República do Congo (US$ 352 milhões), São Tomé e Príncipe (US$ 4,2 milhões), Senegal (US$ 6,5 milhões), Sudão (US$ 43,2 milhões), Tanzânia (US$ 237 milhões) e Zâmbia (U$ 113,4 milhões).

Ditadores e corruptos estão lambendo os beiços. Uma das justificativas para o presentaço é que o Brasil fará mais negócios lucrativos com os países beneficiados pelo perdão. Lucro mesmo será das construtoras, empreiteiras, lobistas. Nesse perdão tem o meu, o seu, o nosso suado dinheiro mensal. Também perdoando dividas o Itamaraty de Amorim, Marco Aurélio Garcia e Lula, ganham votos para o sonhado posto de Secretário Geral da ONU. Quem anunciou a candidatura de Lula foi Evo Morales. A ideia foi de Hugo Chávez, o Santo Milagroso. Mariano De Aquino. Boston.

República Federativa Gay do Brasil

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Dia 2 de junho. Pela Avenida Paulista e região esperam-se um milhão de ativistas e simpatizantes do movimento gay em sua 17*Parada. A cantora Daniela Mercury, Marta e Eduardo Suplicy, estarão entre os muitos convidados especiais. Os deputados Bolsonaro e Feliciano estão no centro das críticas e protestos juntamente com o Pastor Malafaia. Gozações, ironias, caricatos, proclamam a República Federativa Gay do Brasil. “Viveremos em Paz e Harmonia. Será muito melhor para o país sairmos todos do armário e assumirmos o nosso destino. Sabia que há ex-presidente, presidente, governador, prefeito, senador, deputado, vereador, gay? Júlio Cesar, Marco Antônio, Cleópatra, Salomé, de Curitiba/PR.

Sergio Mendes

Acertou. Assino embaixo. Sergio Mendes estava no show de Bossa Nova em Nova York. Ano 1962. Criou estúdio e se fixou nos States. É  ícone da música brasileira. Sergio introduziu no mínimo 3 gerações de cantores/cantoras/músicos. E continua criativo. Ponha na trilha sonora de seu blog Magalenha. A melhor coisa na carreira da Claudia Leitte foi se entrosar com o maestro SM. O embalo dela já é outro. Vale ouvir. Paulo, Newark, NJ.

“A boca no trombone

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Temos sim que por a boca no trombone e lutar por escolas de música nesse gigante adormecido. Gostei de seus comentários em Samba Book de Martinho da Vila. No Brasil a voz tem mais importância que o som, o ritmo. E cada vez menos se encontra bons instrumentistas. Como formar bons professores com escola ruim desde a infância. Não sei dizer quantas escolas de música são patrocinadas pelo ministério da Cultura. E quantos governadores e prefeitos entendem a importância de orquestra, fanfarra, grupos artísticos/musicais. Hoje predomina a dupla de guitarras e violões apressados. Sax/pistão/trombone/flauta/clarinete, são coisas raras no cenário. E a falta de bons instrumentistas vai piorar. Zeca do Trombone e Zeca da Cuíca são dois expoentes da nossa MPB. Assim como Raul e o lembrado Paulo Moura. Professor Dilermando. Campo Grande, MTS.

Jorge Goulart e  futebol na neve

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1. Maria de Lourdes: “na edição anterior do RH Samba Book de Martinho da Vila você narrou onde conheceu o cantor Jorge Goulart e como ele ajudava, do Rio, escolhendo bons instrumentistas para o seu Carnaval no Waldorf Astoria em Nova York. Mas, ele não estava na imagem. O Jorge Goulart que você menciona é o cantor, marido da Nora Ney? Se é ele foi muito amigo do meu pai. Tem foto dele? RH: Sim. É ele mesmo. Jorge Goulart e Nora Ney formaram um par duradouro. Na foto, à esquerda, Jorge Goulart no palco do Waldorf Astoria/NY.
2. Mensagem de R.P.Souza: “ficarei temporada de inverno na Rússia. Para bater bola na neve é preciso chuteira? RH: na foto estou com cinco/sete graus abaixo zero. Temperatura ideal para se bater bola. Mais frio, queima rosto, pode machucar pés e mãos. Com muita neve escorrega, o jogo não corre. Tênis convencional de sola lisa não é bom. Com chuteira, camada de gelo por baixo da neve, o tombo é de rachar. Eu usava bota de sola galvanizada pa russki, bem forrada por dentro. Depois de umas quedas você baterá bola na neve. Boa viagem. RH.

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