Arquivo do ano: 2016

vector-oscar-statuette-on-black-backgroundCrescemos ouvindo, repetindo, acreditando, no maior futebol do mundo. Na maior floresta tropical do mundo.

No maior carnaval do mundo. No maior rio do mundo. No maior milagre econômico do mundo. Em Getúlio Vargas, no mundo, o maior Paizão dos trabalhadores. Em JK, o criador no planalto central do Brasil, da mais nova civilização do mundo.

Acreditei em Lula, o líder mais carismático e honesto do mundo. Maior que Getúlio, Perón, Fidel Castro, Hugo Chávez. Acreditei na mulher presidenta mais competente do mundo.

kochtb j_edPassei 40 anos no exterior. 30 deles em Nova York- tambor do mundo- promovendo e divulgando as “maiores belezas naturais do mundo”. Com publicações- o prefeito de NY, Edward Koch com exemplar do jornal The Brasilians. Quinze anos consecutivos com o Carnaval do Brasil- a oitava maravilha do mundo- no mais famoso hotel do mundo . E o Brazilian Day, a maior celebração verde amarela no mundo. ( Com o prefeito de NY no palco do terceiro Brazilian Day)

Corrupção made in Brazil, produto de exportação

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Portanto, não me contentaria com o Brasil republiqueta de Corruptos Subdesenvolvidos. Chinfrim. Praticando corrupção de país de Terceiro Mundo. No Sir! A nossa corrupção é Oficial. Bem maquiada. Sofisticadíssima em todos os poderes da República, e no entorno deles. Brasileiros ensinam governantes de países emergentes, principalmente, os do socialismo bolivariano, como corromper e como deixar-se corromper. Sem o velho troca-troca corrupção não é tão gostosa e viciante.

O departamento de Justiça dos Estados Unidos, para horror da ideologicamente confusa Marilena Chauí, Honoris Causa em revolução proletária, que acusa o Juiz Sergio Moro de ter sido treinado pela CIA para perseguir os companheiros dela, e principalmente, Luiz Inácio Lula da Silva, que se auto proclama o homem mais honesto do Brasil (do mundo), divulgou o mapa de países nos quais empreiteiras brasileiras deitaram e rolaram.

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“No Brasil a corrupção teve respaldo ideológico, socializante, criando vínculos muito fortes. O operário Lula e a guerrilheira urbana Dilma Rousseff eram garantia para que empreiteiras agissem mundo afora. Sem os dois presidentes os lobistas não ousariam tanto em nome do Brasil. No Peru, ganharam licitações  de bilhões para construção de gasodutos. Pagando propina, é claro. (Professor Bustamante, Lima).

Na Venezuela, foram US$ 98 milhões. Na República Dominicana, US$ 92 milhões.

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No Panamá, foram US$ 59 milhões. Na Guatemala, US$ 18 milhões. No Equador, US$ 33, 5 milhões. Na Argentina, de 2007 a 20015, 35 milhões de dólares. Há muito mais na presidência de Nestor Kirchner marido de Cristina, a presidenta de los hermanos, carne e unha com a presidenta Dilma. Na Venezuela, 98 milhões de dólares. No auge da amizade Lula-Hugo Chávez jorrou dinheiro, recursos humanos, empréstimos, para a Pátria do Socialismo Séc. 21.

Repatriar dinheiro de paraíso fiscal já não é tão difícil.

Quero ver repatriar dinheiro de “paraíso socialista”. Modalidade criada e aprimorada nos dois mandatos do presidente Luis Inácio. É o Brasil dando aulas de sofisticação na lavagem de dinheiro. Nem Karl Marx poderia imaginar tamanha maestria capitalista com socialistas. Há dinheiro, muito dinheiro, em paraíso socialista, resultado da intermediação dos empréstimos autorizados pelo governo brasileiro. Doação e perdão de dividas na África não saíram de graça. Afilhados de lá e de cá ganharam na transação.

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Nos anos oitenta, dourados e charmosos da cocaína, o mega traficante Pablo Escobar lavou dinheiro, muito dinheiro. Mesmo assim, fichinha, uma merreca, ( citando frase predileta de Lula para explicar “pouquinho de propina, nada sério”) em comparação com a Corrupção made in Brazil, o nosso mais consistente produto de exportação.

‘O maior caso de suborno da história’

Rápido e eficiente, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos concluiu e divulgou números, fatos, nomes, do “maior caso de suborno internacional da história”. Odebrechet e Braskem pagaram milhões de dólares para agentes governamentais corruptos em três continentes: Africa, América do Sul, América Central.

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Mais de cem projetos (com suborno) na:  Argentina, Brasil, Colômbia, República Dominicana, Equador, Guatemala, México, Moçambique, Panamá, Peru e Venezuela. A Odebrecht recebeu US$ 3,3 bilhões em contratos de obras públicas. No Brasil, a Braskem pagou US$ 349 milhões em propinas para fechar obras de R$ 6,3 bilhões (US$ 1,9 bilhão).

Stephen Richardson do FBI disse que a cooperação da Polícia Federal e de procuradores do Brasil foi fundamental. “Nenhum país, departamento ou agência pode lutar contra a corrupção sozinho, é necessário um trabalho em grupo. Este caso (da Odebrecht) ilustra a importância da parceria”.

Eles conseguiram tudo isso sozinhos ?

Claro que não. Você não precisa ir à Espanha para gostar de música espanhola. Nem aos Estados Unidos para gostar de jazz e blues. Meu amigo Geovanelo nunca foi a Buenos Aires, mas, dança tango como argentino.

Basta ler, acompanhar, ficar tunado com o que acontece em seu país e não se deixar mordido pela zika ideológica, tecnológica, fundamentalista, para perceber, captar, entender, como Lula governou o país.

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“Sem nunca ter lido um livro. Não preciso de diploma universitário para governar o Brasil. Tenho experiência para dar e vender”. E tem mesmo. A elite de seu período de governo presa, investigada. A elite das empreiteiras do Brasil, presa, investigada. E, ele livre, dando entrevistas, apontando dedo para Juízes, e dizendo-se candidato em 2018.

Lula no dia 1 de janeiro de 2003 ( na posse presidencial): “Não permitiremos que a corrupção, a sonegação e o desperdício continuem privando a população de recursos que são seus e que tanto poderiam ajudar na sua dura luta pela sobrevivência. Ser honesto é mais do que apenas não roubar e não deixar roubar. É também aplicar com eficiência e transparência, sem desperdícios, os recursos públicos focados em resultados sociais concretos”.

Abrindo portas para empreiteiras brasileiras.

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Por mais preparado, leitor de Maquiavel, conhecedor de Rasputin, o Príncipe Marcelo Odebrecht não chegaria aos píncaros da glória e fortuna sem a inércia, complacência, sem o “não sei, não li, não ouvi, não vi” e o lobby do presidente Lula que se justificava “abro caminho e portas para empreiteiras brasileiras”. E abriu mesmo.

Internamente, em algum momento de sua trajetória presidencial, Luís Inácio foi cooptado pelo charme suave, tranquilo, eficiente, de José Carlos Bumlai, que abriu as portas do Alvorada, do Planalto, do Aero Lula, para outros lobistas competentes.

Externamente, Lula foi seduzido pelo sempre febril e falante Hugo Chávez, criador do socialismo bolivariano do século 21. Em noitadas ideológicas com o melhor rum do Caribe, charuto cubano y otras cositas mas, eles decidiram o futuro da América Latina.

A diplomacia brasileira sob a batuta de Celso Amorim passou a desferir pancadas de baixa intensidade nos Estados Unidos.

Lula distanciou o Brasil dos centros de Saber, Conhecimento, Ciência, Tecnologia, Pesquisa, Modernidade, e foi aninhar-se nos afagos ideológicos de Omar Kadafi, Mubarak, Ahmedinejad, Hugo Chávez, Evo Morales, Noriega, Obongo, Fidel Castro, Nestor e Cristina Kirchner…

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Seu discurso e comportamento eram de Terceiro Mundo quando não existia mais Segundo Mundo. A partir daí Luís Inácio Lula da Silva nunca mais foi o mesmo. O mapa da corrupção praticada por empreiteiras brasileiras mostra com clareza que ela foi mais profunda e consistente nos países nos quais Lula tinha amizades ideológicas e afinamento político. Sem Lula (e Dilma) Eles não teriam ousado tanto. Conseguido tanto.

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E, no Brasil, Legislativo e Judiciário, em Brasília, todos sabiam o que se passava. Os magnatas da nossa imprensa, seus formadores de opinião, editorialistas, jornalistas da esquerda e da direita, novos ricos, emergentes da propina, redes sociais, líderes religiosos, artistas, intelectuais, todos sabiam que o Brasil emprestava dinheiro para ditadores. Perdoava dívidas. Doava dinheiro, muito dinheiro, para paraísos socialistas, bolivarianos. E, todos, deixaram o barco correr.

Todos sabiam que Lula se tornara lobista da Odebrecht, que o Príncipe Marcelo pautava o governo, e todos deixaram o Aero Lula voar. A corrupção se alastrou por todos os estados brasileiros. O governador do meu Mato Grosso continua preso.

dilma-malas-de-money dilma-com-lula-pe-do-ouvidoNão há no país um só Tribunal, Assembleia Legislativa, Câmara de Vereadores, Prefeitura, Secretaria, autarquia, sem o vírus da corrupção.

O governo Lula- Dilma contaminou e intoxicou a tudo e a todos. Criou geração de corruptos. “Quando sabe-se que a corrupção está lá em cima, é impossível freá-la aqui embaixo”.(Pastor Rufino, Goiânia).

Eu que trabalhei, batalhei, sofri, chorei, pela imagem positiva do meu país no exterior, não sei se alegre ou triste fico com o OSCAR da corrupção made in Brazil. A maior do mundo!

Trilha sonora:

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Sou da geração Cuba Sí, Ianque No. Na Guerra Fria não fui observador nem outsider. Insider, eu estava em Moscou quando estourou a Crise dos Mísseis. Um ano depois, bebendo rum e fumando charuto com cubanos, a notícia do assassinato de John Kennedy. Quem o matou: a máfia italiana, cubanos, as mãos do solitário lunático Lee Oswald?

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Estive 4 vezes com Fidel Castro. A primeira, na embaixada cubana em Moscou, graças a namorada cubana, filha de diplomata. A segunda, na Missão de Cuba junto as Nações Unidas, Nova York. A terceira e quarta, em Havana. E, a primeira vez que o vi, de perto, foi em sua histórica visita à UNE, Praia do Flamengo. Rio. ( 4. O último à esquerda, organizei a viagem do governador de Mato Grosso à Cuba).

Leio Vilma Gryzinski, Mundialista da revista Veja. Ela, como milhares no Brasil e mundo afora, repete chavões e dogmas, tipo: “O dia em que Fidel queria destruir o mundo”. Descreve momentos da Crise dos Mísseis, em outubro de 1962, mas, não menciona a invasão de Cuba em abril de 1961.

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Deixo emoções da minha trajetória de líder estudantil até concluir a Faculdade de Direito Internacional na universidade Patrice Lumumba, ícone da Guerra Fria e da abertura política da União Soviética. Vou direto ao uso que os KK- Kruschev e Kennedy- fizeram de Cuba. (1. Discursando pro Viet Nam. 3. Com a namorada cubana. 4. Orador da turma de formandos).

O Repórter estava lá dentro da História

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Convido vocês para entrar comigo nesta história real. Sem sectarismo, sem fundamentalismo, sem esquerdismo, doença infantil do comunismo. Delete dogmas e chavões. Eisenhower, comandante das tropas aliadas na Segunda Guerra Mundial, era o presidente dos EEUU quando Fidel Castro entrou triunfante em Havana. O ditador cubano Fulgêncio Batista conseguiu fugir com malas de dinheiro, ouro, joias. (1. O ditador Batista).

Sabedor da enorme influência que a também vitoriosa União Soviética exercia sobre o leste europeu libertado por soldados russos, e o exemplo multiplicador dos barbudos de Sierra Maestra, em 1959, o presidente Eisenhower autorizou Ação encoberta contra o regime Castro para conter o comunismo na América Latina.

A invasão de Cuba

images  cuba14Se perderá nos caminhos do sensacionalismo midiático de gente mal informada, de pesquisadores e formadores de opinião maria-vai-com-as outras, quem da minha, de gerações posteriores, e atuais, escrever, comentar, espalhar, sobre a Crise dos Mísseis, a ditadura de Fidel Castro, as filas, o fechamento do regime, sem conhecer, ou omitir, a invasão de Cuba em abril de 1961.

Exilados políticos, inimigos da revolução, herdeiros e associados de empresas norte-americanas nacionalizadas e confiscadas, exerceram enorme influência no governo dos irmãos Kennedy, católicos praticantes, anticomunistas ferrenhos. Com aval de Robert Kennedy, ministro da Justiça, a CIA treinou soldados na Guatemala e Panamá. Aviões camuflados com as cores de Cuba despejavam panfletos conclamando para o golpe contra Fidel. Acreditavam que o povo: “se levantará contra os barbudos” 1. 400 homens chegaram à Praia Girón (Baia dos Porcos).

A invasão foi decisão ridícula. Acharam que seria um passeio.

CASTRO CHE GUEVARA - 1959 FILE PHOTO revolucao_cubana cuba14Se era para invadir que invadissem para valer”. Acharam que seria um passeio. Em 3 dias os invasores foram derrotados. 176 morreram. E Fidel vitorioso cresceu no imaginário de cubanos, latinos, de jovens do mundo todo.

El Comandante no pique de sua energia e carisma burilou, melhorou, aprofundou, o seu discurso patriótico. O Partido Comunista cubano era minúsculo.

A estrela guia de Cuba não foi o marxismo-leninismo.

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Com a invasão de Cuba, fracassada, e a chegada dos russos, os comunistas cubanos se fortaleceram. Mas, foi Fidel discursando 4, 5, 6 horas, quem despertou e solidificou: patriotismo, honra, coragem, dignidade. Afinal, eles haviam vencido a maior potência capitalista do planeta.

Os dissidentes cubanos e americanos da ultra direita culparam John Kennedy pelo fracasso da operação. “O presidente não autorizou a Força aérea bombardear Cuba”.

A crise dos mísseis: os 14 dias que amedrontaram o mundo.

Depois da vitória rápida e fulminante, Cuba passou a se preparar para a próxima invasão vinda dos States. Quando? A qualquer hora. E foi então, que o mundo conheceu as grandes consignas de Fidel: Pátria ou Morte, Venceremos! Tudo pela Revolução! Cuba sí, Yankee no. Hasta la vitoria siempre! Na América Latina, a juventude fervilhava de apoio à Cuba. Na Europa, intelectuais, artistas, apoiavam Fidel. Guantanamera, antiga música sertaneja cubana, emocionava o mundo.

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Em 1952, Cuba rompeu relações com a União Soviética. Em 1960, Nikita Kruschev e Fidel Castro reataram e fortaleceram as relações. Milhares de soviéticos chegaram para ajudar Cuba. Os russos que adocicavam com açúcar de beterraba conheceram o açúcar da cana cubana. A paranoia da próxima invasão estava no ar. Fidel pediu a Kruschev artilharia antiaérea, misseis de longo alcance. Em outubro de 1962, Nikita venceu a controvérsia interna no Politburô. Mandou navios e submarinos com armamentos. Nos quais, “ogivas nucleares”.

Até hoje ninguém comprovou se as ogivas estavam mesmo com artefatos nucleares. Acredita-se num blefe de Kruschev auxiliado por Suslov, ideólogo do Partido e do governo. Sabe-se que Leonid Breznev foi contra o envio de mísseis e começou a tramar a queda de Kruschev.

A CIA humilhada, enviava aviões espiões, os famosos U2, para fotografar o território cubano. Um deles, foi derrubado. A juventude pro Fidel vibrou mundo afora. A coisa ficou “russa”. Mais U2 avistaram navios com carga alta: “eram foguetes, ogivas nucleares”. Kennedy cercou Cuba com navios de guerra.

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Kruschev mostrava seu “gênio” de estrategista e relações públicas. Yuri Gagárin, o primeiro cosmonauta, foi mais um tapa no orgulho americano. Na sequencia, Valentina, a primeira mulher astronauta. Kennedy chamou Kruschev para conversar. Se acertaram. A URSS desmancharia os silos “nucleares” e retirava seus mísseis de longo alcance de Cuba. Os Estados Unidos desativariam a base militar na Turquia.

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A URSS retirou navios, mísseis, soldados, sem consultar Fidel Castro que ficou p. da vida. A partir daí a radicalização cresceu com Che Guevara pendendo ora para a China de Mao, ora pregando focos guerrilheiros mundo afora. Ele começou no Congo e morreu na Bolívia.

Internamente, havia grupos armados praticando atentados a cargueiros, portos, aeroportos. Fidel Castro aprofundou a defesa da Revolução. Os Estados Unidos decretaram o bloqueio comercial apoiado por muitos países. A economia, a vida cubana, ficaram dependentes da ajuda da URSS, que já começava a dar sinais de enfraquecimento. (1. Capa equivocada ou tendenciosa da Veja com Kennedy no centro, no alto. 2. Capa correta de revista com Fidel Castro, no meio de sua ilha, sendo usado pelos interesses da URSS e dos Estados Unidos.

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Guerra atômica? Fidel Castro queria destruir o mundo? Se houvesse ogivas nucleares os russos fieis ao PCUS, ao seu povo sofrido pelas Primeira e Segunda Guerra Mundial, eram os únicos que tinham acesso aos códigos, senhas, chaves. E Kennedy, é claro, que perdia na corrida ao espaço, mas, ganhava em poderio econômico, jamais iniciaria uma guerra nuclear.

Com o bloqueio americano, com o fim da URSS, não foi, e não tem sido fácil para o povo cubano.

É razoável concluir que se os EEUU não tivessem apoiado aquela alucinada invasão de Cuba não haveria a crise dos mísseis. E, possivelmente, não haveria razão “ideológica” para o bloqueio econômico imposto pelos States. E, quem sabe, o presidente Kennedy não teria sido assassinado.

O que sei, pois estava lá dentro da História, é que os KK usaram Cuba! Qual história absolverá ou punirá Fidel Castro?

O que mais me interessa agora, depois de tanta ideologia e doutrinação, é que brasileiros e cubanos se aproximem. Como um dia o Rio de Janeiro foi, hoje, Havana é a capital mundial do ritmo, som, cor, dança, musicalidade, bom humor, hospitalidade. Fidel Castro é história!

Trilha sonora:

*Jota Alves formou-se em Direito Internacional, Moscou. Em Nova York fundou o jornal The Brasilians e criou o Brazilian Day. Em Mato Grosso exerceu funções de Secretário de Governo. Edita www.oreporternahistoria.com.br e www.odiadobrasil.com Ver JotanymtAlves Facebook.

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