Arquivo do mês: agosto 2017

O gaúcho Getúlio Dornelles Vargas, nascido na fazenda Triunfo, São Borja, foi ditador do Brasil de 1930 a 1945. Quando fascismo, nazismo, comunismo, se alastravam pelo mundo, Getúlio apelou para o jeitinho brasileiro: criou a democracia autoritária.

Para garantir-se, nomeou interventores nos estados. No meu Mato Grosso, Júlio Muller, irmão de Felinto Muller, homem de sua confiança. Com a oposição interna apaziguada, Getúlio enfrenta os dois desafios ideológicos daquele momento mundial. Graças a Ele não caímos na malha do fascismo nem do comunismo. Getúlio inventou o nacionalismo a brasileira.

Quando necessário, aliou-se a Plínio Salgado, líder dos integralistas, seguidores do fascismo e do nazismo. À seleção brasileira que foi disputar a Copa do Mundo na Itália Getúlio disse:

“ Ides para um país que se renovou moral e materialmente. O italiano que se sentia deprimido antes do advento do fascismo, sente-se agora orgulhoso de sua própria raça. É esse o exemplo que deve guiar os esportistas brasileiros”.

A Coluna Prestes

Em 1924, Luís Carlos Prestes lidera levante tenentista no Rio Grande do Sul. Alia-se aos tenentes de São Paulo e cria a Coluna Prestes. Tendo percorrido 25 mil km pelo interior do Brasil, Prestes criou condições objetivas e subjetivas para em 1930 Getúlio tirar mineiros e paulistas do poder. O “café com leite”, substituídos pelo mate chimarrão e o churrasco. Gaúchos, o Caudilho e o Cavaleiro da Esperança, se entendem. Até que Prestes se declara comunista e vai estudar marxismo-leninismo em Moscou.

Cumprindo zadacha soviética, Prestes volta ao Brasil- in love com a sua segurança, e mulher, a alemã Olga Benário- para liderar a malograda Revolução Comunista de 1935.

Tortura institucional

Sentindo-se traído pelo conterrâneo Prestes, Getúlio aprova a Lei de Segurança Nacional, o Tribunal de Segurança Nacional, dissolve a Aliança Nacional Libertadora. Manda o seu Chefe de Polícia, Felinto Muller, descer o sarrafo em comunistas, insurgentes, gente da esquerda. A tortura foi oficializada. Prestes é preso. Empolgado pela fama de Hitler, Getúlio deporta Olga Benário. Ela morre em campo de concentração nazista.

“Voto não enche barriga”.

Ditador, Getúlio flerta com o fascismo de onde copia a Carta Del Lavoro, (Carta do Trabalho). Cria sindicatos com controle estatal (como na Itália fascista). O imposto sindical. O Ministério do Trabalho. Decreta o salário mínimo.

Mesmo dizendo que “voto não enche barriga”, Getúlio, o Pai dos Pobres, cria eleitores. Testa a popularidade, azeitada pela máquina da Propaganda, no seu primeiro grande comício de “massas” no estádio São Januário.

Nossa Senhora Aparecida

Sem opositores consistentes, Getúlio acelera o nacionalismo a brasileira. Cria o Dia da Raça com ênfase na harmonia étnica, valorizando a mestiçagem. Perseguidos pela polícia, samba e capoeira, são reconhecidos como expressões artísticas do povo. Oficializa uma santa negra, Nossa Senhora Aparecida, A Padroeira do Brasil. Cria a Companhia Siderúrgica Nacional com indústria de aço em Volta Redonda. Lança a Marcha para o Oeste. Cria os territórios de Rondônia e Ponta Porã.

Depois da Alemanha, Estados Unidos e Rússia.

 

Em 1942, rompe com os integrantes do Eixo. Aproxima-se dos Estados Unidos. Autoriza base militar no Rio Grande do Norte. Recebe o presidente Franklin Roosevelt. Parabeniza o povo russo por seu sacrifício e valentia.

Pressionado por militares, sindicatos sob a influência do PCB, estudantes, cria a Força Expedicionária Brasileira. Um ano antes do final da Segunda Guerra Mundial soldados brasileiros lutam na Itália ao lado dos aliados.

Trabalhadores do Brasil

Capta a importância do rádio criando a Voz do Brasil pela qual se dirigia não conclamando Operários e Camponeses, como faziam os comunistas, mas, sim com o seu: Trabalhadores do Brasil. Cria o DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda). A Rádio Nacional, com programas de auditório para alegrar o povão. Institucionaliza a censura.

“O Senhor irá à presidência porque eu quero”

Com a derrota do nazifascismo, com o poderio militar- industrial dos Estados Unidos em crescimento, novas tecnologias e desejos de consumo, com o surgimento da Guerra Fria, a democracia autoritária de regime pessoal não dava conta das demandas brasileiras.

Getúlio articulou para manter-se no poder. Tenta acordo de seus dois partidos, PSD e PTB, com a banda nacionalista da UDN. O Queremos Getúlio ganha força. Porém, não dava mais.

Deixou o poder mostrando força. Disse ao meu conterrâneo, General Eurico Gaspar Dutra: “Mandei o Benedito Valadares levantar a sua candidatura em São Paulo, a batalha está ganha. O Senhor irá à Presidência da República porque eu quero”.

Voltou de São Borja. Venceu as eleições presidenciais. Matou-se em 24 de agosto de 1954.

Suicídio, assassinato, mito

Getúlio viveu com regras do machão brasileiro. O mito, o “assassinato”, fanatismo, mentira, verdade, estão sendo revelados. Os inimigos externos, Carlos Lacerda (o Corvo), “mataram” Getúlio Vargas? Foi o capitalismo norte-americano que fez Getúlio apertar o gatilho as 8.30 de 24 de agosto de 1954, ou, causas biológicas e genéticas? O suicídio do filho Maneco, e recentemente, do neto, nos conduzem à sina suicida dos Vargas, desde o século 19.

Neste Brasil, de poucas pesquisas, volta-se agora para pinçar aqui e ali “avisos, alertas” do DNA suicida de Getúlio. Ele foi preparando o caminho, e se justificando, para o ato supremo. Deixar bilhete, carta- testamento, faz parte do enredo suicida.

“Tenho a plena certeza de que serei eleito, mas, sei também que, pela segunda vez, não chegarei ao fim de meu governo. Terei de lutar. Até onde resistirei? Se não me matarem, até que ponto meus nervos poderão aguentar“?

Se, Getúlio Vargas era um suicida nato, cai por terra os dogmas, mantras, doutrinas, do “assassinato” dele, por ter criado a Petrobrás, por defender o povo.

Sou da geração o “Petróleo é nosso”.

Sou da criação da Mocidade Trabalhista, de Mato Grosso. Fundador da ACES e da UME. Secretário-geral da UESB- União dos Estudantes Secundários de Brasília.Secretário-Geral da Mocidade Trabalhista do Brasil com Danilo Groff na presidência e Vicente Goulart na Tesouraria.

Sem a memória de Getúlio, o seu partido, a Carta- Testamento, o Petróleo é nosso, eu não teria me formado em Direito Internacional na União Soviética, (o sonho era Geologia, o curso mais badalado do momento).1. Celebrando o fim do curso com colegas da universidade Patrice Lumumba. 2. Orador da turma de estudantes brasileiros, em banquete de despedida com o Reitor da Universidade, professores, amigos.

Getúlio Vargas foi um Grande Líder brasileiro. Teria sido ele assassinado a mando do capitalismo norte-americano por criar a Petrobras, em 1953? Mas, em 1938, ele já havia criado o Conselho Nacional do Petróleo.

Milhões foram seduzidos pela Carta- Testamento. Milhares se aproveitaram (aproveitam), se enriqueceram, fazem carreira política, à custa dele. Devemos cultuar a memória do líder Getúlio Vargas, mas, condenar o mito  que travou- trava o Brasil?

Verdade, mentira, delírio, fanatismo? Mito, misticismo, fanatismo, radicalismo,terrorismo, sacodem o mundo. No Brasil, vivemos nessa areia movediça moral, econômica, social, pela influencia nefasta de mitos, mitólogos, espertalhões, corruptos, “guerreiro$ e guerreiras do povo”.

Estaria Virginia Lane demente? Delirando? Por que a Rádio Globo fez alarde da entrevista com ela? Por que duvidar da vedete, se recentemente, gritaram que o Juiz Sergio Moro “matou” a Marisa, de Lula. “Que a elite que matou Getúlio é a mesma que persegue Dilma Rousseff e Lula”. Em Moscou, ouvi que “médicos judeus mataram Stálin”.

Virginia Lane: “Fui amante dele por 15 anos. Eu estava na cama com Getúlio quando entraram e mataram ele. Vou contar detalhes no livro que estou escrevendo. (O livro nunca foi publicado).

“EU MORRO DIZENDO A VERDADE!“. Virginia Lane, famosa por suas pernas, tinha 87 anos quando deu a entrevista bomba à Rádio Globo. A vedete, cantora de carnaval, morreu aos 93 anos em 10 de fevereiro de 2014. A entrevista dela navegando pela web!

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Leon Trotski, 20 de agosto de 1940+                Getúlio Vargas, 24 de agosto de 1954+

A briga ideológica de um georgiano com um ucraniano se transformou, literalmente, em “briga de foice”. E moldou o mundo com insurreições, revoluções, golpes, ditaduras, guerras, e sangue, muito sangue.

O mundo passa por reviravoltas, à beira de loucura atômica, como consequência da Guerra Fria e do racha entre Stalin e Trotski pelo comando do Partido Comunista e a sucessão de Lênin na União das Republicas Socialistas Soviéticas.

Joseph Stalin, nascido em Gori, Georgia, não fazia parte do primeiro escalão da Revolução Bolchevique liderada por Lênin, Nadezhda Krupskaya, Trotski, Sverdlov, Kamenev, Zinoviev, Buhharin, advogados, intelectuais, teóricos do marxismo.

O georgiano Stalin passou curta temporada em seminário dos padres ortodoxos. Falava e escrevia, mal, em russo. Mas, se destacava como tarefeiro do Partido: Assalto a bancos, a quartéis para armas e munições, aniquilamento de opositores, espiões, traidores, eram ações confiadas ao camarada Djugashvili.

Stalin era um outsider. Não participava dos encontros e reuniões sociais com empresários, artistas, intelectuais, que simpatizavam e contribuíam com a revolução.

Lênin foi baleado . Se recuperou. Mas, com derrame cerebral teve que deixar a liderança do Partido e do país. Então, surgiu das sombras, Yossif Vissarionovitch. Um novo Stalin, a comandar, mandar, construir, e começar a destruição da URSS, sem oposição, de 1922 a março de 1953+.

Hoje, dizemos: quem tem a informação, tem o controle. Naquela época, o tarefeiro Stalin já controlava a burocracia partidária (uma das causas do declínio e fim da URSS) ao montar um aparato de gente fiel  a ele no segundo e terceiro escalão do partido e do governo. Mas, não controlava marinheiros, soldados, oficiais, estes sob o comando de Trotski, criador do Exército Vermelho.

A luta interna crescia. Lênin advertiu em Carta- Testamento ao XII Congresso do Partido:

“O camarada Stalin, ao tornar-se Secretário-Geral, concentrou em suas mãos um imenso poder; e não estou seguro de que saiba sempre empregá-lo com a necessária prudência.

“Stalin é demasiadamente grosseiro e tal defeito, inteiramente tolerável no ambiente e na relação entre nós, comunistas, torna-se intolerável na função de secretário-geral. Por isso, proponho aos camaradas que pensem no modo de afastar Stalin deste cargo e de substituí-lo por alguém mais tolerante, mais leal, mais cortês e mais atencioso para com os camaradas, menos caprichoso. ( Stálin visita Lenin, em Gorki).

“Por outro lado, o camarada Trotski distingue-se não somente por suas grandes capacidades; pessoalmente, talvez ele seja o membro mais capaz do atual Comitê Central, mas tem também uma excessiva autoconfiança e uma tendência muito grande a considerar apenas o lado administrativo das questões”.

Essas características dos dois principais líderes do atual Comitê Central podem eventualmente levar à cisão; e, se nosso Partido não tomar medidas para evitá-la, a cisão pode ocorrer de uma hora para outra”.

Na mosca. No Congresso, o racha explodiu com Zinoviev tomando as dores de Stalin que acusava Nadezhda de ter redigido a carta do marido. Com a morte de Lênin, em 1924, a solução temporária foi um Triunvirato: Stalin, Zinoviev, Kamenev, isolando Trotski que acabou se auto exilando em Alma Ata, Cazaquistão. (Lenin e Trotski na Praça Vermelha).

Na sequência, Stalin joga Zinoviev e Kamenv para escanteio. Ambos acabaram expulsos do Partido e “reabilitados” de maneira humilhante, pedindo perdão a Stalin “por não terem seguido fielmente a ele”. No grande expurgo dos anos 30, Kamenev, Zinoviev, e mais uma porção de “adversários” de Stalin, foram fuzilados. Zinoviev no dia 25 de agosto de 1936.

Stalin mandou matar Trotski?

Não havia divergência. TODOS os Partidos Comunistas seguiam a linha soviética ditada por Stalin. Mas, com a criação da IV Internacional Comunista e a fuga de Trotski para o México, o racha se consumou. Stalin tinha medo de Trotski mobilizar comunistas dentro e fora da URSS contra ele.

O aparato do Partido e a propaganda stalinista desencadearam campanha mundial contra Trotski: renegado, traidor, espião…

Em 1937, organizando a IV Internacional, Leon Sedov, filho de Trotski, e mais dois amigos, foram assassinados em Paris. No dia 21 de agosto de 1940, em Coyocan, México, o espanhol Ramon Mercader mata Trotski com um martelo-picareta (a maldição da foice e do martelo se repete). (Trotski com jornal anunciando a criação da IV Internacional).

Plantaram que o comunista espanhol Ramon Mercader, fez “justiça com as próprias mãos”, matando o renegado e inimigo número 1 de Stalin, o maior Líder Proletário do mundo, o Condutor dos Povos. O Partido Comunista Brasileiro (PCB)  repetia o refrão: “O camarada Stalin não tem nada a ver com o assassinato de Trotski”.

Sim, Stálin mandou matar Trotski! A Gazeta Russa em sua edição de 2-8-2017, em narrativa de Jaime Noguera, confirma:

  

“20 de agosto de 1940, México. Depois de um golpe de machadinha contra Leon Trótski, Ramón Mercader foi preso pelos guarda-costas de Trotski que morreu entre espasmos doze horas depois do ataque. Mercader, agente do Comissariado do Povo, NKVD, mais tarde KGB, foi condenado a vinte anos de prisão por homicídio. ( 1. A mini picareta, arma do crime. 2. Ramon levou coronhadas dos guarda costas de Trotski. Questionaram por que eles não atiraram em Ramon. 3. Trotski em coma.)

Três anos após o crime, Stálin decidiu que era hora de resgatar Mercader da prisão e encomendou a operação que recebeu o codinome ‘Gnomo’. O trabalho seria conduzido por agentes soviéticos com ajuda de comunistas mexicanos”.

O plano falhou com a ida de Caridad Mercader, mãe de Ramon, ao México. Portadora da Ordem de Lênin que Stalin outorgara ao filho como Herói da União Soviética, ela insistia com as autoridades para libertarem seu filho. Béria, braço direito de Stalin, chefe da NKVD,  mandou Caridad sair imediatamente do México. Ramon cumpriu 20 anos na cadeia.

Doce prisão

“Segundo o livro “Eitingon, as operações secretas de Stálin no México”, de Juan Alberto Cedillo, a permanência de Mercader na prisão mexicana de Lecumberri foi muito confortável. Recebia a visita de prostitutas duas vezes por semana, comida dos melhores restaurantes e charutos de Havana. O poeta Pablo Neruda foi visitá-lo”.

O escritor Gregorio Luri, em seu livro “O céu prometido. Uma mulher ao serviço de Stálin”, relata que a famosa cantora e atriz espanhola Sarita Montiel visitava o assassino de Trótski em sua cela e lhe ensinou a ler e escrever. Há alguns anos, jornais espanhóis alegaram que a artista havia engravidado e dado à luz uma filha de Ramón. A criança, porém, foi dada para adoção”.

Sarita Montiel, uma das muitas, e muitos, do mundo das artes, paparicada pela esquerda. Como cantora, sofrível. Como atriz, regular. Mas, ela ficou famosa por ser amante do homem que matou Trotski, o inimigo de Stalin. Ela cantou várias vezes no Brasil. (1. O filme la Violetera. 2 Ramon tinha do bom e do melhor na prisão).

Ramon foi libertado em 1960. Viveu entre Moscou e o Caribe, até criticar a invasão soviética da Tchecoslováquia. Mudou-se então para Cuba, onde morreu em 19 de outubro de 1978.

 Os muralistas Cisneros e Diego Rivera, membros do Partido Comunista Mexicano: Cisneros, o mais fanático deles, comandou, em 1940, operação para matar Trotski. Metralhou a casa do russo, mas, não conseguiu atingi-lo.
    Diego Rivera ficou mundialmente conhecido pelos murais no Rockefeller Center, Nova York. Frida Kahlo nasceu em Coyocan, onde Ramon Mercader matou Trotski. Paparicada pela esquerda tornou-se mito, ícone de feministas. Sabe-se que Diego e Frida receberam Trotski e mantinham contato com ele. Há indícios do casal ter introduzido Ramon no círculo íntimo de Trotski, que confiando no comunista espanhol, relaxou a guarda. ( 1. Diego Rivera com Frida. 3 Frida, stalinista roxa, retratou Stalin.)

No racha, Trotski perdeu para Stalin: A briga deles pelo poder sacudiu o mundo. O povo brasileiro, sempre atrás de mitos, sofre. E o país se esfarela, vitima e cobaia da atração fatal: ideologia comunista com corrupção.

 

Dos arquivos do Partido Comunista da URSS estão saindo pérolas, maravilhas cobiçadas pelo jornalismo investigativo, histórico, político. Livros e filmes sobre a era do Todo Poderoso Stalin. Ha revival de Nadezhda Krupskaia, mulher de Lenin, isolada e menosprezada por Stalin. Scarlett Johasson será Nadezha Krupskaia em filme.

O racha dividiu comunistas, criou rupturas. A tese do PCUS era a de Buharin: “socialismo em um só país”. Stalin patrocinava e usava os partidos comunistas como divulgadores e defensores da URSS. Dava guarida para seus dirigentes perseguidos, mas, não queria exportar a revolução. A linha era: conquistar o poder pela via pacifica, frente única, eleições, parlamento.

 

Com o racha surge a tese da tomada do poder pela luta armada: China, Cuba, Che Guevara, guerrilhas urbanas, e as ditaduras militares. A loucura atômica na Coreia do Norte e o alucinado Nicolas Maduro,  (Stalin da Venezuela) educado e treinado pela Inteligência cubana- soviética, são fumaça da fogueira das vaidades de Stalin e Trotski.

Herói, mito, fanatismo, mentira, verdade, estão sendo revelados. Os “inimigos externos”, mais Carlos Lacerda o (o Corvo), “assassinaram” Getúlio Vargas? Milhões foram seduzidos, hipnotizados, pela Carta Testamento de Getúlio. Milhares se aproveitaram (aproveitam), se enriqueceram, fazem carreira política, à custa do mito Vargas.

O suicídio do filho Maneco, e recentemente, do neto, revela a sina suicida dos Vargas. Foi o capitalismo norte-americano que fez Getúlio apertar o gatilho naquela madrugada de 24 de agosto de 1954, ou, causas biológicas e genéticas? (Aguardem em RH II).

Trilha sonora:

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