Trilha sonora: Alvarenga Ranchinho Êh São Paulo ( São Paulo da garoa, São Paulo que terra boa 1943 )

Faria Lima e Olavo Setubal planejaram a São Paulo da Modernidade.

Onde houver segundo turno das eleições para prefeito a conversa é a mesma: o eleito ficará ate o final do mandato ou azeitará a máquina administrativa para alavancar, em 2014, candidatura ao governo do Estado, à Camara Federal, ao Senado?


Jânio Quadros e Paulo Maluf usaram a cidade como trampolim politico

Não concluir o mandato. Não honrar a promissória cívica. Não respeitar a cidade para a qual foi eleito prefeito. Dar uma banana, ou arroto, à maioria que o elegeu. E já como primeiro mandatário da cidade, ao povo todo, tem sido uma constante da perversa engrenagem político-eleitoral que asfixia o país.

Engrenagem que o Deus de Santa Marta do Suplício prometeu desmantelar para que vivêssemos em democracia plena. Sem picaretas no Congresso. Sem corruptos no primeiro escalão de seu governo repleto de guerreiros do povo brasileiro. Paparicados. E ate então blindados.

Reforma política? Para quê?

Reformar para melhorar é cansativo. È difícil tirar privilégios. “Picaretas a gente compra”. Negociar com um, dois, três partidos políticos é difícil. Muito mais fácil com 30 siglas partidárias lucrativas. Um cargo ali. Um ministério acolá. Uma estatal. E dinheiro vivo. Em dólar, melhor ainda. 

Sempre há uma conta bancária no exterior. Mas, paraísos fiscais podem ser rastreados. Nos “paraísos ideológicos” governados por amigos não há perigo. O pay roll dos “aliados” pode ser semanal, mensal, anual. Livre de imposto de renda. Tipo os petrodólares venezuelanos que compram aliados e assessores por toda a America Latina. Principalmente no Brasil.

Presentear.  Cargos no governo. Comprar. Marcas registradas da democracia à brasileira. Definitivamente consolidada na era Lula. O resultado da “reforma político-eleitoral” do Iluminado de Marilena Chauí está no Supremo Tribunal Federal.


Lula/Deus faz alianças possíveis e impossíveis para seguir tocando o seu Titanic. À massa éticamente falida de São Paulo não interessa questões morais, principios. Lula e Collor. Erundina, Marta com Maluf. Milhões desviados para o exterior. Não importa. O fundo do poço da decência, honra, dignidade,  foi atravessado há muito tempo. O que interessa é ganhar eleição. È o poder. È mais dinheiro.

Nem reforma política. Nem reforma alguma. Gambiarras sociais. Como o pulo do gato do crédito consignado. Gatunagem com aval presidencial em carta convidando previdenciários, aposentados, a embarcarem na canoa furada. Maná para bancos de amigos financiadores de campanhas eleitorais. 

E muito apoio da mídia. Principalmente a televisiva. E principalmente a TV Globo criticando no micro. Promovendo e defendendo o governo Ludilma no macro. “Deixa tudo como está para ver como é que fica”.

De um lado, pão e tilápia. Do outro, circo televisivo

E mais novela de “sucesso” para manter o povão, mães, avós, tias, educadoras naturais, vidradas, ocupadas, anestesiadas, com as “maravilhas éticas, morais, eróticas’, de “dramaturgos” que há muito deixaram Nelson Rodrigues para trás. Lixão cultural televisivo da maior qualidade.

Uma combinação de interesses perfeita. De um lado, pão (cientistas afirmam que o peixe dos cestos de Jesus não era sardinha, muito menos lambari) Era tilápia. Do outro, circo televisivo. E aqui estamos o quarto maior eleitorado do mundo. Com urnas eletrônicas. Resultados no mesmo dia da eleição. Voto aos 16 anos. Justiça Eleitoral. “Avanços” como a Ficha Limpa. Tudo bem Brasil: Bonito por fora. Feio por dentro.


Erundina e Marta usaram São Paulo para as suas carreiras políticas. Foram usadas para eleger Lula presidente. Também responsáveis pelo declinio da qualidade de vida paulistana. Co-criadoras da era da Mediocridade. Do Atraso. Da desordem urbana. Cracolândias.

A mesma engrenagem política agora mais azeitada. Sem oposição. Tudo safadamente legítimo. Reformar o quê? E para quê? Não se mexe em time que está ganhando. Após a posse em janeiro prefeito já de olho nas eleições para o governo estadual: “Eu te apoiei em 2012. Você me apóia em 2014 e eu volto a te apoiar em 2016 e aí você me apóia em 2018”.  

Qual o valor real das eleições? Você sabe quem é? E o que representa o vice de seu candidato a prefeito? E os problemas da cidade: saúde, educação, esgoto, obras estruturais? A solução depende do alinhamento com o governo estadual e federal. Do PAC, plano centralizador, totalitário, do beija mão de prefeitos de municipios na pindaiba. Da FIFA. E a Câmara Municipal de salários gorduchos e bons negócio$? Como acabar com essa prática nefasta de prefeito abandonar a administração da cidade. Interromper obras. Frustrar sentimentos. Castrar iniciativas e alternativas?

Nina e Carminha mudam comicio de Haddad 

Nem se discute a hipótese de coibir prefeito deixar o cargo no meio do mandato. “Faz parte da democrcia tentar outro cargo eletivo”. E assim caminhamos em direção à Avenida Brasil do Nada. Aprofundando a Mediocridade do país onde a sua presidenta, Na Moral, pede para trocar data de comício em São Paulo para que ela e o povão-eleitor de seu candidato possam ver o duelo Nina X Carminha.

È o grande End. Truque velho. Hitickoniano, para segurar audiência: quem matou Odete Roitman? A grande discussão nacional. Prioridade da presidente do Brasil: saber ou ver quem assassinou Max?

È bem Brasil. È bem cucaracha.

Com as gordas verbas publicitárias. Empréstimos. Isenções de impostos. Perdão de dívidas ao INSS. Com altos funcionários incrustados no governo (remember Helio Costa, Franklin Martins e muitos outros “filhotes” da TV Globo). Era a vez de Dilma pedir para ver o último capítulo, antes da malta, com exclusividade no Palácio Alvorada.

È bem vidiotice ficar louca para ouvir Camila dizer que Santiago matou a própria mãe. È bem cucaracha fazer uma fezinha no bolão: quem é o assassino de Max? Com 70 minutos de duração, o ultimo capitulo da novela-“aula de principios éticos, morais, exemplo a ser imitado por milhões de baasileiros” esvaziaria o comicio da coligação Lula-Maluf.

Serra X Haddad? O futuro da cidade? Mensalão? “O povão quer mesmo é saber se o Palmeiras passaria para a segunda divisão” (Lula/Deus). . O Iluminado conhece bem seu eleitor. Combater corrupção não ganha eleição. Alianças e acordos bem costurados ganham eleição.

Parabéns TV Globo.

Mostrou, mais uma vez, que de fato comanda o país. Que elege e sustenta presidentes. A maior e mais influente Educadora do Brasil sempre soube usar o poder e a influência que tem. Muito antes do plim-plim. Vem dos tempos de Lacerda X Getúlio. Das tentativas de golpe contra Juscelino. De Jânio Quadros X Marechal Lot. Do apoio aberto à ditadura. Do silêncio nas Diretas Já. Da perseguição a Brizola. Da vitória de Collor…

Prefiro ser prefeito de Aracaju. De Paris.

 

Digo sempre ao sergipano Geovanio Menezes: prefiro ser prefeito da bela Aracaju que governador de Sergipe.  Que maravilha ser prefeito de Paris. Não quero ser presidente da Argentina. Prefiro ser prefeito de mi Buenos Aires querido. Presidente da Rússia? Sumá saichol? Claro que não. Prefeitar a querida, ortodoxa, profundamente histórica Moscou, isso sim.

Um país chamado São Paulo

E o que dizer de Nova York que reelege prefeitos que a dignificam. Que não fogem da raia. Que não abandonam a cidade. O atual, Michel Bloomberg, se quiser, completará o quarto período. Ele não cogita deixar a Big Apple no meio do mandato para concorrer à presidência dos Estados Unidos ou ao governo do estado. Trocar Nova York por Albany? Trocar São Paulo por Brasília?

   

Bloomberg e Kassab são prefeitos de “países”. Que não podem ser governados por semi analfabetos, amadores, delirantes, espertalhões, corruptos. O paulistano deixou usarem e sujaren a sua cidade. A mais importante da América Latina.

Michel Bloomberg governa um país chamado New York com tecnologia. Com modernidade. O forasteiro se adapta, respeita as leis, os costumes. Ou vai se dar mal. A cidade de São Paulo é um “país”. Não deve se rebaixar a “hospital, dormitório, mictório, manicômio, creche, cracolândias”, ao ar livre. A cidade perdeu seu charme, sua vitalidade, exatamente pela visão equivocada e pilantra da “luta de classes”. 

Òdio da paulicéia capitalista

Lulista desembarca com “ódio da paulicéia capitalista”. Com bronca da “elite”. Da qual o Deus de Marta passou a fazer parte. Com um ano de Nova York o forasteiro já quer ser mais novaiorquino que os da terra. Em São Paulo, o cara vampiriza. Desrespeita normas e leis. Suja. Maltrata. Não gosta da cidade que o acolhe. Só pensa em levar vantagem. Se arrumar.  E para a cidade, a urbe? Nada. “Não é assunto  meu. To aqui pra ganhar dinheiro, melhorar de vida”. Não se integra, não devolve nada a São Paulo. Esse comportamento é elogiado como de “luta ideológica” contra a elite.

A cidade de São Paulo tem que ser administrada como um país pela quantidade de habitantes, de carros. Pelos números de seu orçamento, folha de pagamento. Obras. Despesas e receitas. Pela sua importância nacional e continental. Só mesmo Santas, Capetas, Oportunistas, Espertalhões, Doidos, acham que podem administrar a capital paulista, “um país”, em dois anos.

Na verdade menos de dois anos. Se somarmos feriados, enchentes, greves, paralisação contínua do trânsito. E o Deus da paulista Marta (ela também abandonou a cidade, deixando o cargo paro o vice Bicudo) não fez nada para acabar com essa loucura. A era Lula só fez piorar as condições urbanas e baixar o nível da qualidade de vida da capital de SP. O PTdoB tem melhor programa urbano que o PT de Zé Dirceu, Genoíno, Gushiken…

 

Ser governador de Mato Grosso ou prefeito de Cuiabá? Não há nenhuma dúvida. Prefiro ser prefeito de minha cidade que nem um milhão de habitantes tem ainda. Na qual se pode enfrentar e vencer as mazelas que desfiguram as capitais brasileiras.

Quatro anos para São Paulo é pouco

Quatro anos são poucos para administrar a cidade de São Paulo. Imaginem, um ano e meio. O ideal para a mesma equipe- se competente e honesta- seria uns doze anos. Isso com coragem para implementar pequenas e médias mudanças urbanas. Influir na percepção de que a cidade deve ser protegida, amada, humanizada.

E não como atualmente. Atacada. Usada. Brutalizada. Emburrecida. Vampirizada por levas de forasteiros. Brasileiros se comportando como visigodos. Bárbaros do exército de Átila, o rei dos hunos. Invasores da bela Roma, em decadência. Destruindo, desrespeitando, sabotando, herança arquitetônica, plástica, artística. Solapando a pujança industrial, econômica, deixada por imigrantes e brasileiros do bem que fizeram de São Paulo o principal centro financeiro do país e da América Latina.

Ficar mudando gerente da coisa pública. Trocar administradores de complexas situações sociais, urbanas, é conversa de mal informado. De irresponsável. De oportunista político. È falsidade ideológica. È trocar o certo pelo duvidoso. È lero-lero para vencer eleição. Ter poder e mais dinheiro. Aliás, o que mais temos no Brasil é esse tipo de político.

O bom começo de Kassab

Habitante da cidade testemunho que calçadas, Ruas, praças, voltaram a ser limpas. Usadas para o ir e o vir das compras, dos passeios. O centro histórico foi “descoberto” por turistas nacionais e internacionais.

O atual prefeito teve um ótimo começo. Com o Cidade Limpa Kassab devolveu Ruas, praças, parques, viadutos, calçadas, ao ir e vir das pessoas. Limpou a área central. Com tremenda oposição fez despoluição de outdoors, painéis, banners. Boas mudanças no trânsito sempre caótico. O projeto Nova Luz para a Cracolândia. Mais verde. Mais parques. Mais creches. Mais albergues.

Porém, a erva daninha da política nacional o embaçou. Ao criar o PSD, sigla com pretensões nacionais, e com ele, possivelmente candidato à presidência da República, ou ao governo do Estado, a sua administração resvalou para segundo plano.

Seu candidato, José Serra, está menos fortalecido do que poderia estar tivesse Kassab continuado com o mesmo ardor e ímpeto dos seus primeiros meses na prefeitura. Serra é criticado por ter deixado a prefeitura no meio do mandato.

São Paulo, caminho para o terceiro turno em 2014

As necessidades maiores da metrópole são escancaradamente relegadas. “Aqui estamos disputando a presidência da Republica”. Na verdade é o segundo turno para o “terceiro turno” de 2014. São Paulo como caminho. Como meio. E mais uma vez Lula/Deus e os seus Santos usam São Paulo para saltos político-eleitorais. E outros. Assim foi com Erundina. Com Marta. Assim será com Haddad.

Os donos da engrenagem do sistema e do regime. Da máquina política. Os conservadores. Os da direita. Os revolucionários. Os da esquerda. Os agentes da corrupção. Todos juntos. A “elite dirigente desse país”. Aquela de “olhos verdes” agora tem Deus pardo como aliado de todas as horas.

 No Brasil Xeriff muda de lado


Reforma política? Prefeito ficar ate o final do mandato outorgado pela maioria da cidade? Prefeito perder o mandato e filiação partidária se deixar o cargo para concorrer a outro posto eletivo? Are you crazy? Maluf não quer isso. Collor não quer isso. Sarney não quer isso. Renan e Jader não querem isso. Sergio Cabral não quer isso. Santa Marta não quer isso.

Lula com a faca e o queijo na mão não levantou uma palha pela reforma política. Só blá-blá-blá. Gênio da articulação. Das mentiras bonitas. Carismático dos conchavos, acertos e alianças, ele se juntou a desafetos pois não podia ir para o “matadouro sózinho”. Acabou não indo mesmo. Pela “governabilidade” passou a comandar inimigos. No Brasil, Xerife muda de lado. Proteção melhor não há.

The land of make believe

Somos ou não somos um país Fantástico? A terra do faz de conta. Exemplo para o mundo antagonizado por inúmeras diferenças. Nunca antes na história desse país Deus e o Diabo estiveram de mãos dadas. Naquela de amigos para siempre. Prefeito para 4 anos? Na terra do sol contínuo, do Minhocão, do Mensalão, e das grandes alianças política$ isso não tem a mínima importância#.

Ulysses Guimarães em Nova York

 

Ulysses com o livrinho de todos os brasileiros. Jota Alves na redação do jornal The Brasilians, Rua 46, centro de Nova York. Onde o Dia do Brasil começou.(www.odiadobrasil.com), O painel-homenagem sobre o palco do Brazilian Day. 

O Dia do Brasil de 1988 foi dedicado à Ulysses Guimarães.

Se ainda estivesse à frente do maior evento brasileiro no mundo, neste ano, o vigésimo de sua morte, o nome do nosso Míster Constitution seria lembrado. Também celebramos o Bi-Centenário da Constituição dos Estados Unidos, básicamente intacta, original, “porque nós precisamos de uma constituição democrática no Brasil” dizia eu em 1987 ao repórter Azenha. 

O Brazilian Day nasceu de um imenso anseio por liberdade. Explosão de alegria pelo fim da ditadura. Celebrando a democracia. O primeiro, em 1985, homenagem à Tancredo Neves artífice junto com Ulysses Guimarães da Constituição de 1988.

 

 De Irene Poconé: Genebra/Brasília

25 de outubro, 11 horas, o dia D da virgem catarinense

Acompanho o caso e a coragem da catarinense virgem de 20 anos. Já disse neste espaço que “perdi” meu cabaço com 14 anos num colchão velho na carroceria de um caminhão em Poconé/MT cheia de garimpeiros. A Vó recebeu 5 mil cruzados. Eu ganhei a liberdade sexual e uma corrente de ouro. Leilão de virgens é comum pelo interior do Brasil. Graudos e importantes dão lances maiores para meninas de 10/12/13 anos. O nome real da virgem “Catarina” é Ingrid Migliorini que disse: “O corpo é meu. E não estou fazendo mal a ninguém”.

Jack Miller dos Estados Unidos e Rudra Chartterjee da India disputam com lances maiores. Passando os 600 mil dólares. O dinheiro, se pago, será todo dela. A agencia/site que organiza o leilão ganha com as promoções e vídeos do defloramento que deve acontecer no avião em vôo especial da Austrália aos Estados Unidos. Se os mais altos lances não forem pagos Catarina ficará com o brasileiro Lucas Zaider o primeiro a jogar. Ele pagou 2 dólares. É a regra. Entrou na chuva é pra se molhar.

Já o russo Alexandre por ter anunciado que pode perder a virgindadde com homem ou mulher está em baixa. O maior lance é da brasileira Anahi Stephan, provavelmente, nome fictício, de 2 mil e 600 reais. O dia D do jovem russo é 29 de outubro.

Tamanho do pênis

Para amigas e curiosas que estão a perguntar e pesquisar o tamanho “dele” ai vai tabela recente. Tamanho é documento? Em mim não tanto. O fundamental é saber usá-lo. Se a parte sensivel da mulher é atingida aos 3 centímetros até o micro pode dar prazer. Tente várias posições até encontrar aquela melhor para seu corpo, xana, jeito. O do suiço, em geral, é tamanho médio. Quando encaram um macro pênis as minhas girls cobram mais.

 Micropênis – Quando não atinge 2,5 cm flácido ou 7,5 ereto

Pênis pequeno – Entre 8 e 10 cm de comprimento e circunferência

Pênis normal – Comprimento de 10 a 17 cm e circunferência de 10 a 12 cm

Pênis grande – Comprimento de 18 a 23 cm e circunferência de 12 a 15 cm

Macropênis – Acima de 23 cm e circunferência maior que 15 cm

*Segundo Carlos Cury, coordenador do Departamento de Estética Genital da Sociedade Brasileira de Urologia, são apenas estimativas, pois não há tamanhos ideais.

 Ana Paula, cadê você?

Maior confusão lá em casa. Quando publicaram fotos da bandeirinha Ana Paula de Oliveira mandei ampliar num cartaz com moldura e tudo. A bronca foi geral: Ex, a da atualidade, sogra, tias, primas e sobrinhas. Um pouco de inveja faz parte da mulher. Mas, de repente não ouvi mais nada sobre a “minha bandeirinha”.

Boatos de que estaria vivendo com a sua empresária. Casada com  fazendeiro no interior. Saiu de campo. Entrou em igreja evangélica. Veio para os Estados Unidos. Com a Copa do Mundo ai na terrinha Ana Paula deveria estar em evidência. Quem souber do paradeiro dela faça contato pelo oreporternahistoria@gmail.com. No momento estou ganhando uns trocados-dos bons- aqui no Alaska, frio de lascar. Saudades de Poços de Caldas e da Ana Paula. Paulo Ricci.