Samba Enredo concorrente a GRES Unidos de Vila Isabel 2013 

Depois da cabeça cortada é tarde lastimar a perda dos cabelos. Reclamações, desabafos, mensagens, artigos, criticam o negócio feito pelo prefeito Chico Galindo com a escola de samba Mangueira, oitava classificada entre as doze maiorais.   

      rjmangueiraultrapassa7mindhavidnormandofutura    Bumbum de Gracyanne gerou uma série de especulações

Em geral samba enredo fraco com mulheres musculosas. A malhação acabando com o charme, beleza e sensualidade das musas do carnaval.

E se a Mangueira não perdesse pontos preciosos pelo atraso na entrada e o “enrosco” na saída, e fosse vencedora? Seriam só elogios. Festa geral. Com pacu e caju. Esqueceríamos os “erros históricos” no enredo. As “ausências” nas alegorias. As mancadas dos repórteres da Globo. Estaríamos cantando o samba da vitória. Comportamo-nos no antes da Mangueira/Cuiabá exatamente como o fazemos no antes da Copa do Mundo.

Mangueira na Sapucaí do mundo

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A entrada do Waldorf Astoria pela Park Avenue. O salão nobre ficou verde e rosa.

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Jamelão e Beth Carvalho dois grandes nomes da Mangueira e da música brasileira foram homenagedos no salão nobre do mundialmente consagrado Waldorf Astoria Hotel. Todos os componentes da delegação receberam tratamento VIP (Very Important People). Em Nova York a cordialidade cuiabana aconteceu em grande estilo.

Claro que é importante e necessário colocar Cuiabá na Sapucaí ou em qualquer vitrine de comprovada qualidade promocional. Claro que é importante e necessário promover o Brasil no exterior. E por ter dedicado toda a minha vida a isso e ser o cuiabano que promoveu e divulgou a boa imagem da escola de samba Mangueira em Nova York, a Sapucaí do mundo, entusiasmei-me com o projeto Cuiabá/Mangueira e ofereci sugestões:

Uma Comissão para acompanhar o projeto e fazer valer o contrato que deveria ter sido lavrado por experts do lado cuiabano. Com cláusulas nitidas do uso e da obrigatoriedade do nome Cuiabá em faixas, carros alegóricos, camisetas e adereços.

Que a promoção deveria atrair e contagiar primeiramente a população, principalmente, carnavalescos da cidade, com um arrojado trabalho in and out (dentro e fora de Cuiabá). Como fiz ao patrocinar a vinda de Joãozinho Trinta a Cuiabá e a Santo Antonio de Leverger, líder mato-grossense de Carnaval de Rua.

O rosa no verde das  mangueiras de Cuiabá

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Cuiabá ainda tem mangueiras frondosas, lindas, que com decoração rosa enalteceriam o verde da Cidade Verde. Marquei 100 mangueiras que com absoluta certeza seriam originais atrações televisivas. As mangueiras cuiabanas e a Mangueira do Rio.

Cuiabá e Rio sempre tiveram ligações politicas e sociais fortes. Convidar pela imprensa carioca milhares de cuiabanos e mato-grossenses, seus descendentes cariocas e amigos, para participar e divulgar a boa imagem de Cuiabá. Engrossar a ala cuiabaníssima no desfile da Mangueira.

Com cinquenta ou quarenta ônibus, média de 1.500 a 2.000 pessoas, sairmos pela Rota do Samba Cuiabano com destino ao Rio de Janeiro. Nas paradas, previamente marcadas, grande cobertura de imprensa local, nacional, e internacional. Apoteótica chegada ao Rio com helicópteros e aviões de propaganda sobre todas as praias saudando Cuiabá e a ala da terra de Rondon na escola de samba Mangueira. Etc.

Nada de novo aconteceu aqui.

O mesmo estilo de gerir a coisa pública. No afogadilho. No interesse pessoal. Na improvisação de gente despreparada para administrar um produto cultural tão importante como é o carnaval. Na falta de responsabilidade institucional generalizada. O presidente da República que entra não dá continuidade a projetos e obras do presidente que sai. O governador desloca-se da instituição Governo para criar “instituição” particular com capangas e “assessores” da mala preta. O prefeito eleito vira-se contra o prefeito que deixa o cargo.

Atravessam o samba da decência. Do administrar para e pelo bem coletivo. E o município, o estado, o país, jorrando e sangrando dinheiro por todos os lados. Sufocam iniciativas. Desvalorizam alternativas, ideias. Destroem o nosso patrimônio cultural. Só desfilam em ritmo eleitoral. Pes$oal.

 jamelãoHá um elo cuiabano na história da Mangueira

e na história do maior puxador de samba enredo da escola. Cuiabá e Jamelão se encaixariam bem na merecida e necessária homenagem aos 100 anos do cantor. De onde estiver, com o seu humor àcido, Jamelão “dá uma banana” para quem duvida do real sucesso de Cuiabá na Sapucaí. E ainda diria “a pólvora já foi descoberta”. “Não se desfila na Avenida com samba mequetrefe”.

Cuiabano, fiz a minha parte. Levei o melhor da escola de samba Mangueira à Nova York. A promovi internacionalmente. A prestigiei. Dei tratamento de primeira à estação primeira da Mangueira. Havia/ha, pois, um elo cuiabano na história da escola de samba Mangueira. Era só pesquisar. Consultar. Reconhecer. 

Se ouvido e consultado teria ajudado a levar, em grande estilo, com marketing sintonizado com o futuro, o melhor de minha querida Cuiabá ao Rio de Janeiro. Com estrondoso sucesso. ( ver o RH O prefeito do Dia do Brasil).

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“Cuiabá prestou homenagem à Mangueira, não o contrário. Eles estavam sem dinheiro, nós os salvamos da falência e fizemos um papel ridículo. Temos quase 300 anos de história, de cultura para exportar. Isso foi resultado do despreparo dos inseguros homens que ocupam o poder”. Dr. Gabriel Novis Neves, primeiro reitor da UFMT.

Transmissão da TV Globo relaciona Cuiabá a “selva” e “caju”

Quem assistiu à apresentação da Mangueira teve a impressão de que a Capital de MT fica em meio a uma selva

 mIDIA NEWSDA REDAÇÃO MidiaNews

Se a intenção da Estação Primeira de Mangueira era homenagear Cuiabá e “vender”, por meio de seu desfile a Marquês de Sapucaí, seus potenciais turístico, econômico e cultural, o tiro pode ter saído pela culatra. Quem assistiu a apresentação da escola de samba pela TV Globo, teve a impressão de que a Capital mato-grossense fica em meio a uma selva, repleta de animais “pantaneiros”, como jacarés, onças e cobras gigantes.

Mais: o que era para ser ponto alto – e que justificassem o investimento de R$ 3,6 milhões feito pela Prefeitura de Cuiabá – acabou se transformando em uma salada de frases feitas, quase banais, superficialismo e equívocos históricos.
A cultura cuiabana também foi “judiada” durante a transmissão global. Resumiu-se a uma demonstração pobre e sem sentido, que distorceu elementos básicos e jogou no chão aquilo que deveria ser um trunfo. Logo no início da transmissão, os primeiros tropeços. Um dos repórteres da TV Globo perguntou a uma integrante da “ala dos Bandeirantes” se ela conhecia Cuiabá. A mulher disse que não. O repórter insistiu: “Como a senhora imagina Cuiabá?”.

– Ah, eu imagino um lugar assim… Uma selva!

Na sequência, outro repórter perguntou a outra passista, da “ala do Ouro”, quais eram as riquezas de Cuiabá.

A resposta foi outra “tragédia”:

– As riquezas são a natureza, o ouro e o caju!

Os locutores da TV Globo, Glenda Kozlowski e Luis Roberto, também colaboraram, em muito, para ridicularizar Cuiabá. Nitidamente, ambos não se deram ao trabalho de pesquisar, o mínimo, sobre a cidade homenageada, sua cultura e tradições.

Assim que a câmera deu um close a uma das alas, em que “peixinhos fofinhos” faziam parte das fantasias, Glenda Coloski soltou:

– Olha o pacu, gente!!! Cuidado com o pacu!!! Quem come a cabeça do pacu se casa e não sai de Cuiabá!

Em outro ponto, a mesma Glenda emendou a “pérola”, dizendo que as índias ofereciam o peixe para seduzir os bandeirantes. Pacu como “arma” de sedução? Socorro!!! A mesma locutora disse, também, de modo confuso, que Cuiabá “é a cidade que eles (os bandeirantes) pensavam ter encontrado, o Eldorado”.

“Noiva fantasma

Outro ponto digno de registro foi quando a TV deu destaque para uma ala, com “noivas fantasmas”, em que caveiras de crânios humanos, imensas, ficavam suspensas e adornavam as fantasias.

De novo, a locutora da TV Globo foi cruel.

– Noivas fantasmas! Se você encontrar uma mulher vestida de branco nas ruas de Cuiabá, muito cuidado.

A exemplo desse “desfile” de falta de conhecimento histórico e cultural, a Capital mato-grossense também foi brindada, cantada e homenageada com outras referências rasas e desconexas.

O locutor Luiz Roberto, por exemplo, disse que a “boneca de pano é tradição do artesanato cuiabano”, assim como a panela de barro. A coisa poderia ter sido pior, caso a escola de samba não tivesse atrasado seu desfile – fato que deixou de fora da transmissão televisiva outras tantas alas e carros alegóricos. Sem dúvida, um Carnaval inesquecível…Enviado por Maria Ponce de Arruda

Arigato Sabrina

f_15268ssabrina imagesCAVLV4PK  imagesCA2UZ0MZmartinhoi da vila alkegre

To aki em Boston com uma japinha universitária. Ela nasceu em Tupã/SP. Torcemos pela Vila porque admiramos o comportamento profissional de Sabrina. Olha o quanto ela se esforçou para desfilar pela Vila Izabel com corpo escultura, leve, bonito. A mulher brasileira  foi muito bem considerada no mundo por sua beleza natural, alegria e corpo bonito. De repente, mais uma porcaria da TV Globo que começou a incentivar para captar audiência e faturamento popozudas infladas a esteroide, quadris imensos, bundas de silicone, uma feiura sem fim.

Mulheres robóticas e esqueléticas não devem desfilar como destaque. Daqui de fora a imagem é horrível. Onde o Brasil bonito, suave, cravo e canela? Onde estão as bem amadas e bonitas mulatas brasileiras? Ou estão proibindo a palavra mulata por aí? Sabrina Sato salvou a Pátria aqui fora. Parabéns Vila Izabel. Parabéns Arlindo Cruz. Parabéns Martinho da Vila. Arigato SS! Ricardo Carioca, de Boston.   

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