normalistas imagesCAEBTYDC 20130327210643106494e

“A sensação real é de não ter valido a pena. Vovó dedicou 70 anos de vida àquilo que era orgulhosamente chamado de magistério. A minha mãe levou bordoada na ditadura. Eu estou aqui, como você vê, encarando a policia na mais famosa Avenida da América Latina. Enquanto isso ha um ano das eleições as duas mulheres mais comentadas do país trocam farpas eleitorais. Elas, como os demais em cargos políticos só pensam naquilo”.

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“Educação prioridade? Choque de qualidade? Conversa. Lula já está em campanha. Senadores, deputados, governadores, atrás da reeleição. A mídia com a TV Globo à frente comemora o Dia do Professor com a “ternura” de sempre. A normalista vestida de azul e branco. (Da professorinha que a turma queria comer). Ensinando e passando dificuldades no interior. Ralando na cidade grande”.

“Ensinamos as primeiras letras. Somos chamadas- da boca para fora- de iniciadoras, educadoras da nação. Deveríamos ser tratadas e respeitadas como Profissionais. Não deveríamos brigar por piso e migalha salarial. Indicadas, nomeadas, como “cabos-eleitorais”. Rascunho ideológico. Todos os quesitos, índices, dados, mostram a Educação no Brasil. A pilantragem, avareza, corrupção, egoísmo político-eleitoral destroem o que as professoras/es constroem.

O embrutecimento é galopante. Professora é humilhada. Apanha de aluno. Atravessamos o fundo do poço. A culpa é sim dos governantes que lavam as mãos. Deixam o circo pegar fogo. Para eles TODOS (as)em primeiro lugar a carreira e os seus interesses político$. “Estou de vagina cheia com tanta safadeza e dessa grande mentira que é a Educação no Brasil”. Maria Alencar. São Paulo.

O Brasil tem de pensar mais em matemática e menos em Copa

Para o professor de finanças, Ricardo Humberto Rocha, no Primeiro Congresso Nacional de Educação Financeira, em SP: “O primeiro problema do país é a educação deficiente. Pensar mais em Matemática e menos em Copa. Temos cinco copas do Mundo e nenhum prêmio Nobel. Quando vamos nos preocupar em aumentar o quadro de medalhas das olimpíadas de Matemática”?

‘Geração do diploma’ lota faculdades, mas decepciona empresários.

imagesCA781HAEPelo seu intrigante e revelador RH Educando o Brasil e neste Dia do Professor repasso o artigo de Ruth Costas da BBC Brasil. Professores, Reitores, a turma da Ideologia, devem ler e refletir. Faço resumo:

“Na última década, o número de matrículas no ensino superior no Brasil dobrou, embora ainda fique bem aquém dos níveis dos países desenvolvidos e alguns emergentes. Só entre 2011 e 2012, por exemplo, 867 mil brasileiros receberam um diploma”.

“Mas mesmo com essa expansão, na indústria de transformação, por exemplo, tivemos um aumento de produtividade de apenas 1,1% entre 2001 e 2012, enquanto o salário médio dos trabalhadores subiu 169% (em dólares)”, diz Rafael Lucchesi, diretor de educação e tecnologia na Confederação Nacional da Indústria (CNI).

“Os empresários não querem canudo”.

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“Os empresários não querem canudo. Querem capacidade de dar respostas e de apreender coisas novas. E quando testam isso nos candidatos, rejeitam a maioria”, diz o sociólogo e especialista em relações do trabalho da Faculdade de Economia e Administração da USP, José Pastore.

“Cadastramos e avaliamos cerca de 770 mil jovens e ainda assim não conseguimos encontrar candidatos suficientes com perfis adequados para preencher todas as nossas 5 mil vagas”, diz Maíra Habimorad, vice-presidente do DMRH, (Companhia de Talentos).

“Em 2000, o Brasil tinha pouco mais de mil instituições de ensino superior. Hoje são 2.416, sendo 2.112 particulares. Ocorre que a explosão de escolas superiores não foi acompanhada pela melhoria da qualidade. A grande maioria das novas faculdades é ruim”, diz Pastore.

Tristan McCowan, professor de educação e desenvolvimento da Universidade de Londres, concorda. “Alguns desses cursos universitários talvez nem pudessem ser classificados como tal: São mais uma extensão do ensino fundamental”.

E o problema é que trazem muito pouco para a sociedade. Não aumentam a capacidade de inovação da economia. “Não impulsionam sua produtividade e acabam ajudando a perpetuar uma situação de desigualdade, já que continua a ser vedado à população de baixa renda o acesso a cursos de maior prestígio e qualidade”.

ia-do-plano-piloto-em-solidariedade-aos-professores-do-rio-do-janeiro-eles-sairam-em-marcha-pelo-eixo-monumental-em-direcao-a-1381881846651_1920x1080O índice de analfabetismo funcional entre universitários brasileiros chega a 38%, segundo o Instituto Paulo Montenegro (IPM), vinculado ao Ibope. Quatro em cada dez universitários no país até sabem ler textos simples, mas são incapazes de interpretar e associar informações. Também não conseguem analisar tabelas, mapas e gráficos ou mesmo fazer contas um pouco mais complexas.

De 2001 a 2011, a porcentagem de universitários plenamente alfabetizados caiu 14 pontos – de 76%, em 2001, para 62%, em 2011. “E os resultados das próximas pesquisas devem confirmar essa tendência de queda”, prevê Ana Lúcia Lima, diretora-executiva do IPM.

Temos uma tradição cultural bacharelesca.

“O Brasil leva para universidades jovens que não só tiveram um ensino básico de má qualidade como também viveram em ambiente familiar que contribuiu pouco para sua aprendizagem”.

“O Brasil precisa de mais engenheiros, matemáticos, químicos ou especialistas em bioquímica, por exemplo, e os esforços para ampliar o número de especialistas nessas áreas ainda são insuficientes”, diz o diretor-executivo da Câmara Americana de Comércio (Amcham), Gabriel Rico.

“A maioria dos estudantes brasileiros tende a seguir carreiras das ciências humanas ou ciências sociais – como administração, direito ou pedagogia – enquanto a proporção dos que estudam ciências exatas é pequena se comparada a países asiáticos ou alguns europeus”. José Aguiar. Rio.

Brasil 14º lugar em pesquisas científicas

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“Os cientistas brasileiros publicaram 46,7 mil artigos científicos no ano passado, número que coloca o Brasil em 14º lugar como produtor mundial de pesquisas. A China conquistou o primeiro lugar nesse levantamento, seguida por Estados Unidos, Japão e Europa”. Segundo o relatório feito pela empresa Thomson Reuters, isso equivale a 2,2% de tudo o que foi publicado no mundo, em 2012.

O ramo científico que mais produziu artigos foi a medicina clínica. De 2008 a 2012, foram produzidos quase 35 mil artigos. Em segundo lugar, a ciência de plantas e animais, com 19,5 mil artigos no mesmo período. Ciências agrárias produziram 13,5 mil artigos entre 2008 e 2012. O maior crescimento foi visto nas ciências sociais e gerais, que saltaram de 1,5 mil entre 2003 e 2007 para 9,8 mil entre 2008 e 2012.

A ausência de empresas privadas na lista dos maiores detentores de patentes reflete um aspecto negativo do país. Como a demora na tramitação do processo pode chegar a oito anos, muitas empresas desistem, pois a tecnologia pode acabar se tornando obsoleta antes de a patente sair. Paulo Martins. São Paulo.

No capitalismo. No comunismo. No lulismo.

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Concordo com o seu Educando o Brasil. No comunismo não há depredação dos bens do Estado. “Tomada” de Reitoria. Tente quebrar um banheiro na Coréia do Norte ou em Cuba. No capitalismo não há depredação de templos do Saber e do Conhecimento. Mas, o que temos aqui? Com qual Doutrina, Ideologia, Princípio, nós somos governados? Perguntem ao Lula, à Dilma, ao Marco Aurélio Garcia? Aí estão os resultados de 30 anos de catequese e controle “ideológico” das universidades: anarquismo, vandalismo, depredação. Semestres perdidos. Recuperação de aula mentirosa. Milhões de Nem-Nem: nem trabalham, nem estudam.

USP: A única universidade do Brasil que figurava entre as 200 melhores do mundo– passou de 158º lugar em 2012 para o grupo de 226º a 250º lugar. A Unicamp também caiu e passou de 251º a 275º lugar (em 2012) para 301º a 350º lugar. Os Estados Unidos continuam dominando o ranking. A melhor universidade do mundo, Caltech, é norte-americana. Além disso, 77 das 200 melhores do mundo são dos EUA.

imagesCABWLJ7VO Atraso tem ojeriza do idioma inglês.

Assim como é bonito nunca ter lido um livro. É íntegro o companheiro que não se interessa em aprender inglês. A ideologia bolivariana âncora da política externa brasileira ensina que: “Inglês é o idioma da exploração. Do capitalismo. Do Diabo. A língua do Império” arrotava Hugo Chávez ( Os EE.UU compra 40% do petróleo venezuelano. 24% da dívida externa do país é com a China que resiste conceder novos empréstimos).

A cultura da mediocridade, do populismo malandro, está disseminada, graças aos exemplos que vêm de cima. “É preciso incentivar o uso do inglês na sala de aula. Muitos países que não são de língua inglesa já usam o inglês no meio acadêmico. Entre eles, estão a Holanda, a Alemanha e a França –países com universidades entre as cem melhores do mundo”. Leandro Tessler, físico da Unicamp e especialista em relações internacionais, revela que há resistência interna na universidade brasileira ao inglês.

“Temos a tradição de resistir a cursos em inglês como se fosse uma questão de soberania.”

“Sem ter aulas em inglês, o Brasil perde pontos em boa parte dos indicadores que avaliam a quantidade de alunos e de professores estrangeiros. Além disso, as publicações científicas exclusivamente em português também diminuem a quantidade de citações recebidas por outros cientistas. Esse critério –as citações– valem 30% das notas recebidas por cada universidade”.

O Brasil foi o único país que saiu do grupo de países com universidades entre as 200 melhores do mundo. Noruega, Espanha e Turquia entraram para o grupo de elite. A turma que protesta, quebra, invade, soma 0,51% dos 93 mil alunos da USP considerada uma extra large university. A quantidade em detrimento da qualidade. Marisa Monteiro. Belo Horizonte.

Prêmio Nobel 2013

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Medicina: Randy W. Schekman, Thomas C. Sudhof, James E. Rotham Química: Martin Karples, Michael Levitt, Arieh Warshel Física: François Egbert (Bélgica), Peter Higgs (Inglaterra). Economia: Eugene F. Fama, Lars Peter Hansen, Robert Shiller.

Ele disse: “Nunca li um livro. Não preciso de diploma nem dessa elite universitária pra governar o Brasil”.

Eles repetem: Esse Nobel, a ONU, o Oscar, o Grammy, é tudo ferramenta prá puxar saco de estadunidense. Tenho 47 anos, acompanho política nacional e externa desde a adolescência. Me lembro de quase todos os ministros de Figueiredo, e quando ele entrou no poder eu tinha 12 anos. Pela primeira vez na vida vi presidentes dos EUA tirarem o chapéu para os presidentes do BR (Lula e Dilma). Nunca tinha visto os presidentes do BR abrirem a Convenção Geral da ONU (Lula e Dilma)”. Comentário de internauta na UOL 15/10/13.

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O internauta de 47 anos é um dos 50 milhões que não pensam. Lula, Zé Dirceu, Marco Aurélio Garcia, Genoíno, Gilberto Carvalho, Evo Morales, pensam por eles. O internauta é dos que acham bonito Lula nunca ter lido um livro. Do tipo “Ele é um dos nossos. Fala o que o povão quer ouvir”. Por mal informado, comete erros horríveis. Concursos, maratonas, olimpíadas, disputas, prêmios, são importantes na vida das pessoas, da nação. O diploma, o beijo da mãe, o carro de presente do pai, o reconhecimento dos amigos, da comunidade, do país.

O Prêmio Nobel foi criado na Suécia e tem servido à humanidade. Por que os norte-americanos ganham mais Nobel? Com certeza não é comprando títulos, diplomas, Honoris, capas de revistas e artigos. Não é por corrupção. O internauta e os doutrinados como ele devem fazer essa pergunta, de público, ao presidente do Brasil, ao seus ministros de Educação e Cultura.

Premio

Sem “elite universitária”, ou seja, Professores, Mestres, Doutores, Especialistas, Pesquisadores, Inventores, não há Saber, Conhecimento, Progresso. Lula e a sua turma de espertalhões por mais votos e para as vantagens do poder descartam Ciência, Tecnologia, Pesquisa. Nivelam tudo pelo vulgar, baixo nível, mediocridade. Governam com quebra-galho. No lugar da cultura do Mérito pessoal e da Qualidade, a quantidade duvidosa, caridade, favor político, o presente eleitoral. O cala boca! É mais rápido comprar. Anestesiar. Estão idiotizando e embrutecendo o povo. Cada vez menos música, literatura, arte, TV, Ensino, de qualidade. A política externa de Lula & Co. afastou o Brasil de países tecnologicamente desenvolvidos. Uma década perdida com Kadafi, Mubarack, Ahmedinejad, Hugo Chávez, Lugo.  Continua a mesma com Moreno, Evo Morales, Noriega, Cristina, Snowden, ditadores.

Lula e Dilma os primeiros na Convenção Geral da ONU!?

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Nunca antes na história desse país“. Lula o primeiro a…Esse tipo de “conhecimento” em política externa (e interna) é difundido em universidades. O Brasil colaborou, e muito, para a criação da Liga das Nações. Depois da Segunda Guerra Mundial passou a ser Organização Geral das Nações Unidas. Desde a sua fundação o Brasil abre, anualmente,  a Assembleia Geral da ONU.

Oscar e Grammy premiam os excelentes. Os bons das duas maiores indústria de entretenimento, lazer, cultura, do mundo: cinema e música. O internauta usou a internet-gratuita-para enviar mensagem à UOL. Beneficia-se da web, Facebook, Twitter, Google, invenções da tecnologia do país que mais têm Prêmio Nobel. Você diz 50 milhões doutrinados pelo populismo anarquista. De pimplizados ? São muito mais. Paulo. Londres/BH.

Sabe quem é a mulher no centro? 

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Enquanto Marina e Dilma discutem o preço da moto e do voto professora de Pernambuco ganha o Nobel de Literatura. Acordei e vi a pegadinha. Aliás o tipo de pegadinha construtiva, educativa, que Faustão, Silvio Santos, Ratinho, Bial, Fátima Bernardes, e outros “formadores de opinião”, deveriam fazer pela TV, a maior Educadora do brasileiro. Ela é Alice Munro, do Canadá. Prêmio Nobel de Literatura. A 13ª. mulher a ganhar um Nobel. Lembrete potiguar: O Canadá é aquele país que “espiona” o Brasil e quer roubar tecnologia nacional incentivada com vigor já no primeiro dia do governo Lula. Iracema. Natal. RGN.

Trilha sonora: AO MESTRE COM CARINHO

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