Trilha sonora: The land of make believe. Chuck Mangione e Esther Satterfield

 

Mangione gravou Manhã de Carnaval e Maracangalha, entre outras brasileiras. Capa do LP original, 1973

The land of make believe entrou pela janela e ficou na minha memória, nos meus sentimentos mais bonitos. Nevava forte sobre Nova York. Três da madrugada. Me sentia down. Eu vivia em um apartamento “rent control” num prédio de quatro andares na esquina da Rua 53 com Terceira Avenida. Próximo ao Brazilian Pavillion Restaurant do querido amigo o espanhol Joaquin Gonzales+ quando ouvi uma voz cantando mensagens exatas para aquele momento. Música de cadencia, sopros e solo suaves, lindos, que ficaram em mim forever. Músicas que me levaram para mundos de sonhos, de amor, situações, épocas, cidades, estarão neste espaço. Dê mais atençaõ a música que lhe chamou a atenção. Saiba mais sobre ela. Lhe fará bem.

Estava a uma quadra do mundialmente famoso Waldorf Astoria, hotel de Reis, Rainhas, Celebridades, onde em seu salão nobre com camarotes aveludados, Jair Rodrigues, em sua primeira viagem aos Estados Unidos, inaugurou com tremendo sucesso a jornada Carnaval do Brasil. Foram quinze anos consecutivos. Teria continuado não fosse o meu desejo incontrolável de voltar para o Brasil que eu havia deixado com 21 anos de idade. Tudo que fazia, criava, promovia, dava certo.

Vide o Dia do Brasil –The Brazilian Day; o jornal The Brasilians; Centro Brasileiro de Promoção; Clube Brasileiro de Viagem e Turismo, O Mercado foi o primeiro a promover a cerveja Brahma nos EEUU, patrocinadora e exclusiva dos três primeiros Dia do Brasil; cursos de Português, traduções juramentadas, assistencia legal; exposições comerciais, artísticas; dezenas de shows com os nossos mais consagrados cantores, cantoras, músicos; promoção do cinema, da literatura, do futebol, dos esportes, das artes brasileiras; o reconhecimento e o fortalecimento da comunidade brasileira; a Rua 46 nossa referencia comercial e cultural bem no centro de Nova York, etc. Dedicação diuturna na defesa da imagem do Brasil, do brasileiro residente ou não, da nossa colônia, do nosso povo. Financeiramente bem. Dono de apartamento em local privilegiado. Propriedades na Flórida. Mas, não me sentia realizado. Tinha que voltar para a terra dos meus sonhos. Para o meu país, minha cidade.

A música The land of make believe de Chuck Mangione com Ester Satterfield foi o empurrão emocional, fantasioso, para o meu retorno. Ainda não havia CD. Entre os 300 LP que trouxe o de Mangione, meu talismã, é sempre tocado em momentos de intensa paixão e de profunda decepção. Araras, periquitos e papagaios que se aninhavam no maior jatobá da nascente do Jamacá em Chapada dos Guimarães devem ter gostado da música. Pelas manhãs se alegravam e respondiam com sua cantoria boa para crianças, adultos, e animais.

Ainda bem que CD e pen drive chegaram para nos salvar de desastres como “levaram o LP original por engano”. A trilha sonora deste RH é de 12.25 minutos. Há versões com o solo de Mangione. Outras variantes jazzísticas de 10 e 15 minutos. Uma maravilhosa viagem musical. Como a do retorno para o meu país democratizado, esperançoso, com imensas possibilidades e alternativas. Voltei e fiz o que sempre faço: participar, contribuir, colaborar, pensar, escrever, criticar com sugestões positivas.

O encanto em The land of make believe é o alto astral.  Aquilo do “impossible dream”. Do alcançar estrelas inalcançáveis. Do feeling alrigth: “se você se sente “down tonight”, de baixo astral, a perguntar o que acontece com você e com esse mundo onde você vive eu conheço um lugar que tem as respostas, lhe mostrarei uma terra onde ninguém chora, onde há sempre “good vibrations”. Terra de “Honey and Milk” onde tudo é bom. Você tem que conhecer a terra do faz-de-conta onde as crianças brincam, os adultos sorriem, animais passeiam. Olhe a sua volta e saberá o segredo The land of make believe” – a terra- do faz- de conta.

Saudade é coisa de brasileiro

Como “saudade é coisa de brasileiro” como ensina o cantor Seu Jorge eu acreditava que o Brasil era sim a terra de pessoas solidárias, felizes, sorridentes, honestas. Terra onde se respeitavam índios, não dizimavam animais, não destruíam florestas, não poluíam rios, seguiam valores, princípios. Corrupção combatida com exemplos e lei. Onde não deveria haver baixo astral. Mesmo depois de tantas e tantas decepções continuo acreditando que o Brasil deveria ser uma terra boa para o seu povo.

Mas isso não acontece. As frustrações são permanentes. O país está brutalizado pela conduta, caráter e covardia de seus dirigentes acobertados por um tipo propositadamente ruim de programação televisiva. Corrupção e Televisão concessão pública com polpudas verbas publicitárias e editoriais de governo é uma dobradinha letal para qualquer país. Nenhuma nação sobrevive sem sonhos, sem buscar alternativas, sem dominar Ciência, Tecnologia. Sem instituições sólidas centradas no bem estar da nação. Sem defesa de seu meio ambiente. Sem honestidade. Sem imprensa livre, sem jornalismo opinativo e investigativo.

Entre na história e veja o que aconteceu com o povo que delegou errado. Votou errado. Acreditou em espertalhões, mentirosos, Pais e Mães salvadores da Pátria. Povos que se amesquinharam. Se venderam por presentes, favores. Pão e circo. Povos que se deixaram enganar e ser controlados por patifes, psicopatas, canalhas. Neste exato momento a minha terra de “Honey and Milk” está parada, sucateada. Vivemos num esgoto politico-eleitoral. Os centros do Saber e do Conhecimento paralisados. Instituições apodrecidas, viciadas, dominadas.

Continuamos no quintal do Terceiro Mundo

Com uso e abuso da ignorancia consentida, lucrativa. Ignorância não é inocencia. È cumplice. Não é somente o lider que deve ser corajoso em suas decisões e antecipações. O povo deve ser corajoso. Ai estão os japoneses, russos, americanos, australianos, ingleses, franceses, hungaros, suecos, filandeses, àrabes, e outros. Aí está o povo holandês a conter e a dominar o mar. A preservar seus recursos naturais. A querer uma qualidade de vida sempre melhor. A Primavera árabe.

Mas, o que faz Lula e a sua turma? Distanciam o Brasil dos centros do Saber, Ciência, Tecnologia, Modernidade, para nos colocar na Arca do febril, delirante Hugo Chávez. Oportunista ideológico já no comando efetivo do MERCOSUL. Um megalomaníaco partindo para se consolidar como o novo Simon Bolivar das Américas com apoio do governo brasileiro que reedita uma Triplice Aliança com a reencarnação mal sucedida de “Cristina Evita” com a inflação na Argentina batendo os 25%, e mais o cambaleante presidente do Uruguai. 

Com toda a propaganda Global, ôba-ôba, blá-blá, lu-lu-lu, Copa do Mundo, Olímpíadas, continuamos no quintal do Terceiro Mundo. Quando não há mais Segundo mundo. Continuamos provedores de materia prima. Cobertos de falsos brilhantes. 

A cúpula partidária que prometeu avanços morais, combate sem trégua aos corruptos, reformas essenciais, segurança e saude publica, está sentada no banco dos réus exatamente por corrupção.

Estadão

Todos devem ser iguais perante a lei. A “Justiça é cega”. Não deveria deixar-se influenciar por ricos, poderosos, senadores, deputados, ministros, presidentes. È verdade que ela “Tarda, mas não falha?” O urubu baixar no STF é bom? È ruim?

Não se trata desses 38. È o futuro honroso, digno, ou não, de 200 milhões de brasileiros, julgado pelo STF

Não se trata somente de 38 figurantes de um esquema atuante na maquina estatal, por toda parte. “Sofisticada organização criminosa”. Trata-se do futuro moral, ético, honroso, digno, ou não, de 200 milhões de brasileiros, seus filhos, netos, bisnetos, tataranetos, se essas figuras saírem flanando, perdoadas, anistiadas, livres e soltas pelas portas do Supremo Tribunal Federal.

O pior assassino é o de sonhos. Criminoso, com agravante, é o dirigente politico mentiroso, pilantra, espertalhão. O homem ou mulher, público, usando o poder para triturar confiança, sentimentos, emoções, fé. Que castram iniciativas. Imobilizam metade da população do país. Transformando-a em robô teleguiado. No STF estão sendo julgados exterminadores do futuro da nação brasileira. Todos antidemocráticos. Filhotes da ditadura do partido único. Todos do Comitê Central da incompetencia e usuários da ideologia da corrupção. Há outros da Executiva não indiciados. Não há “provas” contra eles!?

José Dirceu- o Ministro mais poderoso- o Chefe, o Mentor do Mensalão, segundo os autos, continua dizendo que nada fazia sem o conhecimento do presidente. Delúbio Soares o Tesoureiro chamado por seus adeptos de o Guerreiro do povo brasileiro. José Genoino, o Presidente partidário, todos carne e unha de Lula. Que não sabia de nada. Luis Inácio, vitorioso, dirá: “eu sempre disse que o Mensalão é uma invenção dessa gente branca de olhos verdes e azuis para desestabilizar o meu governo. O Mensalão nunca existiu”. Se um presidente da República diz que o Mensalão no seu governo “nunca existiu” para quê serve o Supremo Tribunal Federal? Estarão todos os seus Ministros loucos? Julgam algo que nunca existiu? Somos mesmo uma República do faz-de-conta?

“Foi o mais atrevido e escandaloso caso de corrupção e desvio de dinheiro público realizado no Brasil” (Roberto Gurgel, Procurador geral da República)

Já se fala em julgar apenas 36. Dois sairiam sorrindo por falta de provas. Com eles soltos, livres, ou com penas de trabalho comunitário, cesta básica, estaremos condenados a viver em baixo astral. Será a consagração máxima da bandalheira e patifaria. “Nunca antes na história deste país” do faz-de-conta tivemos um Oscar à corrupção. Uma Olimpíada da Impunidade e da Imoralidade. Seremos mais que um povo marcado como gado. Zumbis esquizofrênicos, mutilados, castrados, obedientes aos seus heróis políticos e às heroínas das novelas TV Globo.

Com todos ou alguns deles absolvidos ouvirei The Land of make believe com um profundo sentimento de tristeza e nojo. Pois estaremos condenados, para sempre, a uma terra do faz-de-conta, do mal, com bruxas, mutantes, vampiros, demônios. Já estamos num limbo. Politicos, governantes, líderes, homens da lei, atravessam “na moral Bial” todas as linhas da decencia e da moralidde. Vejam o ministro Toffoli do Supremo Tribunal Federal. Vejam Marcio Thomas Bastos…Entraremos no buraco negro para a germinação do colapso geral. As sociedades fazem as suas escolhas. De fracasso ou de sucesso. Ai está o colapso recente da poderosa União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, a URSS. E dos povos do bloco soviético. Do Pacto de Varsóvia. 

A interpretação e a idolatria confusa, oportunista, demagógica, de ideologias, mais as vantagens “naturais”, “na moral Bial”, de quem usufrui do poder levam o Brasil para Pactos Sul Americanos que nos empurrarão mais ainda para o Atraso, a Mediocridade, à destruição ambiental. O que mantem o Brasil são os seus recursos e reservas naturais. As únicas que temos. 

Eles deveriam ter mais dois para repetirmos a saga de Ali Baba e os 40 ladrões. Mesmo que após sete anos de investigações, provas contundentes, esses poderosos saiam livres do STF a comprovar que vivemos mesmo numa terra – do faz – de conta ruim eu não quebrarei o disco de Chuck Mangione. Pois a beleza e a mensagem The land of make believe me fizeram mover montanhas. Sorrir. Superar decepções. Viver com tesão e com paixão#.

As “bombas” de Irene Poconé:

Dear: De volta a Brasília para o aconchego de meu senador e protetor. Fiz uma compilação de noticia de pênis sempre mais comentado e aceito que o órgão da mulher, chamado de vagina, boceta, xana e por aí vai. Não se trata de feminismo. Não sou radical. Mas por que o homem pode andar de sunga, calção, com os peitos de fora? E a mulher não pode tirar o sutiã? Qual a diferença entre os peitos do homem e os seios da mulher? Não vou polemizar e justificar nada. Diferenças e preconceitos eternizados. Mil histórias e anedotas de pênis. O mesmo sobre grelo, perereca, é “socialmente incorreto”. Não pega e não soa bem.

 Pênis dos réus do Mensalão a quem interessar possa

 Aqui tudo parado. Recesso parlamentar. Greves. Bagunça. Brasília cercada por hunos, godos e visigodos. Estou tentando com amigas lá do STF se a gente consegue flagrar os réus do Mensalão e tirar fotos do pênis de cada um a quem interessar possa. Não seria uma tremenda reportagem investigativa saber o tamanho e flacidez, desses poderosos? O país vai conhecer quem é quem nesse departamento. Ainda bem que não tem uma mulher entre os 38. Aguarde. Sua Irene Poconé.

(Nota: Tenho vibrador de ouro com pedrinhas de brilhantes. Presente de amiga suíça. 5 mil dólares. Pouquíssimo uso. Satisfeita com a coisa real).

Prepúcio: cortar ou não cortar?

 

De Rui Martins

Berna (Suíça) – Afinal a circuncisão é ou não um ato bárbaro? Shalom Auslander, filho de família ortodoxa judaica, escreveu até um livro O Lamento do Prepúcio sobre o dilema de um pai diante da obrigação religiosa de sacrificar o prepúcio de seu filho, corta ou não corta?

Mas cortar a pele que recobre a glande do pênis não é obrigação de papai judeu, mesmo liberal. É também de muçulmanos. Quando Deus prometeu uma grande descendência a Abraão, o idoso temente a Deus vivia sozinho com Sara, sua mulher, e era ajudado por uma empregada doméstica chamada Agar.

Embora crente em Deus, Abraão achou que o seu guia celestial tinha cometido um erro, pois sua mulher Sara já fazia tempo que estava na menopausa e o casal não trepava mais. Como podia sair um filho se já não havia mais libido e nem desejo na esposa?

Mas como diria um pastor versado nas Escrituras, às vezes é preciso se interpretar o que Deus diz. E o que seria, no futuro, um patriarca, concluiu apressadamente que, se não era Sara quem podia ter o filho, devia ser Agar, mais jovem e viçosa. E assim se fez, mesmo porque Abraão não estava na andropausa. E nasceu Ismael, criando um desequilíbrio naquele triângulo, pois Agar começou a se sentir mais importante que Sara. Por pouco tempo, porque Sara em cumprimento à promessa de Deus, ficou grávida e também deu à luz um menino – Isaque.

Essa confusão criada entre os meio-irmãos, que perdura até hoje, não é o tema desta coluna, mas apenas um detalhe. Para diferenciar os filhos de Abraão dos outros, criou-se alguma coisa que ficava para toda vida. Não uma tatuagem como usam os índios, mas cortar a pele que protege a glande avermelhada do pênis, o que se chama de circuncisão. Uma pequena cirurgia feita pelo sacerdote e o menino estará marcado para toda vida.

Só que pode dar infecção! Imaginem quantos meninos na antiguidade acabaram morrendo ou ficando sem o pênis por infecção no seu membro viril. Isso ninguém nunca fala, é tabu, mas na Alemanha, um casal de muçulmanos pediu a um médico para circuncisar seu filho de quatro anos (entre os judeus é no oitavo dia do bebê). Dois dias depois, o menino foi para a emergência do hospital com infecção no seu pequeno pênis circunciso.

Acabou dando processo, primeira instância e recurso em segunda instância com a decisão, destinada agora a fazer jurisprudência – de que é proibido e passível de condenação alguém praticar circuncisão em menino que não tem fimose, uma particularidade sexual em que – desculpem-me a crueza das palavras – o pênis não pode por a cabeça para fora. Situação que pode ser dolorosa em caso de ereção e que pode também provocar constantes inflamações.

E agora? Justamente agora que os fundamentalistas muçulmanos e judeus recuperam os preceitos e atos ditados por Deus na antiguidade, a Alemanha e daqui a pouco todos os infiéis e gois da Europa vão querer proibir que se corte a pele do prepúcio? Os juízes alemães de Colônia, cidade de grande importância durante a Reforma, entendem de Bíblia, Torá e Corão, mas dizem que a circuncisão é uma cirurgia irreparável e que nada terão a dizer se for feita por adultos.

Falando em circuncisão masculina logo surge a idéia da chamada circuncisão femina, a infibulação. Também por preceitos religiosos e adotados em muitas comunidades muçulmanas africanas, consiste em se cortar o clitóris e os lábios da vagina, para que as meninas se tornem mulheres puras sem prazer.

Só que a infibulação não é uma marca e sim um ato considerado extremamente cruel, a ponto de já ser proibido, podendo dar prisão para quem pratique essa tradição bárbara.

Há, portanto, uma diferença entre circuncisão e infibulação. A circuncisão não acaba com o prazer masculino, ao contrário diz-se que, sem cobertura, a glande fica mais excitável. E há mulheres que preferem fazer sexo com circuncisos por uma questão estética. Outras se sentem frustradas por não ter aquela pele para puxar.

Sinal dos tempos, ainda outro dia, no Mali, onde islamitas e tuaregs impuseram a chariá, que é a lei religiosa do Corão, a televisão mostrava o primeiro casal punido com cem chibatadas por terem trepado antes de casar. Em outros lugares, os homens começam a juntar pedras para uma próxima lapidação de mulheres adúlteras.

Justamente quando esses maravilhosos hábitos religiosos ressurgem, vem a justiça alemã querendo proibir a circuncisão!#

Pênis arrancado e guardado em caixa é exibido como prova em julgamento

O julgamento de um homem acusado de estupros em série na cidade de Novosibirsk (Rússia) teve um detalhe bizarro: um pênis acondicionado em uma caixa foi exibido como prova.

O membro pertence (ou pertencia?) a Dmitry Zubarev, de 29 anos. Ele foi arrancado por Svetlana Serafina, de 25 anos, que administra uma sauna na cidade.

De acordo com o processo, Dmitry foi à sauna se fazendo passar por cliente. Lá, ele atacou Svetlana com socos e pontapés e a forçou a fazer sexo oral nele. A mulher não pensou duas vezes: arrancou o pênis do estuprador com uma potente dentada.

“Ele rasgou a minha roupa, baixou a calça e pôs o pênis na minha boca. Então eu o mordi o mais forte que pude e não o deixei ir”, contou a russa.

Svetlana contou que, no desespero de se livrar, Dmitry acabou forçando um recuo, o que levou os dentes dela a deceparem o membro do agressor.

Dmitry foi a um hospital local e, pouco depois, acabou preso. Os médicos disseram que seria impossível reimplantar o pênis, que foi posto em uma caixa e levado a uma delegacia#.

Homem bem dotado é parado em aeroporto por suspeita de levar arma

Jonah Falcon, de 41 anos, foi parado no aeroporto de São Francisco (Califórnia) sob suspeita de estar levando uma arma na cueca… 

Não era uma “arma”. 

“Eu disse: É o meu pênis”, contou Jonah ao “Huffington Post”. 

O americano, que é considerado o dono do maior pênis do mundo (23 centímetros, em estado relaxado), comentou ter sido apalpado por um agente da TSA, órgão de segurança nos transportes nos EUA, durante a revista. 

“Eles colocaram um pó nas minhas calças, provavelmente um teste para explosivos. “Eu achei aquilo engraçado”, afirmou o ator e escritor radicado em Nova York. 

Por causa da “ameaça” que ele representava, Jonah acabou perdendo o vôo.

De acordo com medição feita por uma TV, o pênis ereto do americano tem 34 centímetros. Ele se recusa a entrar na indústria pornográfica#.

 Ladrão leva vibrador de ouro de R$ 8 mil de Sex shop em Brasília

Foto: Rafaelo Céo/G1

Homem roubou um Vibrador banhado a ouro 18 quilates de uma Sex Shop localizada na quadra 303 Sul, em Brasília. A peça, chamada de Nea, em exposição, só é vendida por encomenda. O Vibrador custa R$ 8 mil.

Esse produto tem a intenção de dizer que o prazer vale muito.”

A vendedora diz que o homem era “bonito, estava bem vestido e foi rápido – a ação durou cerca de cinco minutos. Antes de sair, ela teve as mãos amarradas e a boca tampada com fita adesiva. O ladrão a prendeu no banheiro da loja.

Uma das sócias da Sex Shop, Vanessa Baldini, disse que o ladrão fez um “mau negócio”. “Ele [o ladrão] está com um elefante branco na mão. Ele não pode dissolver a peça porque ela é feita de aço inoxidável por dentro. Também não levou o carregador para poder usá-lo. Não sei mesmo o que ele vai fazer. “Vou deixar por conta da imaginação dele”.

A empresária acredita, porém, que para as clientes, a peça de ouro tem um “valor inestimável”.#

Homem nu no Centro Cultural Banco do Brasil
Homem nu em ferro fundido e fibra de vidro do escultor inglês Antony Gormley, 2 metros de altura. Em exposição no Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro.

NotaRH: Ao terminar de ler religue o som, relaxe, e ouça The Land of make believe com atenção. Tradução razoavel no YouTube/Chuck Mangione.

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