Paisagens, ouro, couro, carne, madeira, plantas, animais, açúcar, café, soja, arara, papagaio falante, macaco brincando com o pinto, ajudam. Mas, são pessoas que constroem a imagem de um povo e garantem, ou não, o sucesso de um país.

Pedro II, um high- tech de seu tempo

Das viagens ele trazia sementes, mudas, invenções, livros. Foi um high- tech de seu tempo. Em 1876, na Feira de Tecnologia da Filadélfia, Graham Bell pediu a D. Pedro II que divulgasse o reprodutor de voz que acabara de inventar, precursor do telefone.

Fotografo, D. Pedro II deixou imenso acervo, parte do qual destruído no incêndio do Museu Nacional, administrado pela fina flor do esquerdismo universitário lulista- dilmista- boulista- chavista.

Desconhecido por gerações teleguiadas, codependentes do Socialismo Século 21, D. Pedro II mantinha ativíssima correspondência com as figuras mais importantes de seu tempo.

Mundialmente conhecido como Patrono da Arte e Ciência, D. Pedro II foi marqueteiro de seu país. A  contribuição dele para a imagem do “jovem” Brasil levantando-se do berço da independência foi extraordinária, fundamental. A “contribuição” de Lula foi distanciar o Brasil dos centros de Ciência, Pesquisa, Tecnologia, Modernidade, e jogar-se nos braços de Hugo Chávez, Evo Morales,Ahmdinejad, Kadafi, Ortega, e ditadores africanos.

Mais que ouro, couro, madeira, frutas, plantas, arara, papagaio falante, foram pessoas Brasileiras que fincaram raízes da boa imagem do nosso país. E são muitos. E são muitas. Rascunho alguns:    

Hipólito José da Costa em 1808, cria em Londres, o Correio Braziliense, primeiro jornal brasileiro no mundo. Santos Dumont, coloca uma terra chamada Brasil nas manchetes, nos salões, universidades, empresas, de Paris, da Europa, do mundo.Pixinguinha e os 8 Batutas sacodem Paris com um ritmo diferente de todos. Gostaram do Chorinho, coisa nossa.

Getúlio Vargas tentando construir uma nação. Mas, atacado pela Intentona Comunista de 1935, e pela Revolta Integralista de 1937. Não tínhamos nada de base: prego, alfinete, pinico, perfume, talco, remédio, carro, tudo vinha  de fora.

Getúlio abre-se para o mundo convidando mais imigrantes. Fortalece o “ouro negro”. Negocia com Roosevelt: “Vamos para a guerra, mas, precisamos de recursos para construir a Companhia Siderúrgica Nacional” (aço para as nossas necessidades básicas). De volta à presidência, em 1954, Getúlio Vargas cria a Petrobrás. (assaltada, roubada, pelo timaço de corruptos de Lula e Dilma.).

Leônidas, artilheiro da Copa do Mundo 1938, encantou homens com a “bicicleta” e seduziu francesas com seu corpo atlético, rijo. Diamante Negro de Brésil , diziam: “era bom de bola e bom de cama”. Francesas pagavam porteiros do hotel para ver, e “ficar”, com Leônidas. Excelente para a imagem do Brasil. Mas, as “minorias” negras- ideológicas- lulistas não divulgam , não promovem, os negros que ajudaram a plantar a boa imagem do Brasil.

Carmen Miranda mostrou nos teatros da Broadway e no Cinema o que é que a baiana tem. Colocou o Brasil nos letreiros da fama. E o mais importante: com sorriso bonito, alegria, samba, música dançante.

A imagem de gente alegre, país bonito, hospitaleiro, grudou. Sem que o nosso governo gastasse um centavo. (Mas, Lula e seu time de dependentes “ideológicos” e seus “guerreiros do povo”, corruptos, sujaram essa imagem).

O sucesso de Carmen Miranda foi tão espetacular que a esquerda dependente do Partido Comunista da União Soviética, na mídia e nas universidades, baixou o pau em Carmen. A onda do momento era meter a lenha nos Estados Unidos: “Ela voltou americanizada”. Ou, “Ela se vendeu ao capitalismo”.

Com Carmen, posso citar centenas de brasileiras vitoriosas, excelentes profissionais, verdadeiras guerreiras. Nenhuma manchou a imagem do Brasil como fez Dilma, e suas frustradas, raivosas, revanchistas, incompetentes, desequilibradas.

A Força Expedicionária Brasileira, capítulo de nossa história na Segunda Guerra Mundial, pouco divulgado nos meios universitários e intelectuais. A esquerdopatia trata a FEB como assunto militar. Não é. Foi o Brasil com os Aliados na luta contra o nazifascismo, em defesa da União Soviética.

Juscelino- JK constrói Brasília abrindo o Brasil para o mundo. Lança a Operação Pan Americana, precursora da Aliança para o Progresso, da OEA, do Mercosul. (Lula não criou nada. Nenhuma divagação doutrinária. Na decoreba, no gogó, com frases de efeito, mentiras, seduziu milhões de seguidores- eleitores).

As vitórias de nossa seleção. Pelé. Maria Esther Bueno. Guiomar Novaes. Bidu Sayão. Villalobos. O show de Bossa Nova em New York. The Girl from Ipanema ( a música brasileira mais tocada depois de Aquarela do Brasil). Vinicius, Baden Powell, Toquinho, Maria Creuza. O filme Um Homem e uma Mulher. O Rei Falcão em Roma. Nossos craques no Barcelona, Itália, França. As cirurgias de Ivo Pitangui. Ayrton Senna. Giselle. O Carnaval do Brasil no mais famoso hotel do mundo. O Rock in Rio. Brazilian Day.

Só dava Brasil no mundo. Testemunha e “co-fabricante” dessa beleza brasileira, Eu estava lá no centro de New York, tambor do mundo.Atualmente, brasileiras anônimas, brasileiros conhecidos, continuam construindo a boa imagem do nosso país. E limpando a porcaria deixada por políticos e governantes.

A mando de Fidel Castro, foi reeditada a Conferencia Tri Continental dos anos 60. O governo Lula e Hugo Chávez bancam o Fórum de São Paulo. Na pauta, o Bolivarianismo. ( Jota Alves discursa no Seminário da Tri Continental, em Moscou).

Os dependentes lulistas acreditam no Socialismo séc..21 de Hugo Chávez, Evo Morales, Ortega, Lula. O resultado do delírio, do perigo, de uma América do Sul sem bandeiras e exércitos nacionais, está lá em Roraima. Nos bairros de Fortaleza. Na cracolândia paulistana. Nos morros cariocas.

  

Vitorioso absoluto. Um arco- iris de possibilidades e alternativas. Admirado. No início, brilhou em Davos e nos seus primeiros Encontros Internacionais. Jantou com Reis e Rainhas. Almoçou com George Bush em Campo David.

O primeiro presidente negro dos Estados Unidos, um discriminado, estendeu a mão ao primeiro operário presidente do Brasil, um discriminado: “Você é o Cara. Podemos trabalhar juntos”. Lula, virou-lhe as costas para dançar a milonga de Hugo Chávez.

Um ano de governo, e a primeira foto da corrupção oficial. Explode o Mensalão. Lula descendo a ladeira. No marketing e na mentira, tentou se sustentar de Fora pra Dentro. A emenda, pior que o soneto. Juntou-se à escória mundial. A foto maldita com Evo Morales, o presidente Cocalero.

A esquerda calada. A grande mídia calada. Nenhum Globo Repórter. Nenhum Profissão Repórter. Nenhum Bom Dia Brasil. Nenhum especial. Nenhuma pesquisa de Mestres, Doutores, para tentar saber, descobrir: o que aconteceu com Lula? A inteligência brasileira, universidades, meio ar-tístico com o rabo entre as pernas. Por comodismo? Por usufruir vantagens? Por covardia?

 

Qual o motivo, razões, causas, de tamanha guinada de caráter? De tamanho fracasso na imagem dele e do Brasil? Lula bebeu agua, uísque, cachaça, “preparada”? Aspirou algo?

Porfírio Mirandel, cubano, estudioso da Santería e do Voodoo haitiano, arrisca: “Hugo Chávez, como Noriega, tinha Pai-de Santo. Encomendava “trabalhos” da pesada contra adversários”.

“Na macumba, (Santería) no candomblé cubano, tem mais alegria, menos crueldade. No haitiano e no venezuelano, não. Pode-se especular que Lula esteve em uma dessas sessões. Ou Hugo Chávez mandou fazer “trabalho” para manter Lula sob seu controle”.

Tudo pode ter acontecido com Luís Inácio Lula da Silva. Mas, vítima ele não é. 40 anos no exterior, trabalhando, sofrendo, vencendo, chorando, ralando, pelo bom nome do meu país, eu jamais perdoarei Lula por ter emporcalhado a imagem do Brasil. (Segue, terceiro, e último: Lula sujou a imagem do Brasil).

Trilha sonora:

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Ninguém é famoso por si só. Por derrubar Golias, a imagem de David foi glorificada pela “mídia” da época. Continuam dançando os Sete véus de Salomé.

A imagem de Cleópatra entrou na história por conquistar dois romanos, donos do mundo, com uma iniciativa sexual repetida há milênios por milhões: o boquete, sexo oral.  (As romanas não chupavam). Cesar adorou. Marco Antônio não  voltou a Roma. Enlouqueceu de álcool, boquete e paixão.

A disputa de Espanha e Portugal por novos mundos foi grande. O Brasil não ficou famoso por ser “descoberto” por Pedro Alvares Cabral. Antes dele, Cristóvão Colombo “descobriu a América”.

No meu tempo de vaca- gorda fiquei um mês no Hotel do Guincho, no Algarve, com Nádia, neta de carioca- portugues, recém graduada em assuntos sociais.

Em New York, disse-lhe: “Venha comigo. Dá um tempo nos sociais, vamos fazer o que nunca fizeram, pesquisar os sexuais do Brasil Colônia, Império.  Sexualmente curiosa e corajosa, Nádia ajudou-me a fuçar crônicas, pedaços de arquivos, fora do blá- blá- blá oficial histórico.

No Brasil, Gregório de Matos, ousou com seus versos picantes. Mas, tem muita coisa exótica, sexy, da “terra em que se plantando tudo dá”, não conhecida, não divulgada.

O ouro, o papagaio, e o pau- Brasil

Você sabia que o ouro do Brasil, diferentemente do ouro mexicano, peruano, por sua cor, quilate, e textura, foi o preferido das Cortes Europeias? Ouro de Ouro Preto, Ouro Fino, e região, era o mais cobiçado.

Atualmente, são bolsas, perfumes, sapatos, vestidos, joias. Mas, as aristocratas da Corte pagavam alto para ter uma arara, periquito, papagaio falante, e um macaquinho mostrando o pinto para a nobreza.

E o pau vermelho excelente para tingir tecidos, roupas. Uma verdadeira revolução na moda provocada pelo pau- Brasil.

Era o máximo. Era o Brasil sendo “descoberto” pelos que mandavam no mundo. Pessoas influentes, a “mídia” da época, gostavam de tudo que ia do Brasil. A imagem era boa.

Nádia, descobriu que Reis e Rainhas da Europa, gostavam mais dos nossos índios: “o torço, os dentes, as pernas, os braços, diferem dos índios mexicanos, peruanos, atarracados, pernas cambaias”.

Nossas índias, mais limpas, mais apertadinhas

O que conta é a imaginação. A narrativa boca a boca. A fama da imagem. A percepção que gruda. Mais uma descoberta de Nádia: “O jesuíta Pedro Guedes: estive no Paraguai e nos Andes. Mas, a índia brasileira é a mais limpa de todas. Ela lava suas partes intimas com agua misturada com cascas de arvores cheirosas. A nativa brasileira se banha no rio, duas, três vezes. São as mais apertadinhas”.

O negro brasileiro é mais gostoso

E tudo isso foi passando de gerações em gerações. Aí chegou a escravidão. E os negros levados do Brasil para trabalhar na Europa eram os mais disputados.

Nádia encontrou isso: “Madame S.T.P, Toulouse, França: “paguei por um homem de cor vindo de Cuba para trabalhos gerais. Um dia, madame Simony disse que estava com um negro vindo do Brasil que podia me emprestar para “serviços especiais”.

“Foi a melhor escolha que fiz. Cheiroso, retinto. Diferente do cubano, o pinto do brasileiro está sempre duro. Eu, nunca tinha feito por detrás. Achava que era pecado. Ele fez comigo. Gostei. Não sei como descrever aquele jorro branco, quente, na minha cara, na minha boca. Disse para minhas amigas: “se vai comprar escravo, compre um negro brasileiro”.Ele é mais gostoso”.

Ai, D. João VI chegou trazendo gráfica e pinico. Criou o Jardim Botânico, o Palácio Imperial na Quinta da Bosta Vista (Museu Nacional recém destruído), a Escola de Belas Artes, Bolsas de Estudo.

E aí o jovem compositor Carlos Gomes foi estudar na Itália. E aí, com a ópera o Guarani, ele fez o Brasil conhecido no mundo musical e cultural da época.

Mas, a ideologia do Atraso, dos pseudos- socialistas, dos espertalhões, dos corruptos, nunca enaltece a imagem positiva do Brasil. São bisnetos, netos, sobrinhos, afilhados, dos fanáticos, fofoqueiros, que diziam : “Carmen Miranda voltou americanizada”.

A onda era falar mal dos Estados Unidos a mando do Partido Comunista da União Soviética. Atualmente, militantes lulistas, “minorias”, dominam as universidades, as escolas, os centros culturais, o ambiente artístico, e grande parte da mídia. Só divulgam aspectos sombrios e negativos de nossos índios e negros.

A mesma cantilena do navio negreiro. Do Nós X Eles (invenção de Hugo Chàvez que o papagaio Luis Inácio repete e faz repetir). O papo da destruição da cultura para começar tudo do novo. Resignificar. Perigo do fanatismo talibã. Revanchismo doentio, racismo às avessas.

30 anos falando, escrevendo, batalhando, vibrando, chorando, sofrendo, promovendo, a boa imagem de meu país. Tendo hasteado a primeira bandeira do Brasil no centro de NY- tambor do mundo. Jornal. Programa de TV, Rádio. Criador do Brazilian Day, atualmente o maior evento brasileiro no mundo, sinto-me a vontade, e capaz, de mostrar  em 3 edições, de fora para dentro do Brasil, e de dentro para fora, a merda que Luis Inácio Lula da Silva e seu bando de aloprados fizeram com a imagem do Brasil. (Segue)

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