Trilha sonora: A dama das camélias/Caetano Veloso e Overture La Traviata.

 

A camélia é uma flor de agosto. O mês do “Cachorro louco”. De ciclones, tempestades, incêndios florestais. Foi criado para glorificar Augusto o imperador que dominou o Egito. Os antigos diziam: “Casar em agosto dá desgosto”.

Para o Brasil, é um mês “politicamente incorreto”.

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Coisas estranhas, muito estranhas, aconteceram em agosto. Tragédias que sacudiram e mudaram radicalmente o país. O suicídio do presidente Getúlio Vargas. A renúncia do presidente Jânio Quadros. A morte de Juscelino, o criador de Brasília.

Nesse momento de manifestações, protestos, decepções. De reformas mil vezes prometidas, vale perguntar: como será o 13 de Agosto 013 da presidente Dilma?

Irene Poconé* está em Brasília com o Senador, amado-amante, conselheiro. Seu investidor. Feliz da vida por mais um semestre na ZHdK-Zurich University of the Arts. Jantamos na Famiglia Mancini em São Paulo. Mulher pantaneira, corajosa, vitoriosa, curiosa, quer se formar em Relações Internacionais. Responde, mas, sempre opinando, sobre a primeira mulher presidente, o baixo astral em Brasília, o momento.

“A presidente deve dar camélias para senadores, deputados, ministros, aliados”.

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Camélia branca para senador. Rosa para deputado. Vermelha para ministro. Misturada para os aliados.

“Não sou vidente. Mãe-de-santo. Nem pastora que tira diabo do corpo. Não saberia dizer o que acontecerá com a presidente Dilma no dia 13 de agosto de 2013. Mas, quando venho à Brasília já no aeroporto sinto cheiro de mofo, ranço, malandragem, insegurança, e perigo no ar. O mesmo nas ruas, praças, parques, praias, do Rio. Quem janta seguro a noite em São Paulo? Esta rua é uma boa novidade. ( Avanhandava). Sinto vibração negativa por toda parte. Cidade grande. Cidade pequena. A querida Poconé está violentada. Cuiabá não tem um milhão de habitantes e lidera em assassinatos”.

“O Brasil desce a ladeira do baixo astral. Muita barbaridade com mais crimes hediondos. Quando vi as imagens da dentista queimada, chorei. Fiquei com vergonha de mostrar para as colegas da ZHdK. Esse negativismo que a gente sente quando vem de fora se irradia lá da Praça dos Três Poderes, Esplanada dos Ministérios, das mansões. Do poder. Conheço Brasília. Sinto de longe o cheiro de coisas ruins”.

“Quando o comando não anda bem. O resto não anda bem. O jeito Mulheres da Dilma de administrar, deve mudar, melhorar, suavizar. Não se governa com rancor, azedume. Com revanchismo. Com a cultura do “vamos dar o troco”. “A ideia é boa, mas, de quem é a ideia?”.

imagesCAFEAQEP“Não imagina a tranquilidade, beleza, segurança, que se tem numa Praça de Berna, Zurique, Viena, Berlim, Amsterdam, Estocolmo, Bruxelas. Aqui vejo mães, avós, tias, de amigas, trancadas em casa vendo novela, DVD. Correm à igreja, ao mercado, shopping. No Brasil rua e praça são espaços perigosos para o lazer. Descanso. Só se deve sair em grupo, e olhe lá. Nas noites bonitas e estreladas nem pensar”. O brasileiro não merece esse tipo de vida”.

RH: Você sabe coisas que ninguém sabe. Dilma tem um “caso”?

“Se o Senador não sabe, ninguém sabe. Conhece homens e mulheres importantes. Ele comenta a Dilma administradora, política. Mas, nunca disse nada, e para mim se soubesse diria, da vida amorosa, sexual, da presidente. Eu digo, não se vive sem um xodó, uma costela no inverno. O frio de Brasília é seco, penetra. Com vento  é como picada de polvinha no Pantanal. Se ela tem alguém, ótimo. Antes de presidente é um ser humano, mulher, atraente. Que ela tenha quem a ame de verdade é o que desejo. Mas, politicamente sabe-se que Dilma é cercada por mulheres traumatizadas. Eu nunca as vejo rindo. Parece que estão sempre querendo “dar o troco”. Não se recupera o tempo perdido. Faz-se tempo novo. Governar com gente assim é negativo”.

RH: Você volta depois de seis meses. Viu alguma mudança boa?

“Vou, volto, e ouço as mesmas discussões, os mesmos problemas. Reforma disso e daquilo. Minha vó dizia: “menina não se anda pra trás, nem de banda. Levanta a cabeça e ande pra frente, se não a cobra corá te morde. O brasileiro detesta comparar. Tem medo das respostas. É mais fácil sair de banda, culpar o outro, e se esconder no buraco como faz o tatu. Fora da política, que é sempre a mesma, digo que a crise é também de falta de charme e elegância. O Brasil é famoso também “pelo charme e a elegância da mulher brasileira”. Para mim, pobre ou rica. Pois, ser charmosa não é privilégio de rica. Nem grosseria é coisa de pobre. Sei que sou charmosa. A minha profissão exige isso de mim. Elegante? Aprendi a me vestir. Comer. Falar. Andar. Transar”.

“Celso Kamura é o Arcanjo de Dilma”.

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“Celso foi o evento mais suave, bonito, mais inteligente. Quem sugeriu e emplacou Celso Kamura como o make-up da presidente merece todos os nossos parabéns. Isso sim é mudar para melhorar. É alternativa do novo bom e bonito. Veja Dilma Antes e Depois de Celso Kamura. Leio bobagens de despesas com produtos de beleza. Que ele vai a Brasília de avião. Querem que ele deixe a sua clientela cativa em São Paulo e vá de ônibus, caminhão? A presidente tem se mostrado uma pessoa simples, sem joias caras, sem penduricalhos desnecessários ao nível dela. Assim como há protesto idiota, há noticias e comentários de idiotas. Celso não merece esse tipo de crítica”.

RH: Mas, segundo Lula, charme é coisa “das elites desse país”.

“Elegância, charme, leveza de atitude, make up, não tem nada a ver com “as elites desse país”. Antes era a dengosa, carinhosa. O cinema criou o glamour, a glamorosa. Wilson Simonal imortalizou “o charme da  mulher brasileira”. Deram uma vulgarizada e mulher é chamada de gostosa, melancia, popozuda, cachorra, potranca…Se você visse a minha vó, bugra pantaneira, vivendo numa casinha de palha, tomando sopa de piranha, comendo mandioca, pirão, peixe assado na folha de bananeira, você ficaria encantado com o charme e a elegância dela. Além do make up de pó de urucum em dias de festa. Ela irradiava erotismo sem vulgaridade. Lula é esperto. Sabe explorar bem o “Nunca li um livro. Não tenho diploma e sou presidente”. Genial. Ele fatura do atraso. Da ignorância. Do negativo. E pessoas acham bonito, aplaudem, votam. Isso só acontece no Brasil. Lula deve estar confundindo sofisticação afetada, esnobismo, de alguns, de qualquer elite, com charme, elegância, glamour”.

“Atualmente, sabe-se que ele aprendeu a lidar com gente elegante e charmosa. Na Europa, ele se hospeda no melhor. Bebe, come, do extra melhor. Isso é bom num líder popular. Nesse quesito Lula mudou para melhor. Só digo que não se governa com cara amarrada. Com gestos bruscos. Não há mais espaço para o “dá ou desce”. “Reformas na marra”.Por bem ou por mal”. “Mulher macho sim Sinhô” é coisa das antigas. Não funciona entre as entendidas elegantes”.

“O Celso deve estender sua magia às Mulheres da Dilma”.

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“Deixar o Celso dar uma geral nelas, como se dizia:cabelo, barba e bigode. Unha, pele, roupa, sapato. Ensiná-las a sorrir. Falar. Comer. “Amiga” de Deputado viu uma delas com a boca cheia de empadinha. A blusa com manchas de Coca-Cola. Ela falava e comia. Falava e bebia. Falava e comia. Parecia com os comandos cerebrais em curto. Não confundir energia com eletricidade. Isso em recepção oficial. (No Brasil). Ensiná-las a caminhar com ou sem salto alto. Andar com suavidade é uma arte. Não precisa ser o caminhar único da Gisele. Mas, pelo amor de Deus, o chão não é culpado de nada”.

Pesquisar feelings

“Nem só de pão vive o homem. E a mulher”. Você acertou ao sugerir pesquisa de Feelings. O governo pesquisa números. Anuncia estatística. Gráficos de resultados das Bolsas. Números, números. Mas, não pesquisa o grau de frustração, desencanto, e ate nojo. Lula foi grande esperança de mudanças. Acabou repetindo o que os “coronéis” políticos faziam/fazem no Pantanal, no Nordeste, no Norte, com  “presentes” novos substituindo: saco de farinha, lata de banha, querosene, sandália, dentadura, fogão, panela, cibalena, o dinheiro da cachaça”. Vi muito isso em Poconé. Quando a coisa apertar vão continuar fazendo o mesmo. Voto é o que interessa. “O resto não tem pressa”.

RH: Todo mundo tem alguém para desabafar. Sabe se Dilma tem?

“Deve ter entre os que estão com ela há muitos anos. Mas, nem sempre esse tipo de amigo(a) é o melhor ouvinte. Presidentes tem cambada de bagre ao redor. Todos beliscando as iscas do poder. É fundamental trocar ideias, conversar, ouvir. O profissional de política é pesado. Triturador de cérebros. Não se deve desabafar com os mesmos interlocutores. Os amigos de meu tio da UFMT eram todos uns chatos. Falavam sempre a mesma coisa. Nenhum deles sabia fazer nada. Diziam: “só temos tempo para a tomada do poder”. Eram radicalmente do contra. Transformaram universidades em seções eleitorais. A qualidade do ensino foi pro beléléu. O político profissional usa as artes em beneficio próprio e do grupo. Eu querendo ir ao cinema e meu tio falando das reuniões das “bases” na UFMT. Quatro, seis, dez horas. Cada grupo com a sua tese. E toma cafezinho e milhares de cigarro. Deu no que deu”.

“Depois do expediente no Planalto ouvir a mesma ladainha no Alvorada é dose”.

JK com Kin Novak“Lembro do seu RH após a posse dela. Você sugeriu: Café da manhã com a poetisa Adélia Prado. Um chá com Nélida Pinon. Ouvir Maria Elvira Salles Ferreira. Saber as novidades musicais com Gilberto Gil. Cercar-se de gente light. Tunada com a realidade objetiva e subjetiva além Palácio. Juscelino fazia isso. Levando cacete. Revolta de militares. (O Senador é meu professor de história política do Brasil, e ainda confundo Maracangalha com Jacarecanga). JK foi em frente na criação de Brasília. Havia sempre um violão no Catetinho, no Alvorada. Daí o apelido presidente bossa nova. Juscelino gostava de dançar. Conversar com cientistas, poetas. Convidava artistas nacionais e internacionais (na foto com a bela Kim Novack). Era um presidente olhando para a frente. Para a Modernidade. Ângela Merckel faz isso com freqüência. Ela conversa com filósofos, religiosos, cientistas, músicos, da Alemanha, e de outros países”.

A risada de Fafá de Belém. Papo cabeça com Caetano. A viola de Bruna.

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untitled Bruna viola  imagesCAWRSLX3gaucho da fronteira untitledana tiririca*

“Levar alegria, alto astral, para o Palácio. Deixar o hábito negativo de convidar apenas artistas “engajados” no esquema político. Abrir-se para todos os que criam, tocam, cantam, pintam, dançam, fazem rir, nesse país cheio de sons, ritmos, cores. Uma tarde com a risada de Fafá de Belém. Papo-cabeça com Caetano Veloso. Saber por Tiririca as últimas piadas do  Congresso. Jô Soares. Ana Botafogo ajudará a entender por que o Brasil não tem uma Academia Nacional de Danças e Ritmos para mostrar ao mundo as nossas belezas regionais através do teatro, da música. Luciano Hulk pode dar mais informações sobre a juventude que todo o time de Mercadante ( Educação), Marta (Cultura)”.

RH: O que fazer para desembrutecer Brasília?

“É preciso descarregar dogma, inveja, maledicência. Em Poconé a gente diz “tirar urucubaca“. Você já viu o nascer e o por do sol em Brasília? Como fazia no pantanal em Brasília eu vejo as minhas estrelas. Converso com elas. Tem que saber respeitar a energia do cerrado. Usa-la para o bem. Jânio Quadros e Fernando Collor se acharam acima do bem e do mal. Usaram energia negativa.  Jânio renunciou. Collor foi posto para fora. Essa coisa de se achar o Tal “do nunca antes na história desse país” sempre acabou mal. (Aqui, o Senador pediu para falar. Ele disse: “A presidente tem que livrar-se do nho-nho-nho-nho de Gilberto Carvalho, Mercadante, Cardozo, Patriota, Mantega, Sarney, Marta e Eduardo Suplicy, etc. Só conversam de seus interesses imediatos. Da rotina. Não acrescentam nada de Novo à presidente”.

“A fonte deles secou. È sempre o mesmo. Mobilizar. Discursar. Mobilizar. Discursar. Criar atalho. Inventar frases. Milagres. Deles, no liquidificador de ideias e soluções sairá gororoba sem suco, sem doutrina, ideologia, sem eira nem beira”. Irene emendou: “Estão corcoveando como dizia a  minha Vó querida, de bunda para o passado. Dilma deve governar o Brasil de frente para o futuro. Em busca de Modernidade. Atolados no Terceiro Mundo, quando não há mais Segundo Mundo, vamos ficar patinando”.

“Estão avisando: estamos de saco cheio de tanto atraso, mentira, corrupção“.

“Para entender o clamor das ruas, os sinais da moçada cansada de atraso, mentira, corrupção, a presidente deve abrir portas e janelas dos Palácios. Viajar na nave com Baby Consuelo sempre ligadona nos astrais e sais cósmicos. Para sentir o brado da moçada bronzeada que mostra seu valor a presidente deve ouvir Paula Fernandes cantar Pássaro de Fogo tendo ao fundo o sol agostino de Brasília. Bruna Viola fazendo estrelas piscarem com a magia de seu som caipira.

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“O violão de Yamandú. Poetas gaúchos. Chimarrão com música de fronteira. Xaxado de Elba Ramalho. Conversar com Generais, Reitores, Acadêmicos. O Brasil não aproveita a experiência de seus “mais velhos”, aposentados. Para ter certeza que está cercada por ordinários a presidente deve ver o filme Bonitinha, mas, Ordinária, do livro de Nelson Rodrigues. Ele nasceu em agosto”.

“O Senador assoprou para Irene: “para o day after no Planalto vale mais uma risada da Fafá que todo o blá-blá-blá pseudo-ideológico do esnobe Ruy Falcão”. Para Dilma tudo será mais fácil e leve ao descobrir ou redescobrir as belezas musicais, poéticas, artísticas, do país que preside. Governar com bom humor, música, flores. Conversar com gente que fale do Novo, de Alternativas, Modernidade, Criatividade. Se, o brasileiro tem fama de alegre, descontraído, não deve ser governado com tristeza e amargura”.

RH: Por que camélias?

untitledcamelia 3“Para descarregar e perfumar o ambiente presidencial. Que cada senador, deputado, ministro, leve uma camélia na lapela como prova de paz e lealdade com a primeira mulher presidente do Brasil.

Ela tem que mandar plantar flores, muitas flores, na Esplanada dos Ministérios (Passei lá. Aquilo tá feio). Nos jardins do Planalto, Alvorada. O centro do poder brasileiro deve irradiar boas vibrações, cheiro bom. Lançar o prêmio nacional: A cidade mais florida do Brasil. Está provado, onde há jardins, flores, há menos crime e violência. As pessoas cuidam e se orgulham da melhora de sua qualidade de vida”. 

RH: E para o seu reconhecimento social completo. O que Dilma deve fazer?

imagesCAFLZ265“A presidente deve dar a volta por cima. Com atitude, coragem, presença real. Ela lançou o Brasil Carinhoso. Uma idéia boa, mal trabalhada. Carinho não se faz. Não se dá. Boca pra fora. Não vamos desembrutecer o Brasil com frases de marqueteiros. Sediamos os maiores eventos do mundo e estamos amargurados, revoltados, grosseiros, embrutecidos. Por isso, camélia neles”.

“Quando volto do exterior é uma tristeza sem fim ver tanta sujeira física, política. A nossa qualidade de vida está indo pelo ralo. Dilma deve fazer como Marguerite- A Dama das Camélias. “Mesmo apaixonada ela abandona o seu amor para ser aceita pela sociedade. Ao deixar o amante ela, enfim, teve o seu sonho realizado: reconhecimento social completo”.

 

*Irene e o Senador fizeram uma lista de pessoas que a presidente deve convidar para trocar ideias, ouvir sugestões. Nesta edição, como exemplo, o RH optou por celebridades do mundo artístico, musical.

 

bunda com flor*Irene nasceu no Pantanal. Criada por bugra da tribo dos Paiaguás, índios canoeiros. Ela diz: “ganhei o mundo após ser leiloada e arrematada por empresário de ouro. Com 14 anos perdi o cabaço e ganhei a liberdade. Vovó recebeu cinco mil cruzados. Eu ganhei uma pulseira de ouro. Sou o que chamam prostituta de luxo, como Marguerite, A Dama das Camélias. Estou a poucos meses de terminar faculdade em Zurique. Já fiz o meu “pé-de-meia”. Tenho amante suíço desses de conta de fadas. No Brasil, o Senador querido. Meu “investidor”. Faturo bem com as Mulheres de Irene.

Charmosas, elegantes. Bem casadas de Brasília, Goiânia, Florianópolis, Sorriso, Lucas do Rio Verde, Belo Horizonte, entre as minhas melhores. Elas viajam para passear, fazer compras, já com clientes certos de alto nível. Eles preferem mulher de “trinta”… Com a FIFA na Suíça e a Copa do Mundo brasileira é a mais procurada. Elas faturam bem. Leio muito. Vejo tudo sobre o Brasil pela TV/Internet. Adoro escrever. Depois desta “entrevista” passarei a dar camélias para os clientes na Holanda, Bélgica, Alemanha, Suíça, Suécia. De Irene Poconé, a nova Dama das Camélias”. Para uma pantaneira pobre tá bom demaiiisss“.

La Dame Aux Camélias é de Alexandre Dumas. Filho de Alexandre Dumas, autor de o Três Mosqueteiros. Conhecida por La Traviata. Ópera de Giuseppe Verdi.

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